Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum
Eu desejo que no seu jardim tenha todas as flores mais lindas do mundo, e que em apenas uma delas, seja lembrada com o poder da cor, da ternura e do amor.
É duro envelhecer, me encontro em uma nova versão, que não era a minha meta de vida, mas eu sábia o que era a vida?
Tem dias que a gente se olha no espelho e tem a sensação de que nunca ouvimos os mais velhos direito, é... o tempo passa muito rápido, e em questão de minutos... a vida te leva para outro patamar.
Não desista dos seus conflitos, não os ache uma bobagem, apenas creia que o tempo é o senhor, e você ainda é um menino.
Meu amor, a minha vida não é uma novela, é uma série cheia de surpresas que até eu desconheço os próximos capítulos. E você ai achando que me conhece?
Meu amor, eu perdi a minha mãe, você acha mesmo que uma curtida numa frase:
- O tempo dirá quem perdeu quem!
Vai me desestabilizar?
Helloooo, quem quis sair da minha vida foi você… automaticamente quem me perdeu foi quem?
Situação óbvia!
Eu não quero ser conhecida como aquela que apenas chora, como aquela que é mais uma no topo das depressivas... Mas como dói as suas atitudes, vejo o seu castelo de mármore, lindo, frio. Chega a dar medo do seu não temer em me machucar. Vejo suas postagens, todas perfeitas, todas lindas e cheias de ilusão. E eu? O que sobrou do meu pobre coração? Estou sofrendo. Como nunca imaginei que viesse a sofrer, não por você.
Se tem uma cantora no mundo a qual eu adoraria ser amiga sem duvida... Eu amaria ser da cantora Jessie J, quando ela canta toca a minha alma, como se dissesse o que minha alma esta clamando. Eu gosto da sua essência, gosto da sua simpatia e seu jeito brincalhão. Eu sinto o que ela diz, e choro quando ela diz. Menina, eu não falo sua língua, mas entendo seu coração.
"Hoje eu sei, que me entreguei demais, quase como uma cega, vendei os meus olhos com a intensidade do sentimento amor"
Eu sempre tive medo de borboletas, desde a infância, lembro-me que bastava uma passar perto para eu me esconder, mas eu mesmo assim,admirava a leveza, a beleza, admirava as cores. A magia do céu, eu então cresci e amei incondicionalmente uma borboleta, linda, cheia de vida, suas asas me abraçavam em qualquer lugar, a magia do céu estava no encanto do seu voar, esta tatuada no meu pulso, marcada no meu coração, que todos os anjos sempre te façam feliz, que você continue brilhando na vida de outras pessoas, que alegre o coração alheio e que sua magia nunca morra. Que suas asas voem até o céu, para quando eu admirar as nuvens te encontrar lá.
Com o passar do tempo, esse mesmo que é contado em horas, eu senti uma enorme necessidade em me isolar. Me isolei para preservar o pouco sentimento bom que ainda habita em mim. Eu era um ser bom, era um ser que agradava aos olhos do encantamento, roubaram de mim e me fizeram crescer... Como dói ser gente grande, nessa terra de Gigantes indomáveis.
Engraçado, todos os dias eu pego o meu celular e digo não para ele, não vou mandar uma mensagem sequer. Depois de todos os sapos que tive que engolir na vida, você foi o menos digestivo. Difícil de engolir, suas atitudes tão frias para quem amava tanto-me, me machucou muito. E agora estou reconstruindo uma cratera que se formou em mim. Eu estou todos os dias tentando me reerguer. Ao menos já dei o primeiro passo. Sabe o que me deixa mais feliz? - É imaginar a sua reação em ser lembrada assim por mim! - Alguém que você foi capaz de usar, machucar e abandonar, na mesma proporção. E depois ainda assim, vem com seu jeito "amor próprio de ser"... Me dizendo: - I don't Care! - Querida, como pode ser tão baixa assim? - Eu esperava de todos, mas jamais de você. Eu descobri que andas com o seu computador na mão, mostrando o seu ex, aquele que se deitou traindo os seus princípios, aliás você tem isso? Imagina como eu me senti ao ouvir isso? - Ah! O seu amado país, aquele que se encontrou. Só tenho um pensamento para você. - Luz, câmera e ação.
