Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum

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“Quando jovem, os adultos me diziam que mentir era errado.
Hoje, o errado sou eu por ter acreditado em quem mentiu.”

Eu não sou digna de dó.
Nem do ré mi sou.
Esse cansaço que me domina hoje vem de fora.
Não é de mim!
A minha mente pragueja entre os percevejos.
Que eu não vejo!
Lutei! Lutei! Pela perseverança.
Hoje tive uma conquista!
Após muita perseguição.
Veio um fio de esperança.
Consegui uma vitória.
Embora as falcatruas continuem.
Do lado de fora.
Para enganar outrem.
Nesse faroeste cabloco.
Onde Deus é o meu guia.
Dia após dia....
Contra toda essa hipocrisia.
ܔܢܜܔ.𖥔 ݁ ˖ܔܢܜܔ.𖥔 ݁ ˖




【┘】

⁠Eu sou imensamente abençoada e iluminada por Deus.
Eu sou rica em luz, amor e felicidade.
Eu sou uma pessoa próspera e que nada me falte.
E tenho certeza que a cada passo meu, Deus está comigo.
Amém!

Eu sou árvore
que fala ao fim da tarde
E se não ouvires a minha voz
mudo para o tom do vento.

“Eu não sou feito apenas de dias vividos, mas de tudo aquilo que eu senti em silêncio e ninguém jamais percebeu — e é isso que mais me constrói e mais me desfaz.”
— Anderson Del Duque

"Eu sou todas as emoções.


Eu sou a mistura de todos os sentimentos e de todas as emoções: eu sou o amor, eu sou o ódio, sou a mistura de tudo. Eu sou a chuva, eu sou o sol, eu sou a mistura de todas as estações. Eu sou o perdão, eu sou a condição, eu sou a mistura de todas as sensações. Eu sou a calmaria e eu sou a agitação, eu sou a soma de todas as motivações."


Autora: Priscila da Silva Oliveira Orphanides

Bunga Raya solitária
sob a noite estrelada,
Sou eu esperando ser
pelo amor encontrada.

Eu sou o meu povo,
e o povo me é;
Não preciso de mandato
por onde passo;
Nada e nem ninguém
mais importa;
Não sou presença,
e sim História;
Nas linhas do destino
sou eu quem escrevo;
Nasci poeta enraizada:
(para o seu desespero).

Os meus Versos Intimistas
a cada leitura têm a mesma
gostosura do Tucumã,
E eu não sou diferente
porque quanto mais você
se afasta dentro o amor
a cada dia segue crescente
- poético e imparavelmente.

Ações coloniais
matam com fuzis,
Eu sou a arte que mata
com todas as cores,
Posso me vestir com
todos os tipos de mortes,
Porque sou a poesia
que mata com palavras.

Eu nem deveria ter dado ouvidos,
Quem disse que sou obediente?
Deu a mão, o coração, e tudo mais,
Me endividei com o futuro.

Eu sou corno
Para o bem da pecuária
Brasileira
Que está por cima

⁠eu sou um ser
Que quer ser de você

Eu sou um coroa enxuto
Depois
De molhado

Maior que qualquer vazio é a plenitude de saber quem eu sou.

Pra Ser Dois
( Narcélio e Rodrigo)



O melhor de mim eu dei, ofereci o que pude
Não sou perfeito, às vezes chato e rude
Sei que nem sempre é fácil me entender
Mas meu mundo gira em torno de você


Todo casal tem que se adaptar pra ser dois
Deixar o ego e o orgulho pra depois
Me mude com o que tem de melhor, serei grato
O nosso amor é o mais belo ato


Eu vejo em você a força que me falta
Sua paciência é a bússola que me exalta
Quero aprender a ser um porto seguro
E construir contigo nosso futuro
(
Não é sobre perder quem a gente é
É sobre somar, caminhar com fé
Um pelo outro, na mesma direção
Essa é a nossa canção

⁠Não me pergunte se eu sou mais emocional ou racional, pois eu opero constantemente sendo ambos — o sujeito emocional e o racional — porém, estabeleço uma hierarquia, onde o emocional raramente dá a palavra final.

Palhaço Eu Sou

No palco da vida, eu me apresentei
Com o coração aberto, eu sonhei
Pensei que o seu sorriso era o meu lugar
Mas cada aplauso era só pra me enganar
Palhaço eu sou, por acreditar no seu amor
Por te amar tanto assim, sem ver o fim
Palhaço eu sou, por me iludir com qualquer bobagem
E me perder nessa viagem


Pintei meu rosto com a maquiagem da esperança
Dancei a dança tola da confiança
Cada palavra sua, um truque de magia
Que me deixava cego nessa fantasia


Agora as luzes se apagam, o show terminou
E o palhaço triste aqui ficou
Recolhendo os pedaços do que acreditei
No silêncio do palco onde eu me entreguei

⁠AUTOPSICOGRAFIA:

Entre o ser e o ter... Eu não sei!
Qual a dor e a que não foi
Quem sou não sou nem serei
Pois ambas as dores me dói
Quão a dor de se ser rei...

Ansiei ser tudo que se há
Ninguém a mim pôde ver
Se viu não há de encontrar
Senti o meu ser escorrer
Da vida que não me está

Se a morte não me venceu, quem sou eu para temer a vida?
— Nildinha Freitas