Juntos Podemos
Po quantas repetições de vezes não podemos nos amar, desde a mistura de minha boa vontade, em querer tratar, somente nosso planetário lar.
Tragédias existiam é que podemos ver os acontecimentos antes de acontecer, tudo está limpando, e não adianta só o poder, pra ver, é ereto humanis em taglis avolutiva.
Param pra cantar, ô quê, não podemos falar, pra milhões poder é, brincar e, celebrar, não chacoalhar, causando sem necessidades, tantos mal estar.
De vez enquanto precisamos descer pra reformar nossos extremos, assim podemos alcançar nossa paz, sem precisarmos preocupações que fogem pelas percepções, ainda de caminhantes menores.
Não somos iguais e, nossa dor pode ser a mesma, já que o equilibrio é chamado de colabração, podemos sair do vão.
O que podemos estipar de nossas vidas, é a frieza do que não existe, pro início de nossas alegrias se expandir pelo todo, pra cumprimento de nossas obrigações.
O que não podemos ouvir não sentimos, e, pra ver todos, ainda confundem os unos, pela falta das verdades nas portas do fundo.
A risada já sustentou consciências, e, hoje, podemos musicá-las, mas, pela grandeza da criação, sejamos sintonias de pureza em gratidão
Somos pequenos, e, pela grandiosidade da vida, o que não podemos, e, ou queremos, evitar, nos livre dos julgos sem estelar.
Nos momentos das aflições e inúmeras adversidades deste mundo, podemos confiar que o Pai continua atento às orações de seus filhos e por meio do Espírito Santo, somos consolados, confortados e encorajados!