Cap. 18 - Do livro: Meu ultimo Romance
Tatyane Nicklas
você faz parte dos meus órgãos, se eu te remover, uma parte de mim ira ficar de fora. Serei deficiente.
Às vezes eu me sinto uma sereia fora da água; sentada em uma bela pedra sob o sol, procurando o lugar certo para mergulhar.
( Me apaixono... Só que não! )
Muito cedo eu aprendi;
Não entregar demais para uma pessoa só, o meu coração.
Porque quando ela me deixar;
Eu vou sofrer,
Vou ficar sem chão.
Por isso eu decidi;
Se for pra me entregar,
Já me apaixono de vez pela multidão.
Assim quando alguém quiser me abandonar,
Quase nem vou sentir o efeito.
Pois, eu não suporto a solidão!
Eu gostaria de ter uma vida anormal, mas esta honra só pertence aos anjos. Então eu agradeço a Vida pela oportunidade de ser apenas mais um ser humano normal, entre tantos; neste mundo de lição e sofrimento.
A paz que os anos me deram
Com o passar dos anos, fui descobrindo uma paz que antes eu não conhecia.
Não porque a vida tenha ficado mais fácil, mas porque aprendi a não lutar com tudo. A não querer respostas para todas as perguntas, a não explicar todas as minhas escolhas e, principalmente, a não gastar energia com o que não posso mudar.
Hoje escolho melhor minhas batalhas, minhas companhias e até os meus silêncios.
Também aprendi a olhar com carinho para quem eu fui. Para os acertos, os erros, os medos e todas as versões de mim que me trouxeram até aqui.
O tempo deixou suas marcas. Algumas no rosto, outras bem mais profundas. Mas trouxe junto uma coisa preciosa: a tranquilidade de não precisar ser outra pessoa além de quem sou.
Ainda tenho sonhos, medos e inquietações. A diferença é que hoje sei que paz não é ter uma vida sem tempestades.
É saber onde encontrar abrigo quando elas chegam. ❤️
Solange Bittencourt
O Encontro no Ônibus
Estava eu, mais uma vez, indo para a casa de minha avó. Para tanto, preciso pegar dois ônibus ou ir a pé até o ponto do segundo. Com muita cautela, vou. Passo atenciosamente de rua em rua, esquivando-me das esquinas como quem evita lembranças indesejadas.
Decido ir a pé. Chego ao segundo ponto um pouco cansado, o corpo denunciando a caminhada, e logo vejo meu ônibus se aproximar. Entro, pago e me assento. Como em qualquer outro dia, encaro a janela como uma tela em branco, onde os cenários passam rápido demais para serem compreendidos. Imagino tudo, porém nada de importância.
Um bairro se passou quando sinto um toque no braço, leve como o roçar de um galho ao vento. Vinha de alguém que se assentava do meu lado direito. Penso que foi apenas um esbarro casual e volto ao meu devaneio, mas novamente sinto. Dessa vez, decido me virar e entender o que estava acontecendo.
Era uma senhora, pequena e franzina, de mãos trêmulas e olhar perdido. Tentava, com delicadeza, chamar minha atenção. Algo havia de diferente em seu olhar — um brilho úmido que parecia conter todo o peso do mundo. O marejar de seus olhos já me inundava, e antes que pudesse dizer qualquer coisa, ela segurou minha mão com firmeza, como quem busca âncora na tempestade.
