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Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum

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A direção em que você está é mais importante que a distância que já percorreu.

Já pensou quanto tempo se perde para ganhar o dinheiro que se gasta?

Quantas portas você está deixando de abrir pelo medo de se arriscar?

Comece já a vencer todos os seus medos! Aproveite hoje para abrir todas as portas de sua vida. Comece já a vencer todos aqueles seus medos que estão te impedindo de ser totalmente feliz! Aqueles mesmos medos que estão te impedindo de realizar seus sonhos. Vamos! Força!

Quantas vezes você morreu por dentro por permitir que o medo falasse mais alto em sua vida? Quantas oportunidades perdidas, heim?! Quantas vezes você perdeu a liberdade só porque sentiu medo de abrir as portas dos seus sonhos?

Encare de frente a sua realidade, os seus desafios, os seus medos, tá? Pare de sentir medo de fracassar! Pare de sentir medo do novo! Pare já de sentir medo do desconhecido! Pare de sentir medo de errar!

Você já sabe que de cada dez desculpas que você dá ou que você ouve, somente nove tem uma grande razão, né? O medo está acabando e inferiorizando as pessoas, sabia? A grande porcaria do medo é que ele paralisa feito um veneno! E consome as mais puras das energias deixando a pessoa arriada, desgastada, cansada... e derrotada antes mesmo do início da luta!

Não dê tanto poder assim aos medos que você carrega em sua vida. Não permita mais que os fantasmas prejudiquem o seu viver. Quase todos eles, medos e fantasmas, são imaginários, sabia? Nunca mais deixe que o medo acabe com você como pessoa, como indivíduo, tá?

E dos seus atuais 9 medos, eu te garanto que eles não são verdadeiros e nem tão grandes quanto aparentam. Talvez eles estejam é fazendo você perder grandes chances de ser feliz! Claro: quando alguém fica com medo de fracassar, acaba fracassando por causa do próprio medo.

De agora em diante, não mais permita que qualquer medo perturbe a sua vida, deixando de fazer as coisas como precisam ser feitas, ok? O medo não pode mais ficar criando dificuldades imaginárias e falsas em sua vida! E nem na vida de ninguém, pô! O medo não pode mais contagiar e se multiplicar, tá? É bom saber que o medo, precisa ser alimentado, viu? Cuidado! E ao admitir isso, saiba que o medo pode colocar tudo a perder em sua vida e não ajudar a construir nada de bom!

Faça tudo para ser feliz! E tudo com emoção! Sem medos!

Abra a porta que conduz à liberdade! Lembra da história da porta temida pelos prisioneiros do rei que dizia assim: você prefere morrer aqui ou abrir a porta? E o que tinha atrás daquela assustadora porta? A liberdade! Exatamente isso é o que há depois do medo vencido: a liberdade!
Bom Dia! Bom Divertimento!

"Não tenha medo de dar um grande passo quando for necessário. É impossível cruzar um abismo com dois ou mais pequenos saltos" - David (Lloyd George)

Dean: Você nem liga para morrer. Você já está morto.

Independente do que possa acontecer com a gente daqui para frente, já valeu ter lhe conhecido...

Lá na infância
Qualquer pessoa que já tenha se separado e tenha filhos sabe como a gente se preocupa com a reação deles e procura amenizar qualquer estrago provocado por essa desestruturação. É preciso munir-se de muito respeito, delicadeza e amor para que essa ruptura seja bem assimilada e não produza traumas e inseguranças.

Muito do que somos hoje, do que sofremos e do que superamos, tem a ver com aquele lugar chamado "infância", que nem sempre é um paraíso. Por mais que tenhamos brincado e recebido afeto, é lá na infância que começamos a nos formar e a nos deformar através de medos, dúvidas, sensações de abandono e, principalmente, através da busca de identidade.

