Jardim das Borboletas Vinicius de Moraes
Em perfumadas tardes lânguida s o silêncio somente era interrompido pelo sussurro dos vergéis, pela dança graciosa das borboletas soltas ao vento e pela invisível flauta mágica entoando sagrados cânticos à vida.
Em busca dos meus sonhos vou voando, mas não em um avião daqueles supersônicos. Ah, não... Quero quebrar minhas barreiras voando como uma borboleta, leve, solta, às vezes parando e sentindo o perfume das flores raras que encontro no caminho. Outras vezes, sentindo o néctar amargo de uma flor proibida. Mas o meu voo é leve, posso dizer que é mais agradável do que sofrido, mais colorido do que apagado, mais gentil do que deselegante, mais amoroso do que rancoroso. Um voo vagaroso e cheio de descobertas de sonhos possíveis.
Sou amante da natureza.
Da pureza de cada borboleta.
Elas são um encanto de beleza
que saem de um casulo
e desabrocham no mundo
para embelezar cada lugar
que ela chega trazendo consigo
a simplicidade de sua perfeição
descrita em cada cor de seu formato
que és formosa e se finda
o seu ciclo de vida.
E volta à natureza em forma de lagarta, formando um ciclo
que se chama metamorfose,
pois volta a sua origem na mais singela pureza da vida em forma de beleza...
E é assim que escrevo a beleza dessa singela borboleta!
Apenas ser feliz
Olhar aprazível
Olhar deslumbrativo
Olhar o mundo
Transformar perspectivas
Voar como borboletas
Arfar no ar
Farfalhar ao vento
Degustar infinito...
Firmamento
Planar no vazio.
Das borboletas
Brincadeira trêmula
Em despovoado pensamento...
Liberdade...
Felicidade...
Amar.
Vontade de viver muito, de viver tudo, de reviver.
Vontade de estar em vários lugares, abraçar o mundo, beber o saquê da fama. Desejo de agarrar alguns momentos e revivê-los inúmeras vezes, ouvir os mesmos sons, as mesmas risadas, as borboletas no estômago.
A ignorância na forma mais positiva que ela pode ter: coisas que gostaríamos de nunca ter conhecido, ingenuidade que na curva do tempo bateu de frente com fatos e nunca mais se curou.
Parar um pouco o relógio, clarear as idéias, comer um caixa de chocolate.
Alterar o calendário pra ver se a vida entra no nosso ritmo e passa esse sentimento eterno de jet lag.
Vontade de esquecer por um momento que não se pode ter tudo na vida e sair pra dançar um tango.
Ignorar aqueles dias em que nos sentimos sentados no carpete gasto de um palco, olhando para o enorme número de cadeiras completamente vazias e a ameaça de que um dia o holofote vai se apagar nos assombra.
Esquecer a quantidade de sonhos que já não brilham mais e que levaram com eles um pedacinho do que fomos. E sem esses pedacinhos quase não nos reconhecemos mais.
Vontade de mudar o cenário e construir um chalé de flores com portas de canela, cortinas de algodão e chamar a alegria pra tomar um chá. Quem sabe ela fica?
Por mais que você não possa escutar o bater de asas de uma borboleta ou anjos cantando,um sussurro na voz de quem você ama vai ser incrivelmente semelhante a isso
Ando me sentindo estranha. Não sei. A única forma de descrever é… Eu me sinto cheia de pássaros. Não de borboletas de ansiedade, e sim de pelicanos.
É quando penso em mim
E começo a escrever
Que percebo ser assim
Rústico ao mundo sem querer
Mesmo rígido percebo
Que existem borboletas no meu peito
Que se debatem pra sair
E rígido que sou digo, fica aí
Não quero que vejam
Não é tempo de permitir
A qualquer momento elas podem me arruinar
ao sair, todo o mundo verá
além das minhas qualidades
junto a elas meus defeitos
Existem borboletas no meu peito
Trago fumaça para acalmar
De noite banho com whisky
E diminui o debater do meu peito
Se acalma me deixando dormir
Costumava-se pensar que os eventos que mudavam o mundo eram coisas como grandes bombas, políticos maníacos, enormes terremotos ou vastas movimentações populacionais, mas hoje em dia se sabe que esta é uma visão muito antiquada sustentada por pessoas inteiramente fora de contato com o pensamento moderno. As coisas que realmente mudam o mundo, segundo a teoria do Caos, são as coisas pequenas. Uma borboleta bate as asas na selva amazônica e subsequentemente uma tormenta ataca metade da Europa.
Vejo, através de muitas atitudes, olhares e palavras... Que é de verdade.
Depois de espalhar minhas cinzas por caminhos que nunca foram meus, sei que é um encontro de almas e propósitos.
Depois de tantas escolhas que levaram à lugar nenhum... Descobri que era para chegar até você.
E gosto disso, sabe? De gente sem medo do agora, do amanhã.
De quem dá um jeito quando quer.
De quem não perderá nenhum momento compartilhado.
De quem abraça os planos e sonhos e faz acontecer.
Por tanto tempo fui tão só nesse departamento.
Obrigada pelas borboletas no estômago.
Com
Dores e
Correções,
Olho as janelas,
Ouço as dobradiças,
Rugidos a estremecem.
Inspirando frases
Eu fico falando de amor,
Com ternura vejo pássaros
Eles testemunham e compartilham
As doces, fortes e meigas escritas que crio.
Belas são as borboletas,
Que se transformam em ilusões,
Do meu mundo Inspirador que é gigante,
Onde busco amores, verdades e gratidões.
Meus olhos falam de amor,
E quando são lidos, são marcados.
Desestruturam as poesias tão esperadas,
E ferem até os corações dos sonhadores.
Covarde é o homem que conquista um coração,
E é incapaz de doar o Seu á quem tanto prometeu
Amor.
Autor : Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
que eu me divirta nas minhas diferentes formas,
que eu tenha sabedoria em cada processo,
que eu esteja preparada para todas as mudanças,
que eu possa encantar e alegrar por onde passar.
que essa metamorfose seja diária,
e que tudo tenha o seu próprio tempo.
Leticia Canova
Desde que eu te vi pela primeira vez me perdi no brilho do seu olhar, que me encarava tão profundamente que senti a famosa BORBOLETA no estômago.
Será que isso é o amor a primeira vista?
Bom a resposta eu não sei...
fique perto dos meus olhos
e veja eles refletirem os seus...
e os seus pés coloque sobre
os meus, e vamos flutuar
frio na barriga não é pela subida
são as borboletas que te fazem voar
lá do alto vemos a cidade
que dorme a cintilar
sem saber que estamos lá
lá no alto repousamos sobre
as nuvens de algodão
eu abro sua mão
te dou meu coração
Poema: Leve.
24/08/2018
os animais que mais possuem formas de defesa são os mais sensíveis;
tais como as tartarugas em seus cascos ou as borboletas antes de se desprenderem de seus casulos, assim são os seres humanos: Passam parte de suas vidas amedrontados fechando seus corações para o mundo afim de se protegerem, e na esperança de que algum dia possam se libertar e voar.
Se observar o poder que a natureza tem de reciclar, você reterá das coisas a sua volta, somente aquilo que te faz prosperar