Sem dizer uma palavra, ela apenas suspirou fundo, como se aquele gesto contivesse anos de histórias acumuladas. Seus dedos enrugados e frágeis envolviam minha mão como se segurassem um último pedaço de esperança. Por um instante, o mundo se reduziu àquele toque, e o barulho do ônibus se tornou um murmúrio distante.
Aos poucos, seus lábios se abriram, e num sussurro quase inaudível, ela disse:
— Você se parece com meu filho...
Houve um silêncio denso, como se o universo contivesse o fôlego. Não sabia o que responder, e talvez ela nem esperasse uma resposta. Apenas segurava minha mão, fixando o olhar num ponto indefinido do corredor.
— Ele partiu faz tanto tempo... — murmurou, com a voz quebrada pela saudade.
Um nó se formou na minha garganta. Respirei fundo, sentindo o peso daquele instante. Então, num gesto instintivo, apertei a mão dela com carinho e disse:
— Eu estou aqui... Pode me contar sobre ele, se quiser.
Ela pareceu surpresa, como se aquela simples oferta fosse um presente inesperado. Seus olhos marejados se voltaram para mim, e um sorriso tímido despontou, como um raio de sol por entre nuvens carregadas.
— Ele tinha esse jeito quieto... sempre olhava pela janela, pensativo. Gostava de imaginar histórias. E quando eu estava triste, ele só segurava minha mão, como você está fazendo agora.
Senti meu coração pulsar mais forte. Eu não era apenas eu — naquele instante, eu era um fragmento de memória viva. Ela continuou falando, e a cada palavra seu rosto se iluminava, como se a lembrança trouxesse o calor de um reencontro.
— Ele dizia que as nuvens eram mapas de terras mágicas — disse ela, sorrindo leve.
— Sempre acreditava que, se prestássemos atenção, descobriríamos um caminho que só os sonhadores enxergam.
Sorri também, e sem perceber, comecei a compartilhar minhas próprias memórias de viagens e pensamentos perdidos olhando pela janela. Ela escutava atenta, como quem encontra companhia na dor e na saudade.
Quando o ônibus freou bruscamente, ela soltou minha mão com delicadeza, como se devolvesse à realidade o que fora apenas um breve consolo. Antes de descer, olhou para mim com um sorriso pequeno, mas sincero, carregado de um agradecimento mudo.
— Obrigada... Você me fez lembrar que o amor não morre... Só se transforma em saudade.
Olhei para ela e, com um sorriso sincero, respondi:
— Talvez ele ainda segure sua mão... de algum jeito, através de quem traz um pouco dele no olhar.
Ela desviou o olhar por um momento, tentando conter as lágrimas. Mas quando voltou a me encarar, havia uma serenidade nova ali, como se minhas palavras tivessem encontrado um canto acolhedor dentro dela.
Fiquei observando-a partir, pequena e delicada, desaparecendo na multidão. O ônibus seguiu viagem, mas aquela sensação permaneceu em mim — uma mistura de melancolia e gratidão por ter sido, ainda que por poucos minutos, um porto seguro para alguém que precisava ancorar suas lembranças.
No caminho até a casa de minha avó, pensei sobre a força que existe em simplesmente estar ali para alguém. Às vezes, somos chamados a ser companhia em meio ao tumulto da cidade, como se a vida nos empurrasse para encontros que não esperávamos, mas que, de alguma forma, precisávamos viver.
E ali, entre a dor e o alívio, aprendi que às vezes somos porto, outras vezes somos naufrágio — e, no intervalo entre os dois, a vida nos permite tocar o coração de um desconhecido, deixando nele um pouco de calma, e levando conosco a certeza de que a humanidade sobrevive nos detalhes.
- Relacionados
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Poemas que falam quem eu sou
- Poemas Quem Sou Eu
- Feliz aniversário, mulher guerreira: frases de parabéns para celebrar seu dia
- Frases para conquistar uma mulher e impressioná-la
- Mensagem para uma pessoa especial
- Mensagem para uma amiga especial
