Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum

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NÃO VOTE errado, VOTE DIREITO!
EM QUEM?
Claro que você já sabe.
VOTE NELA!…
Não votar, anular é votar errado. Por que errado? pq o voto vai pra quem quer te ver abaixo da linha da pobreza, dependendo da bolsa, do gás, e vivendo enrolado.
QUAL O FEMININO DE DIREITO?

Terremoto
Abalo sísmico
Os antigos filósofos já debatiam sobre o assunto e tiveram divergências.
Tales de Mileto acreditava que a Terra firme se comportava como um navio no oceano, boiando nas águas.
Já Anaxágoras, ao observar esse fenômeno vulcânico admitiu que os abalos eram originados devido a formação de vapores que saiam do interior da Terra - Núcleo.
Finalmente, Aristóteles imaginou que o elemento ,_ Ar retido na profundidade da Terra ,ao escapar gerava com a explosão acontecia esse fenômeno Natural _

Terremoto

Antes que o pecado entrasse na história humana, o propósito redentor de Deus já estava estabelecido.⁠

Acredite em si mesmo e na sua essência.
E não dê explicações para aqueles...
Que já optaram por te julgar!
Eles não sabem do seu esforço.
Rita Simões

Neste Natal, abrace bem forte
quem você ama.
E hoje, você já abraçou alguém?
Boas festas pra você!

Quando você não impressionar mais ninguém, talvez descubra a rara liberdade de já não precisar provar quem é, porque aquilo que verdadeiramente somos não depende do olhar alheio para existir.

“Quando olho para trás, vejo aquilo que já fui. Quando observo o presente, encontro a sombra de tudo o que vivi e a forma atual do que sou. Quando olho para o futuro, vejo uma projeção: aquilo que poderei me tornar. O passado fornece os erros, o presente lhes dá compreensão, e o futuro recebe as consequências das escolhas que faço agora. Assim, aquilo que vivi, somado à consciência do que sou, torna-se a matéria com a qual construo aquilo que quero ser.”

A vida é incrível demais,
Ontem chorei, hoje já sorri,
Ontem plantei , hoje já colhi,

Por isso plante amor, caridade e
bondade sem parar,
Você não se arrependerá.

⁠Deus é maior / Allah'u'akbar

Como já passaram 100 dias de genocídio em curso e o número de vítimas nomeadas ultrapassa as 25.000 (sem contar as que ainda estão enterradas sob os escombros), a escala do sofrimento humano há muito que atingiu dimensões insuportáveis. Mais de dez mil crianças foram mortas e continuam a ser mortas a uma taxa de cerca de 100 por dia; mais de 1.000 crianças sofreram amputações, muitas sem anestesia. 50.000 mulheres grávidas lutam para sobreviver e dar à luz, por vezes por cesariana, sem leite, comida ou água suficientes e muito menos condições sanitárias. Uma população inteira está a passar fome, 90% deles estão sem abrigo, a poucos quilómetros de um comboio cheio de camiões cheios de mantimentos que não são autorizados a entrar para fornecer comida e água. Bairros inteiros são arrasados. O bombardeamento contínuo excedeu em três meses toda a tonelagem de bombas usadas pelos EUA no Iraque durante seis anos. Entretanto, o povo de Gaza não tem defesas aéreas, abrigos antiaéreos ou fuga. Para as pessoas de fé, esta realidade agonizante obriga-nos a enfrentar sérios desafios teológicos. A expressão “Allahu Akbar” não deve ser traduzida como “Deus é Grande”, mas mais precisamente, “Deus é Maior que. . . ” Na verdade, Deus é maior do que o poder impressionante do exército israelita, o seu enorme armamento destrutivo e toda a força dos Estados Unidos e dos países ocidentais mobilizados contra o infeliz povo de Gaza. Deus é maior, de facto, que Tel Aviv e Washington, que a Sexta Frota e os seus porta-aviões, que a tecnologia de destruição de Israel, ou o seu muro de alta tecnologia e equipamento de vigilância. Deus é maior do que o silêncio e a cumplicidade das instituições internacionais face a massacres bem documentados e é maior do que o fracasso da liderança palestina ou dos seus supostos aliados árabes. A fé profunda e genuína na soberania última de Deus sobre os assuntos deste mundo envergonha todos nós, monoteístas, que acreditamos nas mesmas coisas, mas parecemos esquecer quando ocorrem catástrofes e perdas genuínas.

