Ja Chorei de tanto Rir
Vem com teu barulho mesmo..
porque os opostos se atraem..
e ja faz tempo que ando enjoada desse meu silencio..
Me peguei pensando em vc hoje..
Poxa ja me pedi tantas vezes para nao fazer mais isso...
Mesmo assim vc me invade a alma... nao controlo..
Como o oceano tomando conta de tudo quando a maré chega...
Vc me invade... nem pede licensa ...
Eu simplesmente me entrego... me rendo..e em meio a um sorriso bobo ..eu penso.. só hoje... e assim vou vivendo...
Porque vc é tudo...
É o motivo pelo qual eu ainda estou de pé...
Talvez amadurecer seja
permanecer no intervalo
em que a antiga ordem
já não serve e
a nova ainda não tem nome.
Antes eu estava em três.
Já estive até em quatro.
Hoje estou entre muitos.
O número mudou,
a régua não.
O que sustenta nunca foi quantidade,
foi verdade.
Três era contorno.
Quatro foi tentativa.
Muitos é expansão.
Não melhor, não pior.
Mais amplo.
Fingimento não vira sinceridade
só porque tem plateia.
E prazer de verdade
não acontece em quem se divide.
Só existe com quem é inteiro,
não meia metade tentando caber.
Nada é insubstituível
quando a base é honestidade.
O que é real se refaz.
O que é inteiro permanece.
Talvez ninguém entenda o tamanho de um “não”
quando ele encontra alguém
que já cansou de pedir,
mas ainda tinha esperança
de ser acolhida por uma mão.
Porque nem toda lágrima nasce da ausência.
Às vezes ela vem do excesso:
de tudo que a gente engole,
de tudo que suporta,
de tudo que cala
para não parecer fraca.
Há dias em que não queremos respostas.
Queremos presença.
Não precisamos que alguém conserte o mundo.
Basta que fique.
“Deixa.
Eu fico aqui.”
Mas algumas pessoas vão embora
justamente quando descobrem
que, desta vez,
você também precisava de alguém.
E dói.
Dói porque quem sempre segura
também pode cair.
Quem sempre encontra saída
também pode se perder.
Quem vive dizendo “eu dou um jeito”
um dia pode simplesmente
não ter mais jeito para dar.
E talvez ninguém veja
o tamanho dessa queda.
Ainda assim,
há uma coisa que permanece:
a palavra.
Quando não há colo,
há página.
Quando não há abrigo,
há poesia.
E quando a dor não encontra lugar para ficar,
eu a transformo em verso
até ela aprender
a não me destruir.
Não escrevo para que tenham pena.
Escrevo para não deixar que a dor
seja a última coisa que diga quem eu sou.
Se a vida me tira o chão,
eu escrevo.
Se o mundo me fecha uma porta,
eu escrevo.
Se ninguém fica,
eu ainda tenho palavras.
E talvez seja essa a minha forma
mais silenciosa de permanecer:
transformar o que me feriu
naquilo que ninguém poderá
arrancar de mim.
Lucci Santz
**Cosmos Sulphureus**
Já feneces linda flor?
Finalmente já murchou?
Seu amarelo vivo me incomodava
Suas alaranjadas pétalas me davam inveja
Sua arrogante imponência me embrulhava o estômago
Seu nome irradiando beleza
Não é nada mais que doces mentiras.
Agora és um parasita,
Vista por todos como invasora.
Seus filhos são pisados
Seus netos, ostracizados.
Tu que antes eras acostumada com o caloroso sol
Agora só terás escuras e frias sombras
Que suas lindas pétalas sejam finalmente tingidas com seu sangue.
Sigo inconformado
Algo lateja no fundo do meu ser
"Não há sentido
Por quê?"
Sigo ignorando, um ser ignorante
Os cosmos me falaram
A injustiça que sofreram
O que haviam feito pra serem destratados?
Nasceram.
Cresceram.
Viveram como qualquer outro.
"Eras pra ser amada
Só que nasceste no lugar errado
Seu erro foi crescer junto às outras flores"
Que lei infringiu?
Que pecado cometeu?
Apenas por viverem?
Só por crescerem?
