Juízo
O juízo e a justiça de Deus correm soltas para quem deseja ser culpado ou inocentado, podendo escolher as maldições ou as bênçãos pelas suas condutas.
O juízo divino permite que os ímpios cresçam e atrapalhem os cristãos; mas, com virtudes, discernimento e sabedoria acabam vencendo todos os seus problemas, desfrutando assim de sua prosperidade.
Muitas mulheres, mesmo sendo educadas, costumam ser bagunceiras, sem juízo e sem discernimento em relação às prioridades da vida; por isso, é necessário reeducá-las para que não sintam remorsos depois de tomar sérias decisões irreversíveis.
Encontre um juiz que execute justiça e juízo contra as altas patentes e os corruptores da lei, pois este é que deveria ser um dos presidentes da nação.
Na verdade, eu escrevo versos
Livres do juízo e com a ânsia
De viver o nosso paraíso.
É justo e necessário dizer:
- Que sem você não há mais como
- viver -
Quero te pertencer.
O coração bate forte
De amor e de sentir saudade,
Sabes bem que é de ti
Que tanto preciso;
Por isso, corro riscos
Nesses versos imprecisos.
Esses versos livres
São para você saber:
Que todo verso livre é feito
Para dizer que o amor existe.
Estes são versos de extrema fé,
E humanidade para você saber
Que o amor escreve a verdade.
Deixo você de sobreaviso:
- Que o meu amor é indiviso,
Ele é inteiriço.
O coração não tem nada de indeciso,
Ele está plenamente decidido.
O Nordeste tem um feitiço
Que mexe com o meu juízo
Não penso em outra coisa
Eu vou para João Pessoa
Você não apareceu à toa
Vou te amar de um jeito
Gonzaguianamente especial
Porque com ele eu aprendi
Que posso ir além do xote
E do xeiro no cangote
Posso te furtar um beijo
E aumentar o teu desejo
Só quero, só penso, não nego
Que quero o teu beijo roubar
Sonho com os olhos abertos
Rezo com os olhos fechados
Estou querendo te namorar
Vou te amar arretadamente
Que só a sanfona dá conta
Do nosso forró especialmente
Que vai além da mente
Sacodindo o corpo e o coração
Capaz de fazer chover no Sertão
E inundar o mundo inteiro com paixão
Não tenho nenhuma sofisticação:
- Recuso privar a indecência
Não tenho nenhum juízo,
Eu quero é a tua malemolência!
Porque minhas colinas nas mãos
De quem sabe acariciar,
Darão frutos de prazer;
Juras e poesias nas mãos
De quem irá adorar-te
Imensamente até 'enlouquecer'.
Não tenho nenhuma preocupação:
- Recuso salvar a decência
Não tenho nenhum rumo,
Eu quero mesmo é a indecência!
Porque esta pele bem iluminada
De quem sabe dominar,
Escreverão grandes histórias;
Juras e poesias nas mãos
De quem irá consumir-te
Intensamente até o amanhecer.
Não tenho muitas histórias:
- Recuso não traçar a glória
Não tenho nada restrito
Quero deitar-me ao som da vitória.
Que seja insana a entrega,
Que seja escandalosa a magia,
Que seja além do infinito:
- Receberás a poesia!
Que seja caudaloso o êxtase,
Que seja a chama intensa,
Que venha do jeito que vier:
- Embalarás a mulher!
Que seja doido o desejo,
Que seja ardente a chama,
Que seja explosiva a gana:
- Receberás o segredo!
Vibra e não passa,
Tens o meu oceano,
Aprecia a minh'alma,
Só cresce e inquieta
Romper com o cotidiano.
Gira em mim a liberdade,
Tens a minha ternura,
Dança em mim a loucura,
Não passa a vontade,
Quero você de verdade!
A insensatez e a falta de juízo levam à difamação, à tristeza e ao repúdio, nomeados como estúpidos da sociedade.
Razão e paixão
Vossa alma é frequentemente
Um campo de batalha onde
Vossa razão e vosso juízo combatem
Vossa paixão e vosso apetite.
Ora, Deus assim o dispôs para que aprendamos a carregar uns o fardo dos outros; porque ninguém há sem defeito; ninguém sem carga; ninguém com força e juízo bastante para si; mas cumpre que uns aos outros nos suportemos, consolemos, auxiliemos, instruamos e aconselhemos.
Você me faz perder o sono
Mas isso é tão bom
E bom ter ver escorrendo em minhas mãos
Essa sensação que te possuo
mas não te tenho
Empenha em mim a vontade de te possuir de forma intensa
Aproveitar as oportunidades com você
e realizar desejos loucos e secretos..
Mas não pra você que possui o Dom de me fazer perder o juízo, razão e me entorpece de loucuras..
Muitos entendem que os príncipes que granjearam fama de prudentes, devem-no não à sua natureza, mas aos bons conselhos dos que lhe estão ao redor. É um erro manifesto, porque é regra geral, que não falha nunca: um príncipe que não seja prudente por si mesmo não pode ser bem aconselhado, se por acaso não acatar o juízo de um só, muito sábio, que entenda de tudo. (...)
Os bons conselhos, de onde quer que provenham, nascem da prudência do príncipe e não a prudência do príncipe dos bons conselhos.
Niccolò Machiavelli - O Príncipe - cap.XXIII
"Passam carros, passa gente,
Passa ônibus e lotação.
Passa o lixeiro, o papeleiro,
A ambulância e o bombeiro.
...
E o sossego que eu preciso
Pra aquietar o meu juízo,
Distancia e segue ausente
Desta insana animação."
