Ja Chorei de tanto Rir
Uma das piores dores que eu já experimentei tinha gosto de fel.
Degustei na alma a indiferença das pessoas que eu mais amava.
_Van Escher_
A tecnologia só deu escala pro que já existia:
coragem e covardia.
Antes a covardia ia a pé.
Agora vai de 5G.
_Van Escher
*FORA DO TOM*
Eu já me deparei com fama e dinheiro.
Mas aprendi que nas baladas da vida, eu estava dançando no ritmo errado.
Até que Deus me mostrou o tom perfeito que mais combinava comigo.
_Van Escher_
Já deixei escapar oportunidades
por decidir sem respirar.
Um minuto mal pensado
se reflete na vida inteira.
_Van Escher_
Meu avô veio do céu
pra me lembrar:
"Eu já sabia quando você era criança,
loirinha do cabelinho cacheado,
que você era diferente."
Em meio a lágrimas,
em meio a risos,
o céu aplaudindo de pé.
Agora eu sei.
Eu gostei de ser quem sou.
Van Escher
Minha insônia
pediu demissão.
O turno da noite já
tem Dono.
Quem me guarda
não tira folga.
Nem no feriado.
Van Escher
"Não fique se humilhando, não fique mendigando o perdão das pessoas, porque ele já foi dado na cruz.
Já foi perdoado na cruz.
Por que você não vai se dar o perdão?"
15/04/2026 -
o dia que eu lembrei que sou filha, não ré.
Van Escher 3:55
Deus é o Altíssimo e criador de tudo que existe, tudo o que já existiu e de tudo aquilo que virá há existir no futuro.
Orações escritas
Deus, não me desampare.
O medo surgiu, e minha fragilidade já não cabe dentro do peito. Está exposta, diante de tudo e de todos. E tudo à minha volta parece ter sido afetado, atravessando-me, ferindo-me justamente onde eu já estava mais sensível.
Senhor, como, onde e quando eu vou conseguir mudar essa situação?
Eu não tenho todas as respostas.
Não sei por onde começar.
Só sei que preciso de Ti.
Cuida do meu filho, Senhor.
Faz por ele aquilo que, muitas vezes, eu não consigo fazer. Protege seus passos, guarda seu coração, livra-o daquilo que eu não posso enxergar e alcança-o onde meus braços não conseguem chegar.
Cuida da minha mãe.
Dá a ela tudo aquilo que, por minhas próprias forças, eu já não sou capaz de oferecer. Sê presença onde me falta presença, força onde me falta força, cuidado onde minhas mãos já não alcançam.
E cuida deste lar, Senhor.
Entra onde existe dor.
Toca o que está ferido.
Acalma o que está inquieto.
Restaura o que foi quebrado.
E traz a cura para tudo aquilo que nós não conseguimos curar sozinhos.
Eu entrego a Ti o que não consigo carregar.
Em nome de Jesus,
traz a cura para este lar,
a paz para este coração
e a força para continuar.
Amém.
Cartas aos Céus 19 de Agosto de 2026
julie.
Há uma menina que ainda não existe no mundo, mas que, de alguma forma, já existe dentro de mim.
O nome dela vai ser Julie.
Eu ainda não sei quando ela vai chegar. Não sei se será daqui a alguns anos, se a vida vai demorar para colocá-la nos meus braços ou se o destino ainda está decidindo se nossos caminhos realmente precisam se encontrar. Talvez ela nem saiba que eu já penso nela. Talvez, enquanto eu escrevo isso, ela esteja em algum lugar que eu jamais poderia imaginar, vivendo uma vida que ainda não tem nenhuma relação com a minha.
Mas eu já a amo.
E talvez essa seja uma das coisas mais bonitas sobre o amor de um pai. Ele pode começar antes mesmo de existir um rosto para olhar.
As vezes eu me pego imaginando os olhos dela. Não sei exatamente como serão, mas já consigo imaginar a maneira como eles vão me procurar quando ela estiver assustada, quando precisar de colo ou simplesmente quando quiser encontrar o pai no meio de uma multidão. Imagino o sorriso, o jeito de falar, as manias que provavelmente vão me tirar do sério e, ainda assim, fazer com que eu queira guardar cada uma delas para sempre.
Imagino seus primeiros passos pela casa.
Imagino a voz me chamando de pai.
E acho que é nesse momento que eu percebo que existe uma versão de mim que ainda não conheço.
O pai da Julie.
Talvez ela transforme completamente a minha vida sem sequer perceber. Talvez eu passe a dirigir mais devagar, a olhar o relógio com mais frequência, a pensar duas vezes antes de tomar certas decisões. Talvez minhas preocupações deixem de ser apenas sobre mim. Talvez eu descubra que existe alguém capaz de ocupar um espaço dentro de mim que eu nem sabia que estava vazio.
Eu imagino uma menina pequena segurando meu dedo com a mão inteira.
E acho que, naquele instante, eu entenderia que faria qualquer coisa por aquilo.
Não porque ela teria feito alguma coisa para merecer.
Não porque ela precisaria me devolver alguma coisa.
Mas simplesmente porque seria minha filha.
Esse é o amor que ainda não conheço, mas que já consigo sentir chegando de longe. Um amor que não pede reciprocidade, que não depende de respostas, que não precisa ser escolhido todos os dias porque já nasceu decidido. Um amor que provavelmente vai me ensinar que existem pessoas pelas quais você não pensa duas vezes antes de colocar o mundo inteiro nas costas.