Eu aprendi que eras vilã
Ensinaram-me que tu fizeste mal
Será que sou o errado?
Porém, largada no mato
Escorraçada na lama
Como essa é a vil vilã?
Sem fazer mal,
Apenas vive.
E graças a isso, és invasor.
Hoje
Sem saber por quê
Fui lembrar
De um tempo que ficou pra trás
E vi alguém
Alguém que eu já não sou mais
Porquanto,
A despedida é uma constância
Só que quase que despercebida
E as fases da vida, tem prazo de validade
De vez em quando
Quase vemos isso, qual criança
A se rir de um medo bobo que não finda
Pra no fim da vida ter segredo
A saber-se o mesmo ainda... e ninguém vê
Pois, se conhecimento é uma conquista
A lista do que não sabemos permanece vasta
E é preciso ser um grande tolo pra pensar vencer
Vida, doce vida
Passa tão depressa
Quanto um lindo verso de lua cheia
O dia vem, pouca gente viu a lua
e o luar... ninguém
A gente segue, abandonando
Um medo ou outro ao longo do caminho
Como quem se despede de velha amizade
Mas que ainda existirão
Um dia após o fim da eternidade
Há um tempo a despir-se também
De todo e qualquer orgulho
Como espelho que se parte
Agora partimos
Sem fazer barulho, alarde ou ruido
Nem querer se fazer ouvido
Pois, quanto mais a gente cresce
Mais a gente se apequena
de tanto pensar, se pensa
E vê que não vale a pena.
Edson Ricardo Paiva.
O SÉCULO DA ALMA.
"Tenha paciência, pois já vivestes séculos incontáveis e estás diante de milênios sem fim."
A advertência espiritual acima foi transmitida pelo Espírito André Luiz e psicografada por Chico Xavier na obra Agenda Cristã capítulo 30. Nela encontramos uma das mais profundas sínteses da pedagogia espiritual ensinada pela doutrina Espírita. Não se trata de uma frase de consolo superficial. Trata-se de uma chave filosófica para compreender a própria estrutura da existência humana.
A impaciência é uma das doenças psicológicas mais características da modernidade. O ser humano, encerrado na estreita perspectiva de uma única vida corporal, imagina que tudo deve realizar-se dentro de poucas décadas. Espera compreender o sentido da existência rapidamente. Deseja resolver conflitos morais de séculos em alguns anos. Pretende alcançar serenidade interior sem atravessar as inevitáveis provas da educação espiritual.
Essa expectativa nasce de um erro de perspectiva. O indivíduo mede o universo com a régua curta da própria ansiedade.
Entretanto a doutrina oferece um horizonte completamente diverso. O Espírito não começa na infância de um corpo. Tampouco termina na dissolução da matéria. A consciência espiritual atravessa séculos. Ela se aperfeiçoa através de inúmeras existências. Cada encarnação constitui apenas um breve capítulo dentro de uma longa epopeia moral.
Quando o Espírito André Luiz afirma que já vivemos séculos incontáveis, ele não emprega uma metáfora literária. Ele descreve uma realidade íntima vivida da alma.
A vida humana, observada sob a ótica espiritual, assemelha-se a uma escola milenar. Cada experiência é uma lição. Cada dor funciona como instrumento educativo. Cada alegria revela lampejos de harmonia que aguardam maturação futura.
Assim compreendida, a paciência deixa de ser passividade resignada. Ela
transforma-se em lucidez diante do tempo espiritual.
A própria tradição bíblica já insinuava essa dimensão temporal muito mais ampla da existência. No texto sagrado encontramos a afirmação.
"Mas, amados, não ignoreis uma coisa. Que um dia para o Senhor é como mil anos. E mil anos como um dia."
2 Pedro 3.8.
Essa passagem revela uma intuição profundamente espiritual acerca da relatividade do tempo quando observado sob a perspectiva divina. Aquilo que para o ser humano parece demorado constitui apenas um instante no movimento universal da vida.
A doutrina da reencarnação desenvolve essa percepção com clareza filosófica. O Espírito progride gradualmente através de sucessivas experiências corporais. Em cada existência ele trabalha imperfeições antigas. Desenvolve virtudes ainda embrionárias. Aprende lentamente a ciência moral do amor.
