Ja Gostei de Vc mais Hj Nao Gosto mais

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Eu te amo!

Porque existem palavras que só são ditas quando já não fazem mais sentido…
quando já não pertencem ao contexto
— Assim podem ser ditas sem nenhum peso na consciência.

Se você está cansado de gente fdp, não seja mais um. O mundo já tem pessoas demais destruindo; seja alguém que constrói, respeita e faz a diferença.
Lourenco@Cris

As coisas já não são mais as mesmas.
os gestos não são mais os mesmos.
Os carinhos que antes transbordavam hoje sinto a falta da maior parte deles
Culpa será minha? Acredito que em uma parte sim mas na outra não, nada acontece por acaso, pra tudo existe um motivo e uma razão,tenho culpa do amor ter esfriado? Se tenho culpa das brigas terem aumentado? se o acarinho não é mas o mesmo a atenção não é mais a mesma! Agora pergunto o sentimento diminuiu ou não teve alteração como deveria? Julgar o outro é fácil sem saber o que ele sente ou pensa, o sentimento é para todos, acontece que alguns sentem com mais intensidade.

Já que o meu amor por ti é certo e infinito, não há mais espaço para a autocrítica ou a tristeza. Tu és a minha outra metade, o meu reflexo mais belo. Quando te abraças, abraças-me a mim. Quando te perdoas, perdoas-me a mim. Nunca te esqueças: somos a mesma história escrita em dois corações.

Ela é a coisa mais linda que já vi, a luz que ilumina minha manhã, contudo, não sou digno dela, muito menos de sequer pensar nela, indigno até mesmo das roupas que visto, indigno da cama e quem durmo. sou digno apenas de carregar os demônios que assolam minha mente.

A dor já não me define, me informa, ela sinaliza o que cuidar e o que transformar, não mais sou refém do que passou.

A fé não resolve tudo, mas resolve o que mais importa, a guerra dentro de mim, sem ela eu já teria desabado, com ela eu renasço.

Não temo mais minhas falhas, elas moldaram minha identidade, sei onde piso porque já caí lá, sei quem sou porque me quebrei, e sei o que quero porque sobrevivi.

A solidão me afinou como instrumento, hoje toco minha vida com mais harmonia, já não desafino tanto, já não me perco nas notas, sou melodia própria.

Estive entre ossos secos e almas já sem brilho, um cemitério de olhos que não mais ardia. Corvos pousavam nas minhas falhas, cravando olhares como pregos, aguardando o instante em que eu iria finalmente ceder. O vento cheirava a metal e pó, passos distantes soavam como facas nas paredes do peito. Como um carvalho retorcido pela tormenta, segurei o que restava de mim. Juntei raízes como dedos enegrecidos, afundei-os na terra estilhaçada e bebi, com avareza, o pingo de água que sobrava. A umidade tinha gosto de lembrança e sangue seco. Numa fenda da planície estéril, meu cárcere aberto ao sol, apareceu uma lâmina tão pequena que quase se escondia, uma promessa miúda, de luz, como se a aurora tivesse voltado com as unhas quebradas.
Cada fibra do meu corpo lutava contra o esquecimento, contra a areia que roçava os tendões e tentava sepultar a centelha final. A areia não era neutra: sibilava, entrava pelas gengivas, raspava a língua. Sobreviver não bastava. Havia que coagular a dor, transformá-la: o peso da solidão, o sussurro venenoso da desistência, tudo virou húmus amargo para uma vontade que recusava morrer.
O solo rachado não ofereceu descanso, ofereceu lições. Rachaduras cuspiam pó que cheirava a ossos e foi nelas que aprendi a perfurar, a furar a crosta do desespero com unhas encravadas. Busquei, com um fervor áspero, uma nascente que se escondia debaixo do olhar dos mortos, uma força profunda, mútua com a escuridão, que não se entrega ao alcance.
As sombras permaneceram comigo, não como inimigas, mas como mapas invertidos: eram faróis que apontavam para onde eu jamais devia olhar de novo. E então, o tronco que antes dobrava sob o sopro do mundo começou a endireitar, não por graça, mas por insistência, por teimosia sórdida. Mesmo naquele deserto que parecia ter consumido até a fé, a vida voltou, torta e obstinada, rasgando a casca do nada para cuspir, por um instante, seu próprio clarão, sujo, ferido, impossível de apagar.

Há uma diferença entre estar vivo e estar consciente da vida, e eu já não consigo mais separar os dois, porque cada instante carrega uma análise implícita, e, nesse excesso de lucidez, a simplicidade se tornou inacessível.

Eu me reconstruí tantas vezes que já não sei mais onde termina a dor e começa a coragem.

Há algo quase indestrutível em quem já não teme mais se perder, porque já esteve perdido e voltou.

“Fugir já não é mais para nós uma opção. Sobreviveremos juntos até ficarmos velhinhos rabugentos e ranzinzas."


—By Coelhinha

O que outrora eu queria, hoje já não quero mais.

Se estão ensinando é porque aquilo já não tem mais lucro?

Deus não fala alto.
Ele entra quando você já não aguenta mais
se ouvir.
Quando tudo em você quebra,
quando o caos perde a força,
quando você já não tem mais argumento
nem fuga…
Ele começa.
Não como resposta —
mas como presença.
Porque às vezes,
o diálogo com Deus
não nasce da fé…
nasce do esgotamento.
— Helaine Machado

Deus não fala alto.
Ele entra quando você já não aguenta mais
se ouvir.
Quando tudo em você quebra,
quando o caos perde a força.
— Helaine Machado

"Já dizia Jalison Santos:


Não há nada mais doloroso do que sorrisos com lágrimas."

Eu estou triste.
tão triste que já nem sei mais onde começa ou termina.
é um cansaço que não passa com descanso,
é um peso que não se explica
só se sente.
eu estou tão triste
que até existir parece esforço demais.
e o mais difícil de admitir
é que não é sobre querer ir embora…
é sobre não aguentar mais ficar assim.
eu estou cansada de estar triste.
cansada de tentar e não sair do lugar,
cansada de sustentar algo dentro de mim
que já não se sustenta sozinho.
tem dias que a vontade não é viver,
é só desaparecer um pouco…
silenciar tudo isso que não cala.