“Há encontros que parecem acaso, mas deixam na alma a sensação estranha de que já eram esperados.”

— Juliana Hoffmann Liska

“Há noites em que o coração conversa com a lua porque já não encontra linguagem entre os homens.”

— Juliana Hoffmann Liska

O Tribunal que Carregamos Dentro de Nós

Você já reparou que explicamos o comportamento dos outros pelo caráter e o nosso próprio pelas circunstâncias?
Quando erramos, quase sempre encontramos uma explicação. Estávamos cansados, preocupados, com problemas demais na cabeça. Foi um dia difícil. Perdemos a paciência porque chegamos ao nosso limite. Respondemos mal porque alguma coisa dentro de nós já vinha doendo havia muito tempo.
Mas quando é o outro quem erra, curiosamente, as circunstâncias desaparecem.
Ele não estava cansado: ele é grosseiro.
Ela não estava passando por um momento difícil: ela é complicada.
Ele não cometeu um erro: ele é irresponsável.
Ela não perdeu a paciência: ela é arrogante.
Para nós, contexto.
Para os outros, caráter.
Talvez exista dentro de cada um de nós um pequeno tribunal onde ocupamos, ao mesmo tempo, lugares muito diferentes. Quando somos os acusados, queremos que todas as provas sejam examinadas, que nossa história seja conhecida, que nossas dores sejam consideradas. Mas quando o outro ocupa o banco dos réus, muitas vezes queremos apenas uma sentença rápida.
É estranho como conhecemos profundamente as razões dos nossos próprios erros e quase nunca conhecemos as razões dos erros alheios.
Sabemos das noites em que não dormimos.
Das preocupações que carregamos.
Das palavras que engolimos.
Das perdas que ninguém percebeu.
Das batalhas que enfrentamos silenciosamente.
Mas do outro conhecemos apenas o instante em que ele cruzou o nosso caminho.
E, ainda assim, julgamos uma vida inteira por alguns minutos.
Talvez seja essa uma das grandes injustiças das relações humanas: queremos ser compreendidos pela nossa história, mas frequentemente compreendemos os outros apenas pelo comportamento que tiveram conosco.
Não significa aceitar tudo.
Compreender não é permitir que alguém nos machuque repetidamente, nem transformar falta de respeito em desculpa. Existem comportamentos que precisam de limites e pessoas das quais precisamos manter distância.
Mas existe uma diferença enorme entre estabelecer um limite e decretar quem alguém é.
Porque uma atitude pode revelar muito sobre uma pessoa, mas nem sempre revela a pessoa inteira.
Talvez devêssemos fazer uma pergunta antes de condenar alguém:
“E se eu conhecesse as circunstâncias?”
Talvez aquele silêncio tivesse uma história.
Talvez aquela impaciência viesse de uma dor.
Talvez aquela distância escondesse uma batalha que nunca nos foi contada.
E talvez, algumas vezes, não houvesse explicação nenhuma capaz de justificar o comportamento.
Ainda assim, a pergunta teria servido para alguma coisa: impedir que nossa primeira impressão se transformasse imediatamente em verdade absoluta.
No fundo, maturidade talvez seja aprender a usar a mesma medida.
Se queremos que considerem nossas circunstâncias antes de julgarem nosso caráter, precisamos oferecer aos outros pelo menos a possibilidade de também possuírem circunstâncias que desconhecemos.
Porque todos nós carregamos capítulos que ninguém leu.
E talvez o mundo se tornasse um pouco mais humano se, antes de escrevermos a sentença sobre alguém, tivéssemos a humildade de admitir:
eu vi o comportamento, mas não conheço a história inteira.