Por tudo isso, estou até agora encantada com a leitura de Marcas de Nascença, fenomenal livro da canadense Nancy Huston e que deixo como dica antes de sair de férias. O livro é narrado por quatro crianças de uma mesma família, em épocas diferentes, todas quando tinham seis anos: primeiro, um garotinho totalmente presunçoso, morador da Califórnia, em 2004. Depois, o relato do pai dele, quando este também tinha seis anos, em 1982. A seguir, a avó, em 1962, e por fim a bisavó, em 1944. Ou seja, é um romance genealogicamente invertido, começando logo após o 11 de Setembro e terminando durante a Segunda Guerra Mundial, mas é também um romance psicanalítico, e é aí que se torna genial: relata com bom humor e sem sentimentalismo todo o caldeirão de emoções da infância, mostrando como nossas feridas infantis seguem abertas a longo prazo, como as fendas familiares determinam nossos futuros ódios e preconceitos e como somos "construídos" a partir das nossas dores e das nossas ilusões. Mas tudo isso numa narrativa sem ranço, absolutamente cativante, diria até alegre, mesmo diante dessas pequenas tragédias íntimas.
A autora é bastante conhecida fora do Brasil e ela própria, aos seis anos, foi abandonada pela mãe, o que explica muito do seu fascínio sobre as marcas que a infância nos impõe vida afora. É incrível como ela consegue traduzir os pensamentos infantis (que muitas vezes são adultos demais para a idade dos personagens, mas tudo bem), demonstrando que toda criança é uma observadora perspicaz do universo e que não despreza nada do que capta: toda informação e todo sentimento será transformado em traço de personalidade.

Comecei falando de separação, que é o fantasma familiar mais comum, mas há diversas outras questões que são consideradas "linhas de falha" pela autora e que são transmitidas de geração para geração. Permissividade demais gerando criaturinhas manipuladoras, mudanças constantes de endereço e de cidade provocando um desenraizamento perturbador, o testemunho constante de brigas entre pessoas que se dizem amar, promessas não-cumpridas, pais que trabalham excessivamente, a religião despertando culpas, a política induzindo a discordâncias e exílios, até mesmo uma boneca muito desejada que nunca chegou às nossas mãos: tudo o que nos aconteceu na infância ou o que não nos aconteceu acaba deixando marcas para sempre. Fazer o quê? Em vez de tentar escapar de certas lembranças, o melhor é mergulhar nelas e voltar à tona com menos desespero e mais sabedoria. Todos temos nossas dores de estimação. O que nos diferencia uns dos outros é a capacidade de conviver amigavelmente com elas.

Já parou para pensar que os sonhos que sobrevivem aos devaneios são indicadores do que somos e para onde devemos ir? Pois é, sonhos relutantes indicam o que viemos fazer aqui.

— Icaro Fonseca

Não vamos mais lutar pra legalizar, se a natureza já legalizo. Porque a planta brota da terra.

E todos os amantes já adormeceram, e todas as palavras já se calaram
Já não vive o mundo em que se perderam
Nem as madrugadas em que se amaram
Quero sentir, quero ouvir
Seus passos de volta a minha porta
Pra dizer que me amava quando estava longe
E deixar que amanha juntos nos encontre
E que passe a ser vida o que hoje é só sonho
E que se acabe os segredos, e que se aumente os desejos
E assim enquanto eu te beijo, que mude o destino por um minuto
Que meu corpo encontre o seu corpo num prazer absoluto
E assim enquanto eu te abraço me aperte em seus braços por um minuto
De um jeito que só você sabe, de um jeito que só eu sei

Já não há razão pra não ser pra sempre dessa vez há de ser, tem que ser diferente
Não me deixe sozinho nem mesmo um pouco
Que esse pouco me deixa cada vez mais louco
E que se acabem os segredos, e que se aumentem os desejos

Já fiz besteiras dignas de risadas, quebrei protocolos, e outras coisas que nem deram muito certo. Tudo pelo gosto da liberdade e desprendimento de viver.

"Algumas vezes, quando reflito acerca de toda a cerveja que já bebi, me sinto envergonhado. Mas logo vejo a alma do copo e penso nos trabalhadores da cervejaria e seus sonhos e esperanças. Se eu não bebesse esta cerveja, eles poderiam perder seus trabalhos e todos os seus sonhos veriam-se desfeitos. Portanto, eu digo, “melhor que eu beba esta cerveja permitindo que sonhos se tornem realidade do que eu seja egoísta e me preocupe com meu fígado.”

