Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum

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Eu sou um grande admirador de pessoas grotescamente verdadeiras e tenho pavor de pessoas delicadamente mentirosas.

ele
é
poema
eu
sou
problema

"Eu sei, prezei pela verdade.
Mas sou mentiroso e ela sabe.
Ela descobriu, quando eu disse que já não sinto saudade.
Quando ela disse que ia e eu respondi 'já vai tarde'.
É mentira, é verdade.
E ela sabe.
Sabe pois, a boca pode mentir, mas o ardor da pele, o brilho no olhar, servem à verdade.
A boca que lhe desenhava o corpo, em cada curva de prazer, é a mesma que professa inverdades.
Um todo de nada, palavras de amor, puro fulgor, juras, leviandades.
Amar é vaidade.
É crer que se é possível querer e conquistar a da alma, metade.
E eu a amei, amei-a em cada esquina da cidade.
Em cada bar, em cada copo, em cada dose, em toda parte.
Vá, amor, vá; me odeie, esperneie, grite, fale.
Acho é bom, que mesmo em ódio, estarei novamente em sua boca, em cada frase.
Rogo para que o silêncio lhe encontre e minha boca, novamente, te cale.
Sem voz, sem sussurros, somente os gemidos, e o arrepiar, o choque da tez, como eletricidade.
Eu minto, amor, minto, pois fingir não te amar, fazer te odiar, é o único jeito de manter a minha sanidade.
Lhe amaldiçoo por me corromper, logo eu, que sempre prezei pela verdade..."

"Eu sou só o palco em que desfilas.
Eu sou a escuridão, para que você seja a luz que brilha.
Serei palavras soltas, para que meus pedaços você os una e recite poesia.
Serei tristeza, para que sejas alegria.
Serei a carne, para que me sangre com sua lâmina fria.
De bom grado, serei a morte, para que sejas vida.
Serei a seca, para que você seja a chuva por sobre as pradarias.
Farei-me efêmero, para que tu se eternize em minhas escritas.
Entre modas, sonhos de bodas, palavras não ditas.
Alianças derretidas.
Palavras, promessas, juras vazias.
Sentimentos, olhares, mulheres malditas.
Percebi que sou nada, além do palco em que tu, amada minha, desfilas..."

O que tentou me quebrar virou o ponto exato onde descobri quem eu realmente sou.

Eu era feita de resolver tudo. Hoje sou feita de saber limites: não sou Deus, e o que não depende de mim, já não me preocupa.

⁠ Existe pessoas boas... Eu acredito que tudo pode acontecer... Eu sou eu, você é você ... E o sentido está em nos entender...

Eu sou a força que não me deixa desistir, o sorriso que esconde as lágrimas, e a luz que brilha no fim do túnel, mesmo quando tudo parece escuro. Eu sobrevivo, eu resisto, eu renasço.

Eu sou eu, o outro é o outro, e juntos somos nozes.

Não importa se a cilindrada é alta ou baixa... EU sou a velocidade

Eu sou dois países,
um deles feito de areia e silêncio.
O vento me atravessa como lembrança,
e cada grão que toca minha pele
me conta uma história que eu já vivi
sem saber.

Não sonho com as Arábias —
eu sou o sonho delas.
Sou o deserto que caminha,
a miragem que sente,
a memória que dança entre dunas.

E quando fecho os olhos,
não viajo —
eu retorno.

Eu sou a mistura da indígena, do africano e do judeu.

Pai e mãe habitam em mim, e eu que sou filha

Não sei mais se sou eu quem escrevo, vejo meus dedos, mas escrevo com o coração.⁠

"Eu não falo de Jesus porque mereço, eu não mereço nada, pois sou pecador, porém a sua misericórdia é fiel aqueles que o buscam"

Eu sou Cecília, um nome de flor com pétolas de sonhos e coração de amor meu caminho é de luz, de poesia e de arte um jardim onde crescem as emoções, sem partir.

Se eu sou capaz de me tratar melhor do que você me trata, então não preciso de você.

Muito... Mais muito ruim em relacionamentos amoroso sou eu... tanto, tanto que em tentar fico tonto, tonto ...

Eu te amo, Ba.
Te amo com tudo o que sou
e com tudo o que tenho para te oferecer.


Amo você de maneira despida,
transparente.


E ainda me surpreende
às vezes até me custa acreditar
que esse amor que entrego inteiro
seja recebido
e devolvido
na mesma intensidade.

Eu não sou feito de respostas.
Sou feito de rachaduras.


Por dentro, tudo em mim é barulho:
pensamentos tropeçando,
memórias se mordendo,
desejos que não cabem no corpo.


Eu existo em estado de urgência.


Tenho dias em que me sinto infinito
e outros em que mal caibo em mim.
Tenho vontade de ser tudo
e medo de não ser nada.


Eu me desmonto com frequência.
E não é metáfora.
Eu me desmonto mesmo.
Ideias, identidade, planos, certezas —
tudo cai no chão.
E eu junto os pedaços
com mãos tremendo.


Não sou estável.
Sou vivo.


Carrego perguntas como quem carrega feridas abertas:
quem eu sou quando ninguém está olhando?
quem eu seria se não tivesse aprendido a me esconder?
quem eu posso ser se eu parar de pedir permissão?


Às vezes eu me sinto grande demais para esse mundo pequeno.
Às vezes pequeno demais para meus próprios sonhos.


Eu sinto tudo no limite:
o amor rasga,
a perda ecoa,
o desejo arde,
o medo grita.


Não sei sentir pouco.


Se eu te disser que sou forte,
é porque você não viu minhas noites.
Se eu te disser que sou sábio,
é porque você não viu quantas vezes eu me perdi.


Eu sou feito de tentativas.
E de fracassos belos.
E de recomeços malfeitos.
E de coragem improvisada.


Não me peça equilíbrio.
Eu sou terremoto aprendendo a andar.


Mas deixa eu te contar algo:
se você me ler e doer,
é porque tem algo em você querendo sair.


Porque todo mundo anda por aí
se amputando emocionalmente
para caber.


E eu não quero caber.
Eu quero existir.


Eu quero que minhas contradições respirem.
Que meus abismos tenham nome.
Que minha bagunça seja honesta.


Eu não sou exemplo.
Sou espelho.


Se você se vê em mim,
não é coincidência —
é humanidade.


Você também sente demais.
Você também finge menos do que parece.
Você também tem um caos bonito aí dentro
pedindo para ser reconhecido.


Então não se organize.
Se entenda.


Não se controle.
Se escute.


Não se esconda.
Se permita.


Porque viver
não é parecer inteiro —
é continuar mesmo em pedaços.


E se alguém te chamar de intenso,
agradeça.


Pior seria ser vazio.