Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum
Já passei pela fase do automatismo, quando Deus se resumia a umas rezas apressadas antes de dormir, ou a uma lembrança mais ardente em véspera de prova difícil. Já passei também pelo ateísmo, embora fosse só de fachada.
Quando você acalmar o seu coração, vai perceber que Deus já acalmou a tempestade e paralisou o vento que atormentava a sua vida. O medo impede você de ver o Senhor agindo em seu favor.
Ela já foi frágil, hoje definiria-a como decidida. Foram dias difíceis que ela teve que passar, alguns deles até sozinha. Mas nada que a resistisse, fizesse murmurar ou querer retroceder. Ao contrário! Chorou quando foi necessário, teve seus dias de "luto"... não durou muito. A alma está limpa, o coração, depois que foi ferido, finalmente estava se curando. Hoje ela tomou a direção e tem amado os novos caminhos.
No instante em que começo a tentar compreender, já não preciso agir. A compreensão é o esconderijo para onde a energia da mudança desliza.
Neo-liberalismo, monocultura, padronização, o aquecimento global já não é ficção, movidos pelo lucro a vaidade e o poder, homens mortos pelo ego antes de nascer, na nova era chega a terra a nova concepção, respiro fundo fecho os olhos de pé permaneço, abro o cosmos a janela do meu coração, entrego, confio, aceito e agradeço. Luz preencha todo o meu ser e mostre o que podemos ver, além do que é material, se encontra a alegria, fé o Jah eu vou seguir com fé, fluindo na força maior, que cria e muda pra melhor, em sintonia.
Será que vale a pena correr tanto sem saber aonde estamos indo? Já dizia um sábio autor, que não me recordo muito bem o nome, a seguinte frase: "Não siga uma multidão, você não saberá aonde eles estão indo". Na verdade, em toda caminhada, o importante é a direção, o rumo, os objetivos. Caminhar à toa é perca de tempo, é como andar em círculos, nunca sairá do ponto de partida e se sair voltará ao mesmo lugar que começou sua caminhada. Por isso, se você quer chegar a algum lugar, tenha uma direção certa, trace suas metas, construa suas pontes, tenha em mente os caminhos que você deseja seguir, para desta forma conseguir chegar onde se deseja. Ou então, você será levado, como uma folha seca jogada ao vento, pelas mãos incertas do destino.
Você pode clarear a mente daqueles que já abriram a porta do conhecimento, mas nunca vai conseguir iluminar aqueles que mantêm a porta fechada.
A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos em frente. Nada além de um novo rumo, um novo capítulo da história. Já não é mais possível fazer curvas, retornos, nada mais nos prende ali. Não há mais argumentos que justifiquem a nossa permanência. A não ser o medo. O medo do novo. Do incerto. De tudo aquilo que tira a sensação de segurança do peito. De tudo aquilo que parece não ser firme o suficiente para que nós mergulhemos de cabeça. Todos que me veem me enxergam como a pessoa mais bem resolvida do mundo. A mais decidida. A que encoraja a todos, a que estimula a cada amigo ou conhecido a ir além dos seus próprios limites, sair da zona de conforto, não ter medo do escuro, do que ainda não se pode saber se vale a pena insistir, persistir ou desistir. Mas de perto, olhando assim, em zoom, eu não passo de mais um desses seres humanos meio perdidos, tentando saber qual é o seu lugar no mundo, por onde preciso ir para chegar onde quero ou se tomo meia dúzia de decisões irrevogáveis que mudarão o meu destino para sempre. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende, eu diria – o medo. Em contrapartida, tenho tentado me aproximar cada vez mais de tudo aquilo que não me impede de bater asas. De voar. De ir além. Mas, ridiculamente, eu não saio do conforto e da segurança do chão. Eu não bato as tais asas que sinto prenderem, que sigo procurando espaço suficiente para abrir. Vivo a dualidade de um passarinho que sonha em conhecer o mundo, tem a porta da gaiola aberta, mas não se move. Não sai do lugar. Eu só não queria ter tanto medo. Queria que alguém me jurasse, me prometesse que tudo vai dar certo, que não vou me arrepender do próximo passo, que não preciso do que é mais cômodo e menos feliz, só por não ter certeza se a vida vai me sorrir de volta ou vai me receber com uma porta na cara e um aviso de – volte mais tarde. A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos mais em frente. É como aqueles jogos de videogame que a tela te empurra para frente e te obriga a enfrentar todos os vilões, todas as dificuldades que surgirem pelo caminho. Mas repito – tenho medo. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende a este presente que já não me acelera o coração, não me faz feliz, não me faz bem, pelo contrário, me suga, me sufoca, me maltrata, me maldiz, me adoece, eu diria – a falta de coragem. Vivo a angustia de ser um passarinho com sonhos do tamanho do mundo, com a oportunidade de realizar, ao menos por ora, pequenos feitos, mas que não se move. Não sai do lugar. Por medo de que só a vontade de ser feliz não seja suficiente para ser.
Sorrir, rir, gargalhar... Nenhum motivo em especial, apenas a vontade de transbordar o que já não cabe mais em mim.
Há certos momentos da nossa vida, em que um pouquinho de verdade e sinceridade já basta, para a gente formar uma opinião própria... Às vezes estar em paz consigo mesmo, é melhor do que estar certo...
Você já parou para pensar no turbilhão de sentimentos que existe dentro você? Muitos são naturais, muitos provocados, muitos sem querer desejados. Não adianta fugir, você é isto: sentimentos.
O quanto de vida você já trocou por alguma coisa que queria? E o que queria depois de conseguir valeu a pena?
As Armadilhas do Passado - Estudemos as coisas que já não existem. É necessário conhecê-las, ainda que não seja senão para as evitar. As contrafações do passado tomam nomes falsos e gostam de chamar-se o futuro. Esta alma do outro mundo, o passado, é atreita a falsificar o seu passaporte. Precatemo-nos contra o laço, desconfiemos dela. O passado tem um rosto, que é a superstição, e uma máscara, que é a hipocrisia. Denunciemos-lhe o rosto e arranquemos-lhe a máscara.
Que nunca me falte a força e coragem de lutar para seguir sempre em frente, meu caminho já está trilhado, só preciso saber por onde andar.
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