Ana minha irmãzinha… Continuo com febre em Gramado, é o quinto dia já sem ver a Julia, com o Rodrigo sozinho, coitado, tendo que se virar, mas mesmo assim de algum modo eu fico tranquila, pois não pode existir nesse mundo um pai melhor pra ela, não que ele saiba tudo, ao contrário, tem tanta coisa que ele não sabe, toda hora ele escreve ou liga querendo saber como dá o banho, como dá a sopa, como tratar a assadura, como botar pra arrotar; mas mesmo sem saber tanta coisa, ele sabe o principal… que é amar a filha acima de tudo, e se comprometer com esse amor.
Como é que se faz uma festa sem você Ana? Eu me fiz essa pergunta enquanto preparava os doces, entregava os convites, enchia os balões de gás, inventava as brincadeiras. Como é que se dá uma festa sem você minha irmã? A resposta é simples: Não se dá, pois você esteve ao nosso lado o tempo todo, em cada sorriso da Julia, em cada criança correndo cheia de vida, em cada laço colorido de presente que chegava prometendo uma surpresa boa.
Essa festa serviu para comemorar, mais que tudo, a sua coragem em ter presenteado esse mundo com a Julia.
Essa festa foi uma homenagem á sua vida… a vida que brinca, que sorri, ta cada dia mais linda, mais doce, mais parecida com você.
A Julia deu seus primeiros passos dois messes depois de completar um ano de idade, em uma quinta-feira de céu azul no meio do parque, ela me olhou espantada como se não acreditasse no que tinha acabado de acontecer.
A Julia teve a sorte de ter algo que nós duas não tivemos Ana… um Pai! Um pai maravilhoso, que apesar da correria entre a faculdade e o trabalho fez questão de estar presente no primeiro dia de aula da filha.
Ontem foi a primeira festa Junina. A vovó fez questão de encomendar o vestidinho dela sob medida. E você sabe que eu não sou de contar vantagem, mas a Julia era a caipirinha mais linda da festa, sem brincadeira, todo mundo se virava pra olhar.
Nos últimos tempos Ana, a Julia deu pra me chamar de mãe, que me deixou triste e feliz ao mesmo tempo, mas principalmente confusa. O Rodrigo e eu fomos até uma psicologa que disse que era pra gente deixar, mas sempre explicando que ela tem uma mãe de verdade e outra mãe de criação, e que as duas amam ela pra valer.
Dizem que na vida a gente se acostuma com tudo… Não é verdade! Anos se passaram e eu não me acostumei. Ninguém esquece uma saudade, nem substitui um amor. Nessas datas então, como eu poderia não me lembrar.
Ainda sim no aniversário da Julia eu sabia que era eu quem estava recebendo o melhor presente… um presente de uma irmã tão generosa, que antes de ir embora deixou uma parte dela comigo, pra que eu nunca me sentisse sozinha, para que a saudade não me matasse.

Viver no teu caos já não me satisfaz. Preciso de um cais em um porto, do qual meu corpo não parta mais.

Reflexão
Seje feliz, hoje e amanha, mas não se esqueça, que o ontem já passou.

Toda garota já se arrependeu de ter cortado o cabelo, já quebrou a unha, já comeu chocolate ou sorvete pra matar a tristeza, já se apaixonou pela pessoa errada, já brigou com a melhor amiga, já se ferrou em alguma prova, já se atrasou, já ficou zangada sem motivo, já chorou de tanto rir, já duvidou de alguém, já pensou bobeiras, já teve pesadelos, já ficou 1h no telefone. Toda garota tem um bicho de pelúcia, acredita na amizade entre meninos e meninas, tem um ídolo, um livro preferido, uma mania irritante, um vício e uma paixão platônica. Toda garota já correu riscos por uma pessoa que não mereceu. Toda garota já se arrependeu e já errou. Mas cada uma é especial, por fazer muito mais que isso, e continuar possuindo a beleza e o carisma que encanta a todos.

O inimigo mais terrível é aquele que já foi nosso amigo, pois conhece as nossas fraquezas.

No sistema capitalista, para cada dez pessoas que riem cem choram. Já no sistema socialista, ninguém chora mas, também ninguém ri.

Cuidado com as pessoas. Elas te conhecem hoje, te amam amanhã, e no dia seguinte você já é passado.

Gabriela rosolen
você é a menina mais linda que já conheci,
A primeira vez que te vi me perdi em teus lindo olhos azuis.
Sei que as vezes não demostro isso mas te amo demais

Amor, quando é amor, termina em barraco. Se termina em silêncio, já não era mais nada.