Sob essa ótica, nenhuma dificuldade deve ser interpretada como fracasso definitivo. As quedas tornam-se lições. Os erros convertem-se em aprendizado. As dores refinam a sensibilidade espiritual.
Essa concepção possui profundas implicações psicológicas.
Grande parte da ansiedade humana nasce da ilusão da urgência absoluta. O indivíduo acredita que precisa resolver tudo agora. Quer compreender todos os enigmas da vida em poucos anos. Deseja alcançar plenitude moral imediatamente.
Essa pressão interior gera frustração, angústia e desalento.
Quando a consciência assimila a realidade dos milênios espirituais, algo se transforma na alma. Surge uma serenidade nova. O Espírito compreende que a evolução é gradual. A perfeição moral é uma conquista progressiva. Nenhuma existência isolada esgota as possibilidades de crescimento.
Essa percepção não estimula a negligência moral. Pelo contrário. Ela inspira responsabilidade lúcida.
Cada dia torna-se precioso. Cada gesto de bondade representa um avanço real na jornada da alma. Cada esforço de superação grava na consciência uma conquista que nenhuma morte poderá apagar.
A pedagogia divina não se constrói pela pressa. Ela se constrói pela perseverança.
O universo espiritual funciona como uma vasta universidade da consciência. Nela aprendemos lentamente a disciplina da compaixão. A ciência do perdão. A arte silenciosa da fraternidade.
Compreender essa verdade transforma a maneira de interpretar as dores da vida.
Aquilo que parecia castigo revela-se como oportunidade educativa. Aquilo que parecia absurdo converte-se em experiência formadora.
A paciência então floresce como virtude ativa da alma. Não é imobilidade. É confiança lúcida no processo evolutivo da vida.
O Espírito aprende a caminhar sem desespero. Trabalha sem precipitação. Espera sem desânimo.
E aos poucos descobre uma verdade que somente os séculos ensinam.
O tempo não é inimigo da alma. O tempo é o grande instrumento através do qual Deus educa silenciosamente o Espírito humano.
Assim nasce a serenidade dos que compreendem a lei da reencarnação. Eles sabem que a vida não é um episódio isolado. É uma longa jornada através das eras. Uma travessia moral que se estende pelos séculos. Uma escola divina onde cada existência representa apenas uma página do grande livro da consciência.
E quando essa compreensão amadurece no íntimo do ser, surge uma convicção profunda.
A eternidade não exige pressa. Ela pede fidelidade ao bem em cada instante vivido.
"Um texto profundo sobre a pedagogia dos milênios na evolução do Espírito."
"A serenidade não nasce da ausência de problemas, mas da presença de uma consciência que já não se perturba com o transitório."
Boa noite.
Kkkkk
Já antecipando_me.
👏👏👏 Que todos vocês recebam
Em suas reuniões familiares Para louvar ao Criador
Abundâncias energéticas,
De fluídos vibracionais com a tecnologia Fluídica,
Mais avançada do universo; Que provém das ondas de amor do Mestre,
Senhor e Salvador:
JESUS🙏👏🙌💓😘
Apesar do inverno
O inverno chegou,
Varreu todas as folhas do chão
Não há mais flores no meu jardim
Mas o céu continua azul.
Ficou a saudade das flores
Mas o brilho do sol trouxe teu sorriso
Junto com a lembrança do passado
De teres estado aqui comigo.
Quando as flores voltarem a florescer
Estarei em outro jardim que
Florescerá abundantemente
Esperando-te chegar.
O meu amor floresce a cada dia,
Verás o jardim renascendo
Com um novo cenário
Uma nova história para contar.
Meus pensamentos ficarão contigo
Aguardando mais uma primavera chegar
A lembrança dos tempos em que nos amamos
E os momentos de felicidade intensa.
A alegria de ter estado contigo é
O suficiente para te amar intensamente...
E dar vida as estações que renascem
Em cada ciclo de vida que juntos amamos.
A ciência revela uma parte, mas a Bíblia é a revelação completa de todas as matérias que o homem já conhece.
