Jardim das Borboletas Vinicius de Moraes
Se até o processo cósmico, que é o Big Bang, que está em constante expansão, e ampliando os horizontes do universo, naturalmente também iremos criar espaços entre nós.
Grandes escritas
Do destino
Da natureza
De imensuráveis belezas
Eu já escrevi
Hoje, diante de tudo
Perdi para esse mundo,
O filósofo e escritor
Que um dia me tornei
Sábio já fui,
Hoje sou mais um tolo
Que nesse mundo
É complexo e profundo
As vezes que me desencontrei
Quero fazer um contrato
Destino...não irei contra tu,
Nem tu irá contra mim,
Apenas deixe-me ir,
Deixe-me partir
Buscando quem um dia já perdi.
É...não foi ninguém,
É apenas um encontro
Com a luz,
Que um dia predominou meu coração.
Preciso reencontrar
Quem fui,quem realmente sou.
Achando-me novamente
Os céus brilharão profundamente
Porque irá reacender
As chamas de um escritor,
que escreve conquistas,
de grandes feitos alcançados.
Só assim espalharei
As filosofias da vida
Através de frases descritas
De momentos que vivenciei.
demasiado conflito, sou personagem de um filme fictício, sombras me acalantam, ouço o travão da angústia se dissipando em fragmentação, desdobro realidades onde minha mente interage, procura motivos para me manter vivo, sou ridicularizado ao expor conflitos, me permito colaborar com a existência, tenho várias evidências da essência perdida, pedi permissão pra quem vive no infinito, me insiro no abrigo, sou meu melhor amigo e ínimigo íntimo em qualquer ocasião, da música o refrão, do casamento a união, sou quem cruza os caminhos entre linhas sentido as veias e vias que invadem o interior do coração.
Fui falar de amor e só pronunciei a solidão, não sei se sou sincero ou agrado ao que espero, sou meu próprio cúmplice, só eu sei o que fiz, não adianta disfarçar, no próximo ato o universo tende a me cobrar, vou comentar sobre isso e o que ué me permito questionar. O que é viver? Ser ou ter? Amor me eleva ao sentido da existência em sua máxima excelência. Estica de uma vida ética. O vernáculo do cálculo e queivale ao balanço do pêndulo. Mesmo que me auxente sou crente na mente que mente e me empurra ao acaso, fiz pouco caso de quem tem me alertado. Superei fracassos que deveriam ser meus obstáculos. Fiz cálculos, assinei contratos, sou prático, pragmático, didático ao ponto onde questiono. Sou meu próprio dono, abono, bônus, sou eu quem investiga a realidade, estou em busca da minha verdadeira identidade, em busca dá humildade, curando a vaidade. Me diz se você sabe o que é viver de verdade?autenvidadede, culpiciddade.
Me demonstro quando Monaten, remonto meu passado, sou versículo versado, carente mal amado, humorado. Origina, identificado, me abestinei da razão, tropecei em fatos variados, assoalho molhado, triunfei em seguintes estigmas, fragmentos de momentos do meu aniversário, olhei por dentro e vi recortes de ventos cremados, drenados em linhas ninfaticas da tática de fuga, etremesse o chão a outrora do recomeço, sonho esse que tem me guiado, luz que difere o conhecimento, triste, beleza, represa, redondeza, me diz o que te faz feliz? Sou empresário que virar minha própria cicatriz, imagine o recado, o cadarço, olhe ao redor e perceba quem tem te alertado, cimento dor e lamento, me encontro por dentro, sou quem vê e enxergar o vento,
Foi no silêncio que ouvi a voz chamando, estou aqui parado olhando, pensando, comentando, imagine viver ano a pós ano tranquilo, aproveitando, trazer lazer, dedicar, amar, consolidar o sucesso na estadia. Olhei manias e brinquei com feridas. Bebi neblina que envenena, Fuji da rota de fuga, sonhei que era tudo ilusão, me confrontei que a decorrência, a desinformação, me foco naquilo que me faz querer, sou escravo de interesses do meu ser, amar é travar a batalha do raciocínio, me refiro a clínicos, estado verídico de indignação. Utopia retrodota. Filamentos de séculos em céu aberto. A vida de fulano estampada no concreto, sou direto, feto, olhar direto, com Deus me oriento, epidemia de sentimentos, louvei meu argumento, vi corpos empados no espeto, transei com o agora, sou a flora e a peste que destrói, que corrói a ignorância, flagrâncias da morte, a seta indica o norte, ouço o uivo do coiote, a ligação foi mais um trote, rinoceronte da savana, minha alma inflama clama amor piedade, dedicação, cansei de viver de aparência, quero representar minha essência, olhar que traz consigo o significado de uma vida, de sofrimento, alegrias, manias, razões que dão sentido pra vida, busquei curar feridas que me fazer vencer olhei pro lado e descobri meu ser.
Peço que os críticos critiquem, que os diretos que se omitem, vida essa que é descartada no vento, me aposento eleito no templo, direito eu tento, translado arcaico, póstuma, descongelada, vivi vidas passadas, olhei frestas ocasionadas, fenda no tempo, associei meu pensamento ao que estou lendo, irritimia tentacular, espectro nocivo, diagrama tranfusional, decigrama do flagelo experimental, fusão de conceito sexasional, regulagem do eixo esquerdo, variante de ideias, parcelamento de contextos.
Para Espinosa, Deus é tudo que existe, incluindo a maçaneta da porta, a sola do sapato…
e vivemos sob uma ordem:
o caos; sentido não há, a não ser viver e morrer em nome de Deus (unidade de átomos reagrupados sob constante metamorfose).
Os mesmos que dizem que: “o trabalho dignifica o homem”. São os que contam os dias para se aposentar.
Procurei no vazio o que me fazia viver; olhei pra dentro de mim e comecei a entender: lembrei de fatos do passado, mais o conhecimento acumulado - olhei pra quem tá do lado - mesmo quando gritei ou quando me mantive calado. Consequências de momentos lembrei nesse momento. Busquei o melhor argumento. Sufoquei o que tenho no peito. Sempre me vi como alguém desse jeito: sem jeito, sem leito, fragmento… suave brisa que me eleva na vida, cicatriza feridas; sou quem tem o controle da vida! Mentalizei o todo; me renovo de novo; me locomovo pelas vias da razão e emoção, trincheiras da vida que me guiam - escolho minha direção em cada ocasião. Sou a mão e as cordas do violão; me encontro pelas ruas da cidade. Na selva sou a águia; só quero viver, absorver o querer, agradecer cada amanhecer. Saber éviver, querer é ser, sentir é estar.
A falta de amor no mundo desenvolve a depressão. Pessoa tratada como número, não se valoriza o que está no coração. Afazeres, deveres… e a alma vive abandonada; prazeres, interesses… degraus que desço e subo nessa escada.
Introdução de pensamento, especulação de momento, me faz pensar no que tenho por dentro, me ligo em minha emoções, são várias situações em meio a obrigações, show de atuações, variadas interpretações, condinzente com ocasiões, me permiti reflexões, ações que me afetam analiso agora, escrevo minha própria história, converso com Deus no agora, sou partícula de uma grande verdade, desminto quem disse que sou perfeito, flagrei o meu objetivo…
Amar é se aquecer num dia frio, pura conexão, a água do mar se conecta com a do rio. Ir pra longe da onde veio na esperança de completar seu eu por inteiro. autor dessa peça escreve seu próprio roteiro. Tarefas o dia inteiro, será que a morte é sossego? A vida após a morte é a esperança de justiça dos explorados.
