Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum

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Quando o Texto Me Lê

Eu pensei que escrevia
para dizer ao mundo.
Mas escrevo
para escutar
o que ainda não sei.

A palavra sai achando
que sabe o caminho,
desfila segura,
convencida.

Até que eu volto.
Leio.
E o texto me olha de volta.

Ler o que escrevi
é chegar atrasado
a mim mesmo.
Um espelho sem rosto,
só gesto,
só intenção escancarada.

O medo se esconde
em frases longas,
cheias de vírgulas,
com medo do fim.

A coragem aparece
sem alarde,
num verbo simples
que não pede desculpa.

Enquanto escrevo,
defendo ideias.
Quando leio,
negocio com elas.

Descubro palavras
que não eram minhas
apenas passaram.
E verdades pequenas
que se sentaram
e ficaram.

O texto pergunta,
com ironia mansa:
Era isso mesmo?

Às vezes dói reler.
A genialidade de ontem
vira eco vazio hoje.
Outras vezes assusta:
fui eu
que escrevi isso?

Sim.
Fui eu.
Naquele dia.
Com aquele peso.
Com aquela lucidez possível.

O texto não mente:
ele registra o movimento.

Escrever não acaba
no ponto final.
Começa
quando o autor
vira leitor.

Ali,
o texto também escreve.
Aponta.
Ensina.
Cutuca.

Não grita.
Mas fica.

Quem não relê
perde metade da aula.
Porque escrever é falar.
E reler
é escutar.

E quase sempre
é na escuta
que a gente aprende.

No fim,
eu queria ensinar alguém.
Mas o papel, paciente,
me mostrou:

o aluno
era eu.

E se um dia teu toque me matasse
Então eu amarei você
mesmo assim, pois eu quero procuro em você não é só físico


— Patrick Wallace

Não era eu o teu foco.
E, ainda assim, houve um instante
em que, sem perceber e sem querer,
você me deu razão de viver.

O eu lírico está morto...
Suas frases se foram feita as pétalas murchas...
As velas consumidas pelo fogo em lágrimas se acabou...
Ironia torna-se evidência dos fatos mortos.
Ninguém ousa falar pois silêncio grita.

Fechei os olhos eu vi você...
Acordei de madrugada senti sua presença serena...clamei ao luar
E o dia amanheceu...
Era meus olhos abertos dentro de um sonho e voce estava ali...
O vento levou tantos sentimentos para seu coração..
Me recordei da chuva que tomamos juntos corremos para um ônibus...
Os momentos a neblina cobria a cidade.

Deformação no profundo do ser político e sua determinação para ser um bot.




As vezes eu penso para que carro elétrico se tem carregar em carregador movido a gasolina.
Outra coisa vejo a tantos robôs humanoides vão subsistituir os trabalhadores?
Os imigrantes dos Estados Unidos foram realocados para seus respectivos países de origem.
Quem irá substituir a classe trabalhadora imigrante?
* Robôs programados * para trabalhar,
Poliformismo na atuação mais profunda conexão da alienação da gaiola.
Aonde novos escravos apareceram?
Robôs para servi o trabalho e sexualmente.
Robôs para sermos seus donos,
E isso engloba o caminho para servo global,
A descoberta da Deformação o que fardo carregara o desemprego neste momento que gaiola está vazia so robo trabalhando.
A guerra entre o terceiro mundo recursos naturais e pirataria nos estreito da um novo cenário.

Dentro da decepção eu vejo a oportunidade, dentro das mentiras vejo a verdade..

Quer eu escreva ou desenhe...
Pois escrita são fonemas
O dito é parte da prosa...
Bem como os dizeres são expostos o desenho causa indignação...
Ou...
É uma expressão de irá e ironia
Num fato fatídico a irônica resenha.
No fardo ser rejeito ou expurgo.
Diante das letras a desatino.
A soberba falácia torna se ato de arte...
O artísta é um ator deu uma história dramática.

