Jardim das Borboletas Vinicius de Moraes

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... A senhora me desculpe, mas no momento não tenho muita certeza (de quem eu sou). Quer dizer, eu sei quem eu era quando acordei hoje de manhã, mas já mudei uma porção de vezes desde que isso aconteceu. (...)
(Alice no país das Maravilhas/ Lewis Carroll)

Esse é um dos meus trechos preferidos da obra Alice no País das Maravilhas. Parei pra pensar que o verbo mudar é uma das prioridades na nossa vida. Mudamos sem querer, sem perceber. Quando nos damos conta, passamos de lagarta à borboleta. Já analisou o quanto a lagarta sofre até se transformar em borboleta? Por instinto, ela sabe que algo de muito grande acontecerá em seu organismo e que terá que sair do cômodo e seguro casulo para enfrentar o desconhecido.

Há algum tempo, a palavra mudar representava um fardo. Acredito que muito disso se devia ao fato de supor que havia vivenciado poucas mudanças na minha vida. Nunca mudei de endereço. Também nunca mudei de escola. Passei no vestibular e fiz uma única faculdade, numa cidade próxima a minha, e eu ia e voltava todos os dias para minha casa, ou como a lagarta, voltava todos os dias ao meu casulo. Sempre afirmei: “Sou frustrada porque não mudei quase nada em minha vida.”

Até que a ficha caiu. Como eu podia dizer que vivenciei poucas mudanças, se já não sou a mesma que era? Na minha rua, as casas ao meu redor mudaram, a minha casa internamente mudou, o portão foi camuflado de outras cores, assim como as paredes e janelas... Foi nela que aprendi a caminhar e vi minha filha caminhar. A escola mudou de tamanho, adaptou espaços, mudou até, pasmem, alguns pensamentos arcaicos, além de me fazer a questionadora que sou hoje em relação às regras impostas pelas religiões. A faculdade abriu um leque de possibilidades, discussões, amizades despretensiosas e me deu até um namorado. Como eu poderia dizer que não mudei? A verdade é que mudamos todos os dias.

Pegue uma foto de anos atrás. No meu caso, vejo as mais variadas cores de cabelo, time, estilos de roupa, festas, gosto musical. Quando reviro o baú agradeço ao senhor chamado tempo. Me sinto melhor agora do que há 4 anos. Agora, reflita sobre as mudanças de dentro pra fora, que possuem um impacto maior no que você é. Aquelas que por estarmos tão acomodados demoramos a reconhecer. Certamente você dirá: “Nossa, como estou diferente.” Todas as mudanças foram causadas por experiências ao longo de sua vida de lagarta.

Pensando bem, há algo gracioso em ser lagarta, porque ela representa o caminho que se percorre ao experimentar momentos diversos, mesmo que estes sejam sinuosos e carregados de sacrifício, dor e incertezas. E o bonito de viver não é isso? Poder mudar de ideia, de opinião, de profissão, de decisão. Até que um dia, sem perceber, você está alçando voos. Virou borboleta.

Karem Moraes

Você é como uma flor, e essa flor quero regar todos os dias com o meu amor...

⁠Quando você sente falta de alguém, mas muita falta mesmo, você também sente falta de uma parte sua que só essa pessoa toca.

hoje, só amanhã!

acordei com o sopro divino do 'Poetinha' me chamando à realidade.

e lembrei que poesia, música, samba, cerveja e amor, são coisas que residem no meu dia a dia sem qualquer ordem de prioridade. residem e opinião por que caminhos devo trilhar.

mas hoje, o dia era de aula. de aprender. afinal se renovar é a mola mestra para continuar a existir num mundo cada dia mais competitivo.

e, fui.

mas o Vinícius ficava me tentando "é sexta-feira, vamos tomar umas, ouvir uma bela poesia, cantar... poxa! é meu aniversário!

na sala de aula estava dividido entre a lousa e o corredor; a rua e o bar; a mesa e a gelada; e, o violão e os amigos.

mas, fiquei.

agora, após as 17h, vejo que tem um monte de mensagens no face.

ah! hoje não!!!

hoje ninguém quebra o meu encanto, ninguém vai tirar a minha alegria. hoje, é dia do Poetinha... vamos festar!

"Poeta, poetinha vagabundo
Quem dera todo mundo fosse assim feito você
Que a vida não gosta de esperar
A vida é pra valer,
A vida é pra levar,
Vinícius, velho, saravá"

Inserida por LuzeAzevedo

Rotina - setembro 1
... os cálculos não encontram a variável... aclamado mérito numa olimpíada e resposta em custo-ajuda... mas o sonho se esbarra num cálculo que não encontra a variável... e o recurso se matemática em subtração enquanto os bolsos-salários se multiplicam no congresso... e insiste o governo invariável a não enxergar que a educação é a única variável...

Inserida por marciomoraes

Rotina - setembro 2
... não falam senão por ladros... mas se falassem o que diriam... na recepção calorosa da chegada... no abano de rabo-carinho... não precisam falar o quanto nos querem... e não precisamos dizer o quanto os queremos filho...

