Jorge Luiz Borges Felicidade

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CICLO DO PÓ

Do pó ao poder
Do poder ao pó
Não há para onde correr
Pois o ciclo termina no nó.

O rei e o mendigo
São tão iguais,
Calçada, castelo e abrigo
Futuro pó e nada mais.

Pó que vida se forma
Sonho que o sonho sonhou,
Vida que ao pó retorna
Pois termina onde começou.

Do pó à vida
Da vida ao pó,
Não há outra saída
Pois o ciclo termina no nó. (pó)

A mentira vinda de pessoas nas
quais tanto confiávamos,
é como lança no peito,
nos fere, causa dor e tristeza!

Esforça-te a sorrir sempre
apesar de tudo,
pois a tristeza não poderá
contribuir em nada para sua vida!

OLHANDO AS ÁGUAS
Olhando as águas que passam,
Levando segredos na bruma,
Perguntei ao Tejo e à escuna,
Se esses olhos que meus olhos enlaçam,
Olhando as águas que passam,
São sós desejos do meu coração,
Ou se porventura tudo isto é solidão,
Enquanto as águas se calam... E passam.
Não me diz a escuna porque assim sofro,
Nem me diz a gaivota por quem morro,
Eu sou como às ondas no entardecer,
Cavalos de espuma e de cambraia,
Buscando a certeza do fim da praia
E assim está certo, e assim tem de ser.

Amor próprio:
Se tua alma não estiver bem,
Dê uma melhorada pelo
menos na aparência!

Abro um livro.
Mergulho numa história.
Sinto uma paz que não sentia há muito tempo.

Sempre haverão provações,
Mas elas são nada mais nada menos,
Maneiras para nos fazerem maiores e
melhores que antes.

Todas as alegrias são boas;
Mas igual a quem vem de Deus,
Não tem igual!
Ela possui a força que nos sustenta;
Nossa alegria só será plena
com Deus no coração!

Toda a revolução é uma grande alegria que anuncia uma grande tristeza.

Para se tornarem populares,
muitos fingem, mentem
e proferem falsas palavras
e discursos para enganar,
e assim, iludem os humildes
e puros de coração.
E assim os convencem!
Quanta maldade...

Todos os dias de nossa vida podem ser boes.quando a gente faz aquilo que gosta

Com o passar do tempo
você descobre que uma
das coisas mais difíceis da vida.
é lidar com pessoas!

Deus é bom o tempo todo!
E nós precisamos imitá-lo.
Se não podemos oferecer grandes
coisas uns aos outros, que ofereçamos ao menos
nosso ombro... Sendo isso,
o que a maioria precisa!

Tropeçando, caindo e levantando;
Insistindo, lutando e vencendo!
Sereno, ouvindo, esperando e alcançando;
Assim segue, quem realmente está aprendendo!

A vida tem um senso de humor incrível. A gente é que costuma demorar um certo tempo até pegar o jeito. E o que eu imagino que costuma atrasar o lado de muita gente nesta hora, é aquela falsa ideia de que a qualquer custo precisamos decorar a coreografia já pronta, quando, na verdade, só precisamos levantar e deixar os pés criarem seus próprios passos. No seu ritmo, mas sem perder a oportunidade. Do seu jeito, mas sem atropelar as fases imprescindíveis para o aproveitamento dessas experiências.

Eu tenho aprendido que não há como ser alguém paciente sem exercitar a paciência. E foi assim, me enfurecendo com pessoas e situações, que eu entendi que perder o equilíbrio e ficar reclamando por não ter acontecido o que eu queria, da forma como eu havia planejado, nada mais era do que escolher por perder mais tempo, quando eu deveria simplesmente mudar a postura e tentar de novo. O novo.

Aprendi também que não posso me tornar uma pessoa (mais) tolerante com o próximo e comigo, sem que as circunstâncias nas quais me encontro, me exijam tal postura. Porque, por mais que eu considere certa e justa a visão que eu tenha no momento, ela não é a única. E as outras também merecem tanto respeito quanto a minha.

Eu aprendi que por mais que alguém que eu ame, me machuque, eu não teria como me certificar do quanto amo, sem que este amor fosse testado. E isso inclui também recomeços.

Aprendi que muitas vezes a gente precisa sim de ajuda. Que não tem porque nos fazermos de super-humanos o tempo inteiro. E que não há motivo pra sentir vergonha em assumir que precisamos do apoio de alguém que entenda isso. Alguém que sinta o nosso pedido de socorro quando demonstramos estar cansados, porque realmente viemos suportando muita coisa por longos períodos. E só nós sabemos o quanto.

A vida é um tanto imprevisível. E ainda que não tenhamos a companhia de alguém que acredite na nossa capacidade de superação, que jamais sejamos capazes de abrir mão de nós mesmos. Por nada. Nem ninguém.

