Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum

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Não gosto de ser chamado de Elvis Pelvis. É uma das expressões mais infantis que já ouvi vinda da boca de um adulto. Mas se quiserem me chamar assim não posso fazer nada, sou obrigado a aceitar.

Elvis Presley
Jerry Osborne, Elvis - Word for Word: What He Said, Exactly As He Said It, Jerry Osborne Enterprises, 1999
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Inserida por everlypresley

Já que tenho de salvar o dia de amanhã, já que tenho que ter uma forma porque não sinto força de ficar desorganizada, já que fatalmente precisarei enquadrar a monstruosa carne infinita e cortá-la em pedaços assimiláveis pelo tamanho de minha boca e pelo tamanho da visão de meus olhos, já que fatalmente sucumbirei à necessidade de forma que vem de meu pavor de ficar delimitada – então que pelo menos eu tenha a coragem de deixar que essa forma se forme sozinha como uma crosta que por si mesma endurece, a nebulosa de fogo que se esfria em terra. E que eu tenha a grande coragem de resistir à tentação de inventar uma forma.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
Inserida por natxalinha

Mas uma guerra sem razão
já são tantas as crianças
com armas na mão
mas explicam novamente que
a guerra gera empregos
aumenta a produção.

Existe alguém que está
contando com você
prá lutar em seu lugar
já que nessa guerra
não é ele quem vai morrer.

Inserida por sousadomingues

Porque ver é permitido, mas sentir já é perigoso. Sentir aos poucos vai exigindo uma série de coisas outras, até o momento em que não se pode mais prescindir do que foi simples constatação.

Inserida por alines2

Resistimos, aos trancos, já nem sei se foi escolha ou solavanco. Difícil arrancar uma certa lucidez disso tudo.

Inserida por DjRiana

“ há 2 tipos de pessoas as q enfrentam as adversidades e as q fogem. Fugir eh melhor”

O pensamento incomum é rejeitado por medo, não por lógica.

Inserida por domiciogabriel

Já me disseram que sou uma pessoa complicada. Eu respondo que sou do tipo decifra-me ou te devoro.

Inserida por Ponderador

⁠Eu sou uma jovem muito intensa, quero abraçar o mundo. Já me disseram centenas de milhares de vezes que é impossível, mas vou morrer tentando, a fé é o que aproxima o sonho da realidade. E outra, se meus braços são curtos demais para abraçar o mundo, há lugar que a boca não alcance?

Inserida por LeticiaButterfield

⁠Simplicidade te ensina sobre valorizar o que você já tem
E que na verdade, nada é mais rico
Do que sentir e agarrar a realidade
E fazer dela uma emocionante oportunidade

Inserida por Kayka

Uma vez me disseram que eu... ah, já nem sei o que disseram e, tampouco, faço esforço para lembrar. Estou com preguiça de escrever agora, minha alma está cansada, a cabeça pesa. Não me peçam para contar o que sinto, pois sinto tanta coisa e, ao mesmo tempo, não sinto coisa alguma.
Amanhã, sim. Amanhã eu lhes contarei o que passo. Amanhã escreverei o roteiro da minha vida, irei fazer um ensaio e apresentarei esta magnífica peça que é a minha vida. Mas hoje não. Não, não, não... Hoje não! Hoje estarei sozinha e descansarei minhas emoções. Elas gritam. Gritam muito. Céus! Já não basta estar doente dos olhos – estarei surda também?
Não: não quero pensar.
Deixe-me ver, deixe-me sentir. Só por hoje, não deixe que desperdice as sensações escrevendo. Deixe-me ser outra pessoa que não eu mesma. Criar outra coisa senão o que crio. Pensar em outras besteiras senão nas perversidades que me corroem o pensamento. Acontece que não sei criar outra coisa além daquilo que escrevo. Não sei ser outro alguém que não eu. E quem sou eu? Do que sou feita? Como escrever sobre as emoções se não sei do que são feitas?... Por cindo minutos! Por míseros cinco minutos! Permita-me apenas sentir!

