Juízo
"Se meu Coração tivesse juízo
Já mais seria iludido
Por um Amor bandido
Que só me faz chorar
Mais se ele não tivesse juízo
Já mais buscaria o seu Coração
Para eu Amar."
Duas cidades distantes,
Dois corações tão próximos,
Duas almas a perder o juízo,
Um pensamento a ser vivido.
A sabedoria não se resume a um curso sobre como acumular riqueza, mas a não perder o juízo diante da complexidade da vida.
Juízo final
Haverá um dia que será vc e Deus.
O livro contábil Dele será aberto
E não haverá ninguém parente seu
Para te ajudar ou estar por perto.
Naquele momento, a mediação familiar
Ou terrena não terá jamais valor,
Apenas a relação individual e particular
Você com o Divino, o Seu Senhor.
Não há a opção de não aceitar isso,
Tudo estará às claras, aceite ou não.
O Salvador, agora juiz com compromisso,
De julgar as obras do seu coração.
Raimundo Nonato Ferreira
Março/2026
*REPENSE SUAS CONCLUSÕES*
Geralmente, fazemos o juízo pelo que vemos no momento e dificilmente acertamos quando procuramos saber e entender o que realmente aconteceu.
_Não tire conclusões precipitadas — pode haver uma explicação muito boa para o que você entendeu de outra forma_ *_(Provérbios 25:8)._*
Se eu não fosse tão engraçada, eu já tinha perdido o juízo (ou a paciência) faz tempo!
Rir de si mesma é sinal de inteligência. Ser braba com quem merece é sinal de saúde mental! 😂
A vida é curta, mas o meu 'pavio' consegue ser ainda menor. Vamos rir para não chorar!
"Nesta quadra da história, não admitirei fissuras entre juízo e conduta, pois viver bem é agir conforme o que se é. Reclamarei meu tempo com rigor, ciente de que a vida não retorna e de que apenas o presente está sob meu domínio. Minha bússola será interna, governada pela razão, imune às paixões da aprovação alheia, porque perder o favor externo é indiferente, mas perder a si mesmo é ruína. Assim, permanecerei fiel ao essencial, porque só o que é sólido em valor resiste ao curso inevitável dos dias.”
O maior problema dos que alugam o próprio juízo é seguir acreditando que ainda pensam com as próprias cabeças.
Há um silêncio curioso na mente de quem terceiriza o próprio juízo: o da ilusão de autonomia.
Acreditam pensar por conta própria, quando apenas repetem ideias decoradas, opiniões emprestadas, certezas embaladas para consumo rápido.
Alugar o juízo não exige contrato nem assinatura — basta abrir mão da dúvida, do desconforto de refletir e da coragem de discordar sem desrespeitar.
Em troca, recebe-se o conforto de pertencer, a sensação enganosa de clareza e um discurso pronto para qualquer ocasião.
O maior problema, porém, não é a dependência intelectual em si, mas a convicção de independência.
Pois, quem reconhece que não pensa, ainda pode reaprender.
Mas quem se julga livre enquanto ecoa vozes alheias, já não percebe as correntes que carrega.
Pensar de verdade cansa, isola e, às vezes, até dói.
Talvez por isso tantos prefiram alugar a própria cabeça — desde que possam continuar acreditando que ela ainda lhes pertence.