Eu assistia à reprise da história dos outros porque, no fundo, tinha pavor de criar a minha.

Eu sofria por um futuro que nem existia, congelada em um presente que eu me recusava a viver.

Quando percebi que o tempo gasto odiando o outro era o tempo que eu deixava de investir em mim, a chave virou.

Eu não precisava da validação ou do entusiasmo de ninguém para manter a minha chama acesa.

⁠se eu quero você, não se preocupe com quem me quer.
eu não deixarei pessoas entrar, a porta está fechada, e a chave só abre com a sua presença, sem você essa chave não existe; pode ser quem seja, nenhum desses que me quer, é você, só você me importa, só você me faz assim, desse jeito; apenas o ser que é você, me importa e pertence a mim.

⁠eu só quero um dia esbarrar em alguém diferente em meio a tantas pessoas iguais. quero esbarrar onde eu me sinta em casa, que o meu jeito não o assuste e não pareça ser de outro mundo. que juntos sejamos diferentes, e iguais no mesmo nível; sejamos diferentes de toda essa igualdade.

A construção do eu pois eu é simplicidade efêmero diante ser eu.
Para poucos serei eu mais na continuidade do relativismo eu transpoem sentido de ser diante paradoxo da imensidão.
Servo do espelho moral tem varias indagações... o espaço ganha nova realidade pois definitivamente os fragmentos fragis parecem ser pequenos lampejos.
Mais o eu pode ser outra variante buscando ser eu peffeito diante o reflexo do lago aonde morreu afogado.
A beleza pode ser linda no caótico universo.
Nas elipse do sol muda orbita mundo ganham cor diante tela do computador depois para tela dos celulares.
Sentir o espaço muitas vezes sentir seu coração pulsando ate no último momento de vida.
Os gases no espaço formam nuvens para os quais semente do universo se espande um dia claro sera o amanha numa simulação para os quais fotontons sejam base da vida.

As versões anteriores do eu tiveram sua chance de compreender disfunção.
Do teor dos espaços vazios dando margem para teorias e achismo.
Assim foco sem ampliou diante dilema moral.

Recipientes distintos no retrato exato do meu ser: no abstrato do cubismo, eu me fragmento.
​Para toda colonização da consciência, o "eu" é um paradoxo na cronologia do tempo e do espaço. Tentamos transcender o "ser eu" para o "eu sou eu", admitindo a modificação imposta pelo olhar do espelho bidimensional. Vemos aglomerados urbanos sob o viés do "eu sou eu", compreendendo como fomos formados.
​A interrogação que resta é: será que compreendo realmente quem sou? Ou seriam meros estudos e livros que conduzem o "eu sou" diante das experiências do "eu pertenço"? Os fundamentos e realizações acadêmicas parecem se chocar contra o "ser eu".
​Com a alma diante do espírito relativista, o "eu geopolítico" parece devorar o viés, dando origem a seres bizarros na filosofia. O Tecbot é o fruto definitivo desse tecno-feudalismo digital.
Por - Celso Roberto Nadilo

O eu pode ser eu
E quem posso ser eu
O eu fanático pela vida...
Inspiração do meu eu pu apenas eu
Mesmo eu me calo no silêncio
Apenas seu sei que nada sei
Tudo aprendi nas asas da filosofia sou eu...
O eu absurdo abstrato caminha no sentido do eu...
Euforia seria apenas meu ser pairando pelo eu.

Renúncia do meu algoz eu ao nada do o nada...
Seria eu caminhando ao centralismo ou eu apenas sonhando...
Sou eu fanático pelo eu caminhando pelos espaço translúcido..
Sendo que mantive meu ser como eu...
Eu também eu vi que passou tempo no meu ser para ser o sou.

O ser eu composto do eu poético, e eu crítico...
O eu também temporal, espacial, transdimensional.
Eu o ser eu também é vários paradoxos para tais o elemento que constitui ser pragmático, Mesmo na ilusão de ser eu na profundidade do ser ate os osso sou eu.