Ja Chorei de tanto Rir
Nem nos casamos, mas meus votos pra você já são "Na alegria ou na tristeza, na saúde ou na doença, até que a morte nos separe". Te amo bb
É tão bom quando o presente em que vivemos se torna leve, e o futuro já não mais é um anseio, não sobra tempo para as incertezas, apenas queremos viver o hoje, o que somos e fazemos, isso nos torna eternos.
Sentado, sem poder se mexer,
Vivo quieto, sem responder
Sou apenas um morto,
Já que estou sempre só
Na janela do hospital posso ver,
O sol brilhar, mas me sinto só,
Começo a piorar, tem alguém aí?
Não consigo me mexer neste quarto,
Não a ninguém por perto!
Este é o meu fim,
Seja quem for me leve enfim.
Bom dia!
Para hoje...
você já recebeu a maior motivação;
acordou com vida e sentiu
bater seu coração.
Agradeça a Deus!
errar todos erram,ou já erraram ,há até quem continue errando,quando se erra tentando aprender não teve a intensão de errar.
22/07/2018
Hoje peguei a moldura da minha santinha,
que a muito tempo não via.
Já que a fé e esperança de tanto pedir e sofrer,
tinha ficado pra traz,
Foi então que percebi de relance;
Sua face serena tal qual como em luz,
E tendo às mãos a santa cruz de Jesus,
me fez compreender e amar.
Disse à ela com voz pesarosa de dor,
mirando neste interior de coração pecador:
Me deixe também carregar esta cruz do Senhor!
A voz de alívio, então, se fez ouvir;
Pois, foi aceitando o peso da dor.
Que meu coração, enfim, desabrochou para o amor!
(Dedicação à irmã Teresinha do Menino Jesus)
O Machucado Que Ofende o Sabonete
A justa razão de alguém nascer já justifica o esperar por acontecimentos, por isso muitas vezes não devemos dar tanto valor ao caos inevitável.
Nascer, crescer, viver. Fatores que contribuem para o "mal necessário" existir, estar alí.
Mas o que é mesmo necessário para que não xinguemos o sabonete que cai das nossas mãos? Penso o quanto é irracional culpar o outro pelos nossos desmazelos, pois se esquecemos de orar, enfiamos o pé na lama e permitimos as escoriações nos sabonetes da vida, a culpa é exclusivamente nossa.
Incertezas
Por muito tempo,
Já não sei, sobre o amor de nós dois.
Sentimentos perdidos ou deixados para depois?
Do ápice à decadência.
Amor ou ilusão?
Não sei mais a dimensão!
Você não dá a devida atenção;
Já não sei mais qual é o vocativo usado para mim, pelo seu coração:
Se é; Amante, amigo ou conhecido. Certeza tenho que não é marido,
Pois, o tempo extinguiu essa função.
O seu pensamento irreversível;
O seu sentimento imutável;
Coloca a nossa união, em situação instável.
Nem um passo à frente, nem um passo atrás.
Já não sei se vivo ou só existo.
Já não sei para que lado fica esse caminho chamado (paz)…
Ele se fechou !
Seu sorriso já não flui como antes.
O sofrer o fez frio tal qual o tratamento que ele receberá... Pois seu coração que era calor, amor e sentimentos, agora dói!
Ele sorriu para o amor e como retorno recebeu desprezo.
As perguntas quando bem-feitas não requerem sequer respostas, pois nessas pergunta já estão explicita suas respostas.
Farinha do mesmo saco.
Eu, mísero desprezado, amarelado, más já refinado, sou eu farinha,
que fiquei estocado, fui até aberto; porêm nunca usado.
Quem saiba fui descartado por nobre conhecedor ou até mesmo por um leigo,
que me deixou aberto, ao relento, nem ao menos provou meu odor, coloração, textura até talvez
minha oriunda nobreza, o trigo.
Sou eu agora par de outro saco, em mesma circunstãncia, doentio pelo
desafeto de ser desprezado e com tanto talento de ser, ao menos alimento!
Já não sou o mesmo da fotografia passada, na verdade, já não sou o mesmo dos segundos passados. Enquanto escrevo, vai-se o tempo.