Inserida por marciomoraes

Rotina - setembro 3
... as pálpebras se afrouxam... o soluço de um respiro... um sopro pulsante de um sono... o toque nas mãos do amor de filho... e o desejo de que seu sonho esteja lindo... (márcio adriano moraes)

Inserida por marciomoraes

Rotina - setembro 4
... aqui onde os pés tocam a terra um sentimento se abate... a cabeça pesa nos olhos úmidos... mas lá alto a noite surpreende com a lua sorridente... é o gato da alice lembrando que nem sempre cair no buraco é o fim... um mundo de maravilhas está atrás de uma porta... resta saber qual bolo comer... (márcio adriano moraes)

Inserida por marciomoraes

Rotina - setembro 5
... a mãe à espera do tankinho novo... mas como o filho o levaria na sua bicicleta amarela... a gentil cortesia distante do outro... o frete não ofertado e de dispêndio custoso... com suas mãos o levaria num carrinho de pedreiro... uma lição de valor dada ao dinheiro... (márcio adriano moraes)

Inserida por marciomoraes

Rotina - setembro 6
... volveu as mãos no pescoço e ofertou os lábios... não há poder que supere o amor... o beijo doado de ambos os lados... a essência humana é de múltipla cor... na bienal dos livros a ficção mais assustadora está nos olhos dos vivos... (márcio adriano moraes)

Inserida por marciomoraes

Rotina - setembro 7
... é liberdade que um dia chega mesmo que tarde... canto de brava gente brasileira... ver contente o filho gentil folheando livros a esta mãe brasil... no grito às margens da ignorância a caneta saca... celebração de uma independência que plena será um dia nesta pátria... (márcio adriano moraes)

Inserida por marciomoraes

Rotina - setembro 8
... se fosse um retrato dorian se pintaria trágico... forte vento avassalador que vidas deixa em ruínas... cidades se devastam ao seu sopro furacão... a fúria natureza implacável... só há uma forma de alento... em mãos humanas solidário.. (márcio adriano moraes)

Inserida por marciomoraes

Rotina - agosto 27
... sabe aqueles “likes” que colorem de vermelho o coração... não se engane... não se iluda... isso não é paixão...

Inserida por marciomoraes

Rotina - agosto 28
... um olhar que se desvia na procura de um sim... no leito-repouso um peito de amor... em mãos que se apertam ao calor da fé... o respiro de um filho no sustento de um ar se deus quiser...

Inserida por marciomoraes

Rotina - agosto 29
... o leito não adormece a dor que não se liberta... o dia não clareia o tom cinza da melodia que não alegra... nem o pranto lacrimeja o olho que se seca... só o tempo que não para na insistência se vai e se carrega...

Inserida por marciomoraes

Rotina - agosto 30
... na rotina de notícias que inundam meus olhos um cansaço... são tantas privações e obrigações e pressões e ganâncias e ânsias vãs... nenhum legislativo já pensou em uma lei de abraço... juiz algum puniu alguém com amor demasiado... os homens são máquinas e as máquinas é que são homens ó mário...

Inserida por marciomoraes

agosto 31
... mais que laço literário une machado a rocha... cinco décadas celebrada em família formada... não há reizinho que mande em menina bonita do laço de fita... amigo é comigo e isso ninguém me tira... faz muito tempo que aprendi com as coisas que a gente fala que este admirável mundo louco não é um conto de fadas...

Inserida por marciomoraes

As maresias de uma laranja não se comparam ao tamanho de uma aboborá

Inserida por PiqscCoiwi

Prefiro ser louco e perceber o Mundo verdadeiramente, que ser Ícone e não perceber o meu próximo.

Inserida por alexmoraes2000

A comunidade está a todo o vapor.

Neste sábado (14), a ACMVP (Associação Comunitária dos Moradores da Vila Pérola) contou com a visita da Deputada Federal Jô Moraes, trazendo apoio e incentivo para a realização do novo projeto do bairro.

O encontro ocorreu por volta do meio dia, quando o presidente da associação Renato Gherardi e equipe, receberam a visita da Deputada Federal Jô Moraes na comunidade. Juntos visitaram a estrutura da nova sede do “ Centro Cultural Poliesportivo” do bairro, que está sendo reformada. A mão de obra e materiais de construção estão sendo doados, em benefício de crianças, jovens e idosos da região.

- A presença de nossa amiga e madrinha do bairro, foi muito importante para a motivação dos moradores. Em seu site Jô Moares, comentou sobre a iniciativa do projeto.

“É uma atividade fundamental por envolver os diversos integrantes da comunidade num mutirão de embelezamento do local onde vivem. É uma iniciativa que reforça laços de amizade e pertencimento e, de forma subjacente, a da corresponsabilidade pela vila, por sua recuperação e pelo bem-estar de todos seus integrantes”
( Jô Moraes em seu site)

- Em conversa com a Domeio Conteúdos, deixou palavras de carinho para a comunidade.
“ Fiquei muito impressionada com a capacidade da comunidade da Vila Pérola em se unir para lutar por seus direitos. Presenciei o mutirão para pintar o imóvel do Centro Cultural e Esportivo. Saí convencida de que, tenho que estar sempre alerta para apoiar a comunidade. “ - Deputada Federal Jô Moraes.

A comunidade do Vila Pérola, agradece a visita e continuará seus projetos em prol da cultura, esporte e lazer do bairro.

Inserida por klarawingler