Justiça
A justiça é o ideal, mas se for impossível, seja imprevisível. Busque a justiça e, se não a encontrar, faça o que quiser.
O bandido não tem medo da justiça, tem medo da polícia. A polícia não tem medo do bandido, tem medo da justiça.
Em Cristo, que é plenamente Deus e plenamente homem, a justiça de Deus e a Sua misericórdia se encontram de forma perfeita e redentora.
A justiça de Cristo é onde juízo e misericórdia se encontram sem contradição—o castigo foi satisfeito, e a graça foi oferecida.
A justiça de Cristo é quando Deus puniu o pecado em Jesus, mas, ao mesmo tempo, nos deu perdão e salvação por causa do que Jesus fez por nós.
Deus é perfeitamente justo e perfeitamente misericordioso. Sua justiça exige que o pecado seja punido, enquanto Sua misericórdia busca oferecer perdão e salvação. Se Ele condenasse a todos, isso seria a aplicação pura de Sua justiça, sem espaço para misericórdia. Por outro lado, se salvasse a todos, isso seria a manifestação plena de Sua misericórdia, mas sem considerar a justiça.
Contudo, Deus, em Sua perfeição, combina ambos de forma única: Ele salva muitos, aplicando a Sua justiça e a Sua misericórdia em perfeita harmonia. Essa combinação ocorre por meio da obra de Cristo, que sofreu o castigo do pecado em nosso lugar, satisfazendo a justiça divina, enquanto oferece graça e salvação a quem crê, demonstrando a misericórdia divina.
Para ilustrar, podemos dizer que a misericórdia triunfa sobre o juízo sem anulá-lo, assim como o sabor do chocolate em um bolo de cenoura triunfa sem apagar o sabor da cenoura. Em ambos os casos, há uma interação harmoniosa: o juízo e a misericórdia de Deus se complementam na redenção, assim como o chocolate e a cenoura se complementam na receita de um bolo.
No caso da salvação, chamamos essa combinação perfeita de justiça de Cristo, pois ela satisfaz tanto o juízo quanto a misericórdia de Deus. No caso do bolo, chamamos de bolo de cenoura, pois os ingredientes se misturam para criar algo único e harmonioso.
Liberdade e Justiça Social são tão fortemente inconciliáveis quanto a luz e a escuridão. Para uma existir, a outra precisa ser dissolvida.
Eu exijo
Eu questiono as promessas feitas;
Não á justiça nas conversas que criaram expectativas falsas;
Desejo que todas as tentativas em vão que os meus olhos puderam ver, se apaguem;
E que eu possa suprir todas as minhas necessidades com a existência de um amor verdadeiro que me complete e envelheça ao meu lado.
A justiça dos países limita-se ao não matar.
A justiça do Reino de Deus recomenda pregar a vida que há em Cristo.
Quem tem sede de justiça, tem fome de vingança.
Mas e quando a alma carrega no peito um amor que não sabe a quem não amar?
E quando nosso coração desafia loucamente a nossa capacidade de pensar, de enxergar o que nos cerca e de se preservar?
O Amor é cego, a justiça é cega, e a alma vive um desespero na busca pelo seu lugar de paz.
- Por quê eu não me basto? Por que preciso buscar em outro o que falta em mim?
Quantas das minhas aspirações eu não criei com as minhas próprias mãos? Quanto eu construí, e derrubei para construir novamente sozinha? Sem nenhum vislumbre de companhia? Pq não posso preencher meu próprio vazio? Por que me importa tanto ser amada? Por que fui eu amaldiçoada com tanto sentir sem poder gozar da paz de pertencer a algum lugar?
O véu que se rasga para a maioria na fase adulta se rasgou pra mim cedo demais. Me roubaram alguns anos e alguns entendimentos, em troca me deram uma mente dividida entre ascender e se esconder.
Talvez eu já saiba a resposta da questão que nem foi levantada.
Talvez o risco não possa ser do outro se o vôo for seu.
Talvez eu precise aprender a voar com o peso da solidão se eu não quiser arriscar o que eu amo.
Garantir os direitos humanos é construir um futuro onde a justiça e a igualdade não sejam apenas aspirações, mas realidades vividas por todos.