Vida que segue


Deita e dorme...
primeiros raios do sol, já levanta,
engole o café,
paga conta.
Corre que corre... não para
vai e volta...
come... não come
chora e chora
e a dor não some...
Intoxica... desintoxica...
vai ou fica?
anda apressado
timer sempre ligado...
sonhos... esperanças...
viver... e viver... às vezes... cansa.
Olha pra frente,
olha pra trás...
vida afrouxa... vida aperta
no mundo perdido
o futuro lhe tira a paz.
Roda... roda... roda...
sorri sorridente
vida não é permanente...
chora que chora
a vida não volta atrás...
Embrulhado!
E está tudo acabado.

“Não podemos nos salvar por esforço próprio. Pois nosso Senhor já empenhou o esforço necessário. Resta-nos então trabalhar mais que escravos. Por amor a JESUS, o Filho de Deus.”

"Não escrevo para criar ideias. Escrevo para encontrar aquelas que já habitavam o silêncio."

"Minha mente não habita o presente; ela já vive na realidade trilionária que estou trazendo para o mundo, e convido você a entrar antes que as portas se fechem."

Ei, já parou pra pensar que a vida e a morte não são inimigas, mas parceiras de dança? A gente vive correndo atrás de eternidade – academia, dieta, apps de meditação –, como se pudéssemos enganar o relógio. Mas olha só: sem a sombra da morte, a vida perde o brilho. É ela que dá urgência aos nossos amores, faz a gente rir alto num pôr do sol no Arpoador, ou escrever aquela poesia que queima no peito. A morte não é o fim cruel; é o que torna cada respiração preciosa. Argumento assim: se fôssemos imortais, procrastinaríamos pra sempre, desperdiçando o agora. Epicuro já dizia que a morte não nos diz respeito, porque enquanto existimos, ela não está aqui. Então, por que temer? Viva intensamente, abrace o efêmero. A vida ganha sentido justamente porque acaba.

Saudade é o vazio que pulsa, um eco silencioso do que já foi e não volta. Não é mera ausência; é a presença fantasmagórica de momentos que se infiltram na alma como brisa úmida do mar. Ela chega sem aviso, num cheiro de café antigo, numa melodia esquecida ou no contorno de um rosto que o tempo borrou.
No peito brasileiro, saudade é patria: o samba que embala ausências, o carnaval que mascara lutos, o abraço que o oceano separou. É o que nos humaniza, nos faz poetas involuntários. Dor agridoce, ela entrelaça fios invisíveis ligando o agora ao ontem, transformando perdas em relíquias eternas.
Mas cuidado: saudade em demasia paralisa, vira prisão de memórias. Aprenda a dançá-la, como frevo leve, deixando que ela venha e vá, sem raízes profundas. Pois viver é saudade em movimento – do que partiu, do que virá. Ela nos lembra: o amor verdadeiro nunca some; apenas espera, paciente, no limbo do coração.

Já passei por tudo nesta vida, amigo.
A mente, um turbilhão atribulado, ecos de tormentas que não calam.
O corpo, marcado por cicatrizes profundas feridas que nascem na alma ferida, serpenteiam pelo peito e se instalam nos ossos, como tatuagens de batalhas invisíveis. Sofrimento que começa no pensamento, devora o espírito e termina na essência mais pura de quem sou.
Noites em claro, dias de peso insuportável, mas aqui estou, de pé.
E mesmo assim, a esperança não nos abandona, teimosa chama que resiste ao vento. Virão dias melhores, eu sei.
Um dia, isso tudo findará, como nuvem que se dissipa ao sol.
Estaremos felizes, reunidos à família, aos filhos que são nossa luz eterna, rindo sob céus limpos, livres das sombras.
A vida, afinal, guarda essa promessa para os que persistem.

Que seja um dos piores cenários de sua existência; sonhar seja algo que já nem se lembra do que é; amar e ser amado seja ficção; e que a sorte te abandonou. Lembre-se: o sol invade sua janela e ilumina seu rosto todo dia. Se não vê, escute com seus olhos o grito ensurdecedor da vida. Então viva, viva e sorria pela vida.