Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum
Quem sou eu para escrever o que escrevo?
Escrevo há vinte anos. Para jornais, para sites, para quem quiser ler.
Há quinze anos, vivenciei a prática: atuei em associações culturais, comunitárias, presidi grêmio estudantil, estive em movimentos sociais — inclusive na luta LGBT — e comuniquei, com voz firme, em rádio comunitária.
Trago na pele e na palavra a marca das experiências políticas e ideológicas que atravessam minha existência desde sempre.
Tenho 38 anos de vida. E esta é, talvez, minha maior formação.
Sou inquieto. Busco, pesquiso, observo, anoto.
Gosto do que é difícil de compreender — não por vaidade, mas por necessidade. Porque há beleza no que exige mais da mente e do sentir.
Não temo a sombra: ela é natural.
Não fujo do vazio ou do silêncio: convivo com eles. E sei que são territórios que só os corajosos atravessam sem desviar os olhos do espelho.
O que escrevo nasce disso tudo.
Da coragem de pensar.
Do risco de sentir.
Da ousadia de encarar o que muitos evitam.
O DIREITO
Eu tive a liberdade de escolher o que eu quero, mas o Direito decidiu que eu sou a escolha dele!
Eu sou adepto na arte de estar bem, mas por trás da minha fachada há um oceano de tristeza que ninguém jamais viu. Sentado sozinho em um quarto escuro, ouço minha música preferida, deixando-me inundar pela melancolia das notas.
As lágrimas silenciosas percorrem meu rosto enquanto as memórias dolorosas se desdobram diante de mim. Eu dominei o ofício de esconder meus problemas, mas sob a luz suave das velas, minha verdadeira angústia se revela. Cada acorde da música ressoa em meu coração partido, ecoando a solidão que eu escondo tão bem.
Minhas habilidades são uma máscara habilmente pintada, como uma tela de acrílico, óleo e aquarela que esconde a escuridão por trás de um sorriso falso. Posso pintar sobre quase tudo, mas a tristeza que habita em mim é imune à minha arte de camuflagem.
Você nunca vai saber quão tarde eu acordei ontem à noite, ou por quê. As noites se estendem indefinidamente, enquanto eu luto contra os demônios que me assombram. Meus olhos piscam como as velas que queimam lentamente, mas você não consegue ver a tormenta que está por trás deles. Você não poderia ver, porque eu sou bom demais em esconder minha dor.
Eu também posso dançar, valsando minhas tristezas, mas cada passo que dou na ponta dos pés é um esforço para evitar afundar na escuridão. O público aplaude de pé toda vez, aplaudindo o espetáculo, mas não percebe a agonia que se esconde sob os movimentos graciosos.
Eu sou muito talentoso, você vê, em esconder o que realmente sinto. Mas meu ato de desaparecimento é o meu favorito de todos os tempos. Ainda estou aperfeiçoando, desaparecendo mais fundo na escuridão a cada dia. Um dia destes, vou te mostrar como eu escorrego, escorrego, escorrego para longe da realidade, ausente, perdido na minha própria tristeza.
Eu sou a solidão
Filho da noite e do silêncio
Amante das estrelas
Vazio quanto a lua
Sem luz
Sem reflexo
Sem rastro
Sou a minha própria sombra.
Eu sou seu predador e você é a minha presa,
Eu sou seu cavalheiro e você é minha princesa.
Eu sou o seu marido e você é a minha esposa,
Eu vou gritar pro mundo pra que todo homem ouça.
Preste muita atenção no que agora vou falar,
Por você eu mato e morro, mas podes crer que vou matar.
Com você eu viro ovelha, por você eu viro lobo.
Quem se meter a besta vai virar jantar de corvo.
Eu penso que sou forte, porém, diante de algumas situações experimento quão grande é minha fraqueza. Mesmo assim, ergo a cabeça, respiro fundo e vou em paz enfrentar o desafio.
Senhor, meu Deus.
Você é quem está no meu coração,
sou eu quem te louvo,
as palavras são sangue dentro de mim, você é quem está no meu coração,
você é quem está na minha vida,
Você é quem está em meu pensamento.
No comando da minha vida.
Amém!
Eu sou poeta,
Eu dou valor pra minhas coisas
Amo quem me ama.vou com fé atras do
que conquistor sou lutador.
"Este sou eu, mas este sou eu de verdade.
Esta é a face da minh'alma, que sem você é só metade.
Um todo de tristezas, metade de alegrias e nada de felicidade.
A única coisa que me existe por completo, em sua ausência, é a saudade.
Essa é a minha face.
Sou só metade, sem você, minha cara metade.
Me divido em dois frontes, batalhando com a solidão e a saudade.
Sem você, os amores se tornam completas mentiras e meias verdades.
Eu sou só metade.
Metade de bondade e um completo de maldade.
Não me maltrate.
Amiúde peço-lhe de verdade.
Por favor, devolva minha metade..."
"Eu não sou um homem erudito.
