Julgamento

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⁠Não interessa se um milhão de pessoas te julgarem, eu vou sempre acreditar nas lágrimas de uma mulher!

Às vezes somos guiados pelo que dizemos de nós mesmos e com muita frequência pelo que outras pessoas dizem de nós, sem que paremos para refletir e julgar.

Antes de ser juiz, Deus é telespectador das nossas ações.
Nenhuma atitude deixará de ser julgada.
Para Ele, não existe justiça cega.

Não julgue os outros pelos atos que você comete:
1° Uma coisa é aquilo que você faz!
2° Outra coisa é aquilo que os outros são!

Enquanto minha consciência estiver tranquila e meus atos não prejudicarem ninguém, vou vivendo sem dar a mínima importância para o julgamento dos outros.

Tudo está certo

Há pessoas que nos acrescentam algo.
Há outras que nada acrescentam.
São por essas que julgamos nada acrescentar que temos um real propósito.
Descubra seu propósito e verá que temos um papel fundamental entre todos.

Padrões
Sobre beleza ou comportamento, sempre há o que ler ou ouvir. As pessoas emitem suas opiniões e achismos. Todos, consciente ou inconscientemente, fazemos isso. Não há como se abster. (Prova disso sou eu, também dando aqui minha opinião).

A verdade é que todos querem estabelecer regras e ideais. As vezes os próprios criadores, não vivem metade do que discursam, mas a ânsia de opinar é maior do que o esforço para ser alguém melhor.
Se fôssemos exemplo perfeito de algo, não necessitaríamos de remissão. E ao que me consta, o único perfeito que já existiu é o próprio CRISTO. Homem algum, pôde alcançar esse nível. E se pudermos em algum momento galgar algo que sugira bondade ou justiça, também vem dEle, não é nosso mérito. Não quero com isso, dizer que não precidamos ser imitadores dEle. Mas me refiro ao fato de que o padrão à seguir é do próprio, não nosso. Porque ao usarmos a justiça própria, nos colocamos como juízes. Somos totalmente repreensiveis, em nossa condição humana. Por isso, a importância de sermos justificados pelo único que é justo. (Mas isso é assunto para outra instância).
A questão é, quão medíocres são alguns pensamentos que acabamos verbalizando. Como é fácil se colocar como juiz dentro da imundície alheia. Como é fácil ser portador de críticas destrutivas. Como é fácil ser mensageiro da desgraça vizinha. Como é fácil se abster da empatia e não sentir a dor do outro. Como é fácil colocar os nossos gostos e escolhas em oposição a outros. Como é fácil definir o que é aceitável e o que não é, quando o "barulho" não vem da nossa casa. Como é fácil achar soluções, quando os problemas não são nossos. Como é fácil resolver a vida de todos, enquanto temos o nosso telhado de vidro.

A importância de se sentir ridículo

Nesse mundo de imagens, submeter-se ao ridículo é um ato de coragem.

Mas o que é o ridículo senão um potencial ato julgado pelo olhar? E mais, do outro que sequer sabe o que você tem pra contar.

Temos medo de nos mostrar. Dominamos nossos atos pensando que sua extensão poderá causar repressão. Valorizamos a opinião alheia sobre quem somos antes mesmo de descobrirmos quem somos.

Parece coisa de louco, não? Rs

Levamos a imagem que criamos de nós tão a sério. Nos levamos a sério mais do que deveríamos.

São gestos contidos, jeitos de vestir podados. Personalidades encaixotadas e emoções totalmente perturbadas.

Temos medo do julgamento porque, bem lá no fundo de nós, julgamos. O julgador em nós prevê o julgamento alheio.

Livre-se do martelo. Você é o juiz da sua vida e de mais ninguém. Nesse caso, atenue a pena, leve em consideração o histórico de vida e faça o balanço. Seja gentil.

Nossa gentileza conosco, reflete nos outros. Amor por seus próprios movimentos liberta você e o outro.

Eu quero conhecer o verdadeiro você escondido atrás de palavras não ditas e gestos contidos.

Seja ridícul@.
Eu também sou.
Feliz por ser quem sou.

Os animais não te julgam, contanto que você tenha um coração bom. Eles não se importam com quem você é ou o que fez no passado.

Às vezes, fazemos coisas estúpidas. E não exatamente quando estamos apaixonados, mas quando julgamos estar.

Se você realmente quer se tornar forte, pare de se preocupar com o que os outros pensam sobre você. Viver a sua vida não tem nada a ver com o que os outros pensam.

