Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum
A ciência quântica já é parte do passado, a questão agora é transformar essa ciência em tecnologia, uma função da engenharia mecânica.
A nanotecnologia já tem potencial para levar a engenharia para seu próximo estágio de desenvolvimento.
Já existe demanda por siderúrgicas nanotecnológicas especializadas na produção de ligas, perfis, chapas e compósitos baseados em nanotecnologia para a nova engenharia de nova geração.
Acontece que meu coração está taquicardiaco,agora já não sei se é por conta da saúde ou da saudade que sinto de você,quero dizer de nós...
Hoje já é outro dia
Hoje já é tarde meu querido
Hoje já não sinto saudades
Hoje já não amo mais você
Mas...
...Ontem era dia
Ontem não era tarde
Ontem sentia saudades
Ontem te amei como nunca
Mas...nessa brecha de tempo resta-me
Memórias daquele tempo em que o tempo parava.
Adeus
Vá embora
Saia pela mesma porta que entrou
Adeus
Já não cabe mais no peito
Já ficou sem jeito
Já perdeu o sal
Adeus
Pela última vez:
Fique!
Sempre amei por palavras muito mais
do que devia
são um perigo
as palavras
quando as soltamos já não há
regresso possível
ninguém pode não dizer o que já disse
apenas esquecer e o esquecimento acredita
é a mais lenta das feridas mortais
espalha-se insidiosamente pelo nosso corpo
e vai cortando a pele como se um barco
nos atravessasse de madrugada
e de repente acordamos um dia
desprevenidos e completamente
indefesos
um perigo
as palavras
mesmo agora
aparentemente tão tranquilas
neste claro momento em que as deixo em desalinho
sacudindo o pó dos velhos dias
sobre a cama em que te espero.
- Posso me sentar aqui? – perguntou ele, já puxando a cadeira e fazendo com que ela sentisse o cheiro de hálito fresco que saía de sua boca bonita.
- Mas não precisa ficar tão perto... – gaguejou ela, um tanto quanto constrangida, tirando-lhe um quê de contentamento com todo aquele embaraço...
- Desculpe...- ele sorriu, deixando transparecer a covinha em seu rosto másculo.
Ela retribuiu o sorriso. Ele continuou no mesmo lugar e...
- Qual o seu nome?
Script, frases de efeito, bebidas na mesa, (ah, ela não bebia nada alcoólico!), elogios, toque nas mãos (de vez em quando!), olhos nos olhos, promessas nos olhos, nas palavras! E ela ali, extasiada, inebriada, indefesa com tanto carinho, tanto respeito, tanta sorte em encontrá-lo!
Mãos nos cabelos, carinho no rosto, carícia na nuca, olhos fechados, boca na boca! Beijo longo, devagar, saboreado! Mais abraços, mais toques sutis, mais beijos, mais palavras! Ela realmente encontrara um príncipe encantado!
Algum tempo depois...
- Qual é mesmo o seu nome? – perguntou ele com o celular em mãos, pronto para anotar o número de seu telefone, mas já se despedindo e recolocando a cadeira ao lugar de outrora.
- Ma...Mas...É Maria Flor. Esse é o meu nome – acabou por repetir, ainda que sentindo um indigesto e apertado nó na garganta.
Como alguém poderia esquecer um nome desses em tão pouco tempo?
Mesmo assim, ela lhe passou o número. E até hoje aguarda a ligação de um príncipe encantado de covinhas no rosto e hálito fresco.
(...)
- Posso me sentar aqui? – perguntou ele, já puxando a cadeira e fazendo com que ela sentisse o cheiro de hálito fresco que saía de sua boca bonita.
Ela o olhou de cima a baixo, examinou cada parte do seu corpo, e, antes que a cadeira lhe caísse aos pés, puxou-a para perto de si, deixando-o indefenso quando sentiu o calor da proximidade daqueles seios lindos a roçar-lhe, de leve, o braço.
Visivelmente perturbado, disfarçou, tentou sorrir, mas as palavras não lhe saíam completas da boca. Tremia, suava, gaguejava, se desculpava, e ela ali, a olhá-lo como se nada do que dissesse a tocasse! Simplesmente não sabia como agir...
Bebidas à mesa, sorriso descontraído, palavras soltas, despretensiosas, e ela, aos poucos, trouxe-lhe um quê de fantasia de que ela poderia ser dele. Então ele continuava ali, mesmo confuso, atordoado com a energia daquela mulher que não se permitia ser a caça da noite.
- Qual é o seu...?
Foi quando o silenciou com um beijo ardente, insaciável, longo, desejado, desesperado, devorado! Promessas nos toques, nos sussurros, nos olhos, nos poros, na carne! Mais beijos, mais sorrisos, mais toques, mais desejo, mais carícias, mais cheiro, cheiro de mulher!
Ele continuava ali, extasiado, inebriado, indefeso, com tanta desenvoltura, tantos sorrisos leves, tanta vida, tantas promessas de prazer eterno, tanto prazer por prazer! Ele realmente encontrara a mulher da sua vida!
E ela sabia que ele a procuraria todos os dias, todas as noites, todas as horas, em todos os cheiros, em todas as mulheres. Ela sabia que, mesmo sem dizer-lhe o nome, ficara impregnada na pele, na alma, no coração. Ela sabia que ele a esperaria. Mas sabia também que ela não mais se deixaria encontrar...
Dá um medo danado a possibilidade de ser feliz por completo.
Dá um medo danado perder o que já estivesse completo...
Horário de verão é igual ex vitalício. O relacionamento termina, mas a gente já fica apreensiva porque ano que vem sabe que vai voltar!
Quando você enterra um amor que já morreu, passado o luto, você se descobre vivo(a) novamente. Quando você tenta matar um amor enterrando-o vivo, você morre, e ele nunca!
Já parou pra pensar que quando você puxa o tapete de alguém, geralmente sobe muita poeira e ela vai toda para trás, exatamente onde você está? Cuidado com os pulmões.
A única coisa que você deveria ter feito era ter fugido de mim. Já que se deixou ficar, faça-me o favor de permanecer então!
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