Inserida por clarisse_leal

Não sou boa com números. Com frases-feitas. E com morais de história. Gosto do que me tira o fôlego. Venero o improvável. Almejo o quase impossível. Meu coração é livre, mesmo amando tanto. Tenho um ritmo que me complica. Uma vontade que não passa. Uma palavra que nunca dorme. Quer um bom desafio? Experimente gostar de mim. Não sou fácil. Não coleciono inimigos. Quase nunca estou pra ninguém. Mudo de humor conforme a lua. Me irrito fácil. Me desinteresso à toa. Tenho o desassossego dentro da bolsa. E um par de asas que nunca deixo. Às vezes, quando é tarde da noite, eu viajo. E - sem saber - busco respostas que não encontro aqui. Ontem, eu perdi um sonho. E acordei chorando, logo eu que adoro sorrir... Mas não tem nada, não. Bonito mesmo é essa coisa da vida: um dia, quando menos se espera, a gente se supera. E chega mais perto de ser quem - na verdade - a gente é.

Sou forte. Meio doce e meio ácida. Em alguns dias acho que sou fraca. E boba. Preciso de um lugar onde enfiar a cara pra esconder as lágrimas. Aí penso que não sou tão forte assim e começo a olhar pra mim. Sou forte sim, mas também choro. Sou gente. Sou humana. Sou manhosa. Sou assim. Quero que as coisas aconteçam já, logo, de uma vez. Quero que meus erros não me impeçam de continuar olhando para a frente. E quero continuar errando, pois jamais serei perfeita (ainda bem!). Tampouco quero ser comum e normal. Quero ser simplesmente eu. Quero rir, sorrir e chorar. Sentir friozinho na barriga, nó no peito, tremedeira nas pernas. Sentir que as coisas funcionam e que tenho que trocar de jeito quando insisto em algo que não dá resultado. Quero aprender e, ainda assim, continuar criança. Ficar no sol e sentir o vento gelado no nariz. Quero sentir cheiro de grama cortada e café passado. Cheiro de chuva, de flor, cheiro de vida. Aprecio as coisas simples e quero continuar descomplicando o que parece complicado. Se der pra resolver, vamos lá! Se não dá, deixa pra lá. A vida não é complicada e nem difícil, tudo depende de como a gente encara e se impõe. Quero ser eu, com minha cara azeda e absurdamente açucarada. Não quero saber tudo e nem ser racional. Quero continuar mantendo o meu cérebro no lugar onde ele se encontra: meu coração. E essa é a melhor parte de mim.

Sigo a vida conforme o roteiro, sou quase normal por fora, pra ninguém desconfiar. Mas por dentro eu deliro e questiono. Não quero uma vida pequena, um amor pequeno, um alegria que caiba dentro da bolsa. Eu quero mais que isso. Quero o que não vejo. Quero o que não entendo. Quero muito e quero sem fim. Não cresci pra viver mais ou menos, nasci com dois pares de asas, vou aonde eu me levar. Por isso, não me venha com superfícies, nada raso me satisfaz. Eu quero é o mergulho. Entrar de roupa e tudo no infinito que é a vida. E rezar – se ainda acreditar – pra sair ainda bem melhor do outro lado de lá.

Porque se olhares em mim verás...
Não sou tão má quanto pensas;
apenas não sou tão corajosa como imaginas...
Pareço forte, mas no fundo sou fraca
Fera, porém sou bela
Às vezes chata, mas no meu íntimo há sentimentos diversos
Pareço metida, porém se olhares em meu semblante com seu coração verás apenas humildade
Calma, sempre...
Posso até parecer solitária...
é que realmente tenho poucos amigos...
a diferença é que os poucos que tenho
não valem metade de um seu...
Pense nisso
depois me julgue
Lembre-se que se me julga pela aparência...
sou apenas o reflexo de sua ignorância

Não sou um ateu total, todos os dias tento encontrar um sinal de Deus, mas infelizmente não o encontro.

José Saramago

Nota: Resposta dada durante uma entrevista.

De certa forma, é bom saber que não sou o único fingindo ser normal.

Sou um pouco de todos que conheci, um pouco dos lugares que fui, um pouco das saudades que deixei e sou muito das coisas que gostei.

Não sou sempre flor. Às vezes espinho me define tão melhor. Mas só espeto os dedos de quem acha que me tem nas mãos.

Sou mestre na arte de falar em silêncio.
Toda a minha vida falei calando-me
e vivi em mim mesmo tragédias inteiras sem pronunciar uma palavra...

Sou mestre na arte de falar em silêncio.
Toda a minha vida falei calando-me
e vivi em mim mesma tragédias inteiras sem pronunciar uma palavra...