Não me debrucei sobre Machado, Zé de Alencar, Drummond ou Conceição Evaristo.
Eu só sinto.
Sinto tanto, sinto coisas que, se não externadas de alguma forma, matariam-me em um suspiro.
São só suplícios.
As vezes são súplicas por um amor que, sei que está morto, mas ao meu eu, é um Deus vivo.
Ressurreto, como o próprio Cristo.
Eu só sinto.
Sinto muito por ela não ver-me como eu a vejo, sinto por ela não compartilhar do meu delírio.
Ao leitor sou devaneios, loucuras, fantasias, mas todo aquele que me conhece sabe; sou sucinto.
Sou sozinho.
E não somos todos nós? Uns mais que outros, quando a carne, sempre acompanhada, não encontra em outra alma, um abrigo.
Quisera eu, que as lembranças passassem, como as águas serenas, do Velho Chico.
Lembro-me dos versos do grande Vercillo.
Quando em nosso abraço se fez um Ciclo.
E eu só sinto.
Sinto por não ser o que ela queria, não ser o sonho dela, não ser dela pela eternidade e não sair desse labirinto.
Talvez um dia, quando eu for só um espírito.
Quando eu for um poliglota da carne, e saber ler as curvas da beldade que é aquele corpo, como um papiro.
Ou talvez, quando eu for um sábio, letrado, talvez de posses, um homem rico.
Quiçá, talvez, quando eu for um homem erudito..."
"Eu era tempestade, você veio, sou calmaria.
E hoje? Sou tempestade.
Eu era frio, você veio, sou calor.
E hoje? Sou frio.
Eu era tristeza, você veio, sou felicidade.
E hoje? Sou tristeza.
Eu era escuridão, você veio, sou luz.
E hoje? Sou escuridão.
Eu era solidão, você veio, minha companhia.
E hoje? Sou solidão.
Eu era algo sem rima, você veio, sou poesia.
E hoje? Não tenho mais rima.
A saudade é minha sina.
Ah, aquela menina.
Você veio, você se foi.
Hoje só me resta na memória as lembranças do que eu era antes de nós dois..."
"Ô moça, 'cê tá até bem, quem não tá bem sou eu.
Como ficar bem, se na madrugada, desperto do pesadelo de você e eu?
Ecoa pelo meu corpo e abala minh'alma, os sonhos que me prometeu.
Ô moça, 'cê tá até bem, quem não tá bem sou eu.
Meu parvo coração, ainda sonha com o seu abraço, meu apogeu.
Ainda tenta se curar das mentiras que o entristeceu.
Ô moça, 'cê mente até bem, verdadeiro foi eu.
Quem te olhou nos olhos de lágrimas, cuja minha mente entorpeceu.
Eu, um ávido amante da razão, a loucura da sua ausência, minhas palavras enlouqueceu.
A sua doença é a ausência da verdade e o meu problema é a ausência de um beijo seu.
Ô moça, sua doença até tem cura, o que não tem solução é o meu..."
"Eu estou morto.
Eu não sei quem me matou.
Também, há muito, que nem sei quem sou.
Então, não sei quem morreu, ou quem me matou.
Mas sei que estou morto e que morto, estou.
Ser ou não ser, ser quem não ama, ou ser quem odiou?
Ser quem ela deseja, ou ser quem sou?
Nessas idas e vindas, não sei se fico; não sei se vou.
Não sei se é ódio, não sei se é amor.
Coração empedrado, desprezo, rancor.
Amaldiçoo-a pela madrugada, acordei respirando n'outro dia, que azar, senhor.
Meu corpo vive, mas minh'alma, há muito que jaz, e não sei quem a matou.
O que sei? Mesmo respirando, sorrindo, coração batendo, divertindo; morto estou..."
D'oje em diante, eu te amo.
É a verdade, sou eu, o que posso fazer? Eu te amo.
Bate meu coração, e a cada batida, ele exclama, 'Eu te amo!'.
Ora, o que posso fazer? Se é a ti que amo?
Raia o Sol, brilha a Lua, e é você que eu amo.
Agora, já não sei mais meu nome, a minha idade, meu signo, o que sou; o que sei? Eu te amo.
Hoje? Sou seu. Ontem? Fui. Amanhã? Serei. E por toda eternidade, gritarei na face do próprio Deus 'Eu te amo!'
Era um amor exíguo.
Amor e ódio? Iguais, ambíguos.
Eu sou aquele tipo de demônio que vislumbra de perto as portas do paraíso.
Só me existe escuridão se a sua luz não está comigo.
O que era oceano hoje são só resquícios.
Pingos de chuva na pequena poça de prazer, onde fora um mar vivo.
Vivo, muito bem vivido, sou vívido.
Sem ti, sobrevivo.
O toque dos nosso lábios seria a minha felicidade, mas é só delírio.
Viver com as lembranças de ti é um martírio.
Rogo a Deus, à morte já fiz um pedido.
Mate em meu ser esse amor finito.
Livrai-me, Criador, daquele amor exíguo...
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