Por um mundo com mais pessoas que procurem controlar e compreender melhor suas próprias vidas ao invés de olhar para a dos outros e descarregar facilmente suas opiniões pessoais, com mais olho no olho, escuta, interesse real no outro, ao invés de julgamentos fáceis e "eu te amo" vazios, com maior acúmulo de sorrisos, gentilezas, leveza, do que de pontos no currículo...

"Tudo na vida é questão de interpretação;
O que é bonito para alguns, pode ser feio para outros.
O que acho certo. alguns podem achar errado.
Então,
não julgue,
não opine.
Ninguém é perfeito,
ninguém é melhor que ninguém."

Célia Cristina Prado

Você só quer que as pessoas te aceitem em vez de se aceitar.

Só quem reconhece a batalha é quem passa por ela. Por isso não julgue os outros, a vida é um iceberg, o que você vê é apenas a superfície, lá no fundo há muito mais do que você jamais poderá ver.

O maior prêmio de uma mente racional, é saber guardar para si o que lhe incomoda. Às vezes - no calor do momento - nos tornamos íntimos sem ter a intimidade, juízes sem ter o direito, importantes sem saber de fato o nosso lugar e, por fim, perdemos a oportunidade de ficarmos calados e de nos autoavaliar.

Se você me julgar por minha aparência, certamente nunca saberá nada de mim

As pessoas preferem julgar as aparências porque acham trabalhoso demais descobrir as intenções.

Nunca estive trava línguas, ainda menina aprendi que aquele que cala consente, eu abro a minha boca e minha mente sem medo do julgamento alheio.

Onde estão as trinta moedas?

Por vários dias acordei do sono que perdi a anos, e cada vez que me via no caminho da insônia me vinha vários questionamentos, madrugada que se passa apenas acordada, nunca será uma boa madrugada, só me arrependo de nunca ter registrado nada do que pensava antes, e quando registrei fiz de um momento de tempestade uma revolta imensa e joguei fora as pérolas que poderiam me salvar de algumas insônias que vivo aleatoriamente hoje, acerca de moedas, talvez pense sobre o julgamento bom de fez uma maldade, ou o julgamento ruim de quem fez algo bom, jamais seria uma coisa, muito menos outra, falo do bem e do mal, falo do que podemos ou não fazer, de onde nossas mãos alcançam e até onde nos sujeitamos a estende-las, sujeito pobre esse tal homem mesmo, foram pouquíssimos que vi arriscar sua riqueza interior por conta de um valor externo pensando que os fariam menores, já perdi as contas de quantos pobres encontrei no caminho, pobres ricos maldosos, mas também encontrei alguns ricos pobres bondosos, e não foi o dinheiro que os tornou bons ou ruins, foi a maneira como olharam para si que os transformou, uns culpando a sociedade, outros dizendo que alcançaram por esforço próprio, outros pela família, todos por Deus e alguns poucos com o coração, eu não alcancei o pouco pelo coração e o resto foi acréscimo, mas prefiro esse pouco por ser o suficiente para me tornar um ser na medida certa, nem de mais, nem de menos.
Onde foram parar as trinta moedas que ganharam aqueles que nunca pensaram na maldade e suas consequências, pode ser que elas sejam passadas de pai para filho, pode ser que elas sejam esmolas do interesseiro, do político, do patrão, pode até ser de um amigo sem que percebemos, mas quem somos nós para julgar que a maldade pode ser hereditária, alguns comentários sobre os maldosos e algumas maldades chegam a ferir minha alma, como podemos afirmar que alguém é como é porque tem sangue de maldoso, nunca vi nenhum hematologista diagnosticar em um homem maldoso ou um homem bondoso a sua hereditariedade como se fosse uma doença, já vi a maldade se propagar de formas distintas, cada uma na sua proporção, porém nunca deixaram de ser maldades, já vi a bondade sendo desencadeada por maldade, para o auto ajustamento frente a uma exclusão da mídia por exemplo, não consigo entender as pessoas que afirmam que filmaram para que fique registrado que é bom, nossos registros mais belos são lembrados com carinho pelos que caminharam conosco, ao nosso lado, não é uma câmera de auto beneficiamento que me fará um anjo apostos a ajudar sempre, depois daquele feliz momento mais ninguém sabe o maldoso e infeliz que sou, pois a câmera não está ligada sempre, também não vivemos num reality show onde nossas qualidades e defeitos estão expostos para mostrar a sociedade o que ela não deveria aprender, ou ensinando como ela não deve ser, e as trinta moedas são distribuídas a cada um conforme seu valor, ou quem sabe seu fedor, trinta moedas hoje são muito mais do que apenas trinta moedas, sociedade torpe, não conhecem seu próprio valor.