"Estou vivendo. Depois eu vejo se deu certo."

Ainda sobre o senso de humor da vida, me peguei pensando naquela frase que diz: “Um amigo me chamou pra cuidar da dor dele. Guardei a minha no bolso. E fui.”
A citação é da Clarice Lispector, mas o sentimento que move tanta energia, é de pessoas comuns, que em algum momento da vida se agigantaram quando tomaram a simples decisão de salvarem o mundo.

No início elas mal sabiam qual caminho deveriam tomar. Por algumas oportunidades até pensaram em desistir, mas num momento de distração, viram diante de si a oportunidade de iniciarem as atividades, justamente salvando o dia do próximo, mais próximo. Custou pouco. Algumas vezes, apenas uns minutos de ouvidos atentos. Algumas trocas de olhares em silêncio. Ou, talvez, apenas um abraço sem pedido e nem pretensão maior que a de fazer o bem, sem olhar a quem.

Existem aqueles dias nos quais a gente sente que nem deveria ter saído da cama. São tantos desencontros entre as nossas vontades e os resultados obtidos, que só conseguimos reforçar o desejo de ficarmos em casa e assim evitarmos qualquer tipo de situação que venha a nos aborrecer ainda mais.

Mas a vida é uma caixinha de surpresas. Quem um dia se desiludiu amorosamente e jurou de pés juntos que nunca mais se entregaria aos encantos da paixão, tempos mais tarde veio a descobrir que, assim como (bem) disse a Fernanda Mello: ”(...) quando a gente para de acreditar em “amor da vida”, um amor pra vida da gente, aparece”.

Quem um dia perdeu a fé em si mesmo, afirmando para os quatro cantos do mundo que não passava de um peso morto, um dia se viu como a única pessoa capaz de estender a mão para ajudar justamente quem mais agarrou a chance de lhe humilhar. E assim semeou nobreza em forma de humildade.

Tenho aprendido que a gente floresce de dentro para fora. Que aos poucos a gente vai se aproximando de quem verdadeiramente somos. E que um dia – cada um no seu ritmo – chegaremos no ponto mais alto de nós mesmo e então respiraremos macio por termos nos tornado, finalmente, gente grande.

07-02-2015

Disseram por aí que os opostos se atraem. Então me peguei pensando nas diversas situações que me fazem acreditar que, na realidade – ou apenas no meu ponto de vista – a gente se atrai mesmo é pelo semelhante.

Desde pequeno eu noto que existe algo que me faz reconhecer o bem ou o mal estar, quando perto de algumas pessoas. Basta me aproximar delas que eu logo trato de analisar a sensação que aquele contato me causou.

Quando há um mal estar, tem quem diga que o santo não bateu com o dele(a). E se não aconteceu uma identificação, não adianta forçar a amizade.
Por outro lado, quando você entra em contato com pessoas que se aproximam da frequência na qual você vibra, a correspondência tende a ser leve e automática.

Reza a lenda que a beleza está nos olhos de quem a vê. Então me veio em mente a imagem de um casal que está junto há décadas. E mesmo que um não consiga entender as preferências do outro, por serem, em sua maioria, tão contrárias ás suas, eles nem sequer cogitam a possibilidade de separação. Não porque eles já se conheceram assim e o outro que se vire. Mas porque, dentro dessas tais - e ás vezes tão gritantes - diferenças, existe o ponto em comum, que os une: A escolha por ficar.

No inicio da relação, pode ser que um tenha como característica mais forte, a capacidade de zelar. E o outro, a necessidade de ser cuidado(a). Mas com o convívio baseado no respeito, eles naturalmente acabariam trocando os papéis sem ao menos se dar conta disso. Então, um dia, quem nasceu pra cuidar, aprendeu a receber amor em forma de cuidados. E quem viveu a vida esperando zelo, descobriu como também pode ser (e é!) gostoso ter a quem dedicar o melhor de si.

Então, pra mim, não é a divergência que atrai, mas sim a semelhança. A diferença apenas tempera. A afinidade, consolida.

Uma educação ambiental inclusiva seria aquela que garante a participação de todas as pessoas em igualdade de oportunidades na construção de sociedades sustentáveis. Isso envolve acesso ao conhecimento, aos espaços de participação, e, acima de tudo, envolve o diálogo entre os conceitos de sustentabilidade e acessibilidade à luz dos direitos humanos.

Ambientalizar o acessível... Acessibilizar o ambiental... Exercícios necessários para construir pontes para um futuro que não seja mais do mesmo.

Internalizar direitos humanos exige tolerância e respeito com as diferenças, nos instiga a lidar com os limites e possibilidades dos sujeitos em suas individualidades!

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