Julgar os outros
Ninguém tem o direito de julgar o outro até ter experimentado todas suas dores que o acometeram a errar.
Há pessoas que não perdem a mania de julgar os outros, acusam como advogados do diabo, e punem como juízes do capeta.
Ao invés de criticar ou julgar, passe um unguento de AMOR nas feridas do outro. Esse é um remédio poderoso para curar as dores de alguém, principalmente as dores silenciadas e reprimidas.
As pessoas gostam de julgar e falar do jeito e manias dos outros, mas não olham para seu próprio jeito e mania!
Querem pessoas perfeitas, mas não levantam uma palha para ser a pessoa que gosta de falar dos outros.
Diz-se por aí!
"Julgar os erros dos outros, não diminui em nada os nossos erros."
Utopia!!!
Ainda bem que não erro,
me engano.
Hipocrisia.
Nós estamos propensos à julgar uns aos outros, criando assim situações em que a aceitação da conduta do outro se torne uma ofensa e assim alimentamos sentimentos de ódio e vingança, deixando de lado o amor ao próximo.
"Julgar e condenar é fácil. O difícil é colocar-se no lugar do outro. É enxergar os motivos que levaram alguém a cometer determinado ato. O importante é procurar compreender que aquela pessoa precisa de ajuda ".
Engraçado como as pessoas se acham no direito de julgar os sonhos dos outros! Quem é melhor do que alguém pra subestimar um ser igual á você? Temos a mesma capacidade, a mesma força... O que muda, é o que os olhos humanos não podem ver! É O CORAÇÃO, é ele quem determina a vontade de crescer e de lutar pelo objetivo. A questão não é ter QUEM acredite nos nossos sonhos, á questão é não achar um motivo humano para criticar e humilhar nossos caminhos... Tá faltando amor, tá faltando Deus! E não podemos esquecer que o amanhã só pertence a ele, disseram que Davi não derrotaria o gigante, hoje quem é Davi pra história? E quem foram os que humilharam ele? Pense, a vida é uma só.
Informação e conhecimento só se dão se o outro lado estiver disposto a ouvir sem contestar, julgar sem menosprezar e ter a paciência para não ofender se acaso útil não for.
Um sorriso acompanhado de um obrigado sincero é bem mais revigorante do que um silêncio vazio ou um comentário tripudioso.
Vira energia positiva que se propaga e que na maioria das vezes nem percebemos a força que tem e o retorno que se dá.
O inverso também acontece e infelizmente, atualmente, com mais periodicidade.
Se me apraz julgar os outros, não sou dado a compaixão. Logo, não devo esperar dos outros para comigo aquilo que não sei doar.
Um assassino não pode julgar outro assassino, pois ambos cometeram o mesmo crime ou até piores seja recentemente ou há muito tempo atrás. A mesma coisa é quando alguém julga o erro do próximo. Ninguém é menos humano que ninguém.
Não dá para julgar o processo espiritual, se quisermos alcançar a paz interior, não há outro caminho, a paz depende da nossa reforma íntima, temos de rever a nossa escala de valores sempre que o sinal vermelho do bom senso acender.
Aprendi que nem eu e nem ninguém pode julgar os outros por erros estúpidos, pois um dia pagaremos, e temos um dia para consertar os erros.