Eu penso na Julie crescendo.
Na primeira vez que ela cair e olhar para mim esperando que eu diga que está tudo bem.
Na primeira vez que ela chegar em casa chorando porque alguém machucou seu coração.
Na primeira vez que ela quiser sair sozinha e eu precisar aprender que protegê-la também significa deixá-la ir.
Talvez eu seja aquele pai meio bobo que vai querer saber onde ela está, com quem está, se chegou bem. Talvez eu seja exageradamente protetor. Talvez eu precise aprender, todos os dias, que ela não nasceu para viver dentro das minhas mãos, mas para construir a própria vida.
E mesmo assim, em algum lugar dentro de mim, sempre vai existir aquele homem olhando para uma menina pequena e pensando:
"Como pode alguém tão pequena significar tanto?"
Eu não sei como serão os olhos dela.
Não sei se ela vai gostar de música, de livros, de filmes, de desenhar ou de qualquer coisa que eu imagine hoje.
Não sei se ela vai parecer comigo.
Não sei se vai torcer para o Palmeiras(mas deveria)
Não sei se vai herdar meu jeito, minhas manias ou se vai ser completamente diferente de mim.
E talvez seja justamente isso que torne tudo tão bonito.
Porque eu não amo uma pessoa que conheço.
Eu amo a possibilidade dela.
A possibilidade de um dia abrir uma porta e encontrar uma menina correndo na minha direção.
A possibilidade de ouvir uma voz dizendo "papai".
A possibilidade de segurar alguém nos braços e perceber que, depois daquele momento, minha vida nunca mais vai ser somente minha.
Julie ainda não sabe se vem.
Eu também não sei quando.
Mas, se um dia ela vier, espero que encontre em mim um lugar seguro para voltar.
Espero que ela saiba que pode errar sem deixar de ser amada, cair sem ter vergonha de pedir ajuda, crescer sem medo de me perder.
Espero que, quando ela for grande o suficiente para entender essas coisas, saiba que antes mesmo de existir para o mundo, já existia em meus pensamentos.
Que antes de eu conhecer seu rosto, eu já imaginava seus olhos.
Antes de ouvir sua voz, eu já imaginava como seria escutar "papai".
E antes de poder segurá-la no colo, eu já sabia que, se a vida me desse a oportunidade de ser o pai dela, eu faria tudo o que estivesse ao meu alcance para que ela nunca duvidasse do quanto é amada.
Talvez esse seja o maior sonho que eu ainda não vivi.
Uma menina chamada Julie.
A menina do papai.
Uma pequena pessoa que ainda não chegou, mas que já ocupa um pedaço enorme de um coração que nem sabia que estava esperandp por ela.
E quando ela finalmente chegar, se chegar, talvez eu olhe para aqueles olhos que passei tantos anos imaginando e perceba que eu estava errado sobre uma coisa.
Porque talvez eu tenha passado a vida inteira tentando imaginar como seria amar minha filha.
Quando na verdade, bastaria conhecê-la
Porque sua realidade ambígua é a destopia tão afronta com ja é o que nunca foi ou será?
No âmbito do capitalismo é apenas uma grão de poeira ao vento,
Uma particula de um organismo sem valor algum a grandeza do relativismo universal.
Ser ar sarcástico da ênfase a sua dinastia de podridão.
Aproveitar dos inocentes e invulneráveis dão o ar ordinário do seu algoz....
Então se vangloria com a poliformismo da politica meros atrozes,
A transgênia racional se torna rara nos moldes fakes news te faz um ícone ...
Mas plano ser pior entre os piores,
O objetivo é acumular mais riquezas.
A biomedicina de ponta e as inovações em imagens 3D profundas já permitem reproduzir variáveis remotas do organismo humano. A mente passa a codificar fatores biológicos sob a luz e a atmosfera da Terra, pavimentando premissas para uma ciência médica disruptiva: a possibilidade de uma vida compreendida sob o viés dos fótons. Nessa nova fronteira, o interior e o exterior do ser humano são capturados e traduzidos por uma linguagem digitalizada e única para cada indivíduo.
Em meio a essa transformação, imergimos em dilemas éticos e morais sufocados pelas entrelinhas da alienação. Somos bombardeados por uma enxurrada de desinformação projetada para anestesiar a percepção. Nessa configuração singular, a própria mente transforma-se em uma "gaiola de expansão conectiva". A vida digital torna-se o palco explícito de atos ilícitos e golpes contra a soberania, desafiando a justiça a dar respostas claras enquanto a própria realidade se rasga no espaço virtual.
Transferimos o "problema dos três corpos" da física para a política e a sociedade. Fora desse constructo digital, o mundo físico sofre com a degradação cognitiva. A natureza grita, mas uma mão invisível sufoca sua boca, sussurrando: “Calme-se, vai ficar tudo bem, é só mais um pouco...” Enquanto o silêncio se impõe e o ecossistema morre, a saída parece ser ocultar o velho corpo biológico e migrar para outro mundo — novos seres de mente digitalizada. Afinal, na arquitetura dessa nova era, os antigos criadores de porcos tornaram-se os atuais produtores de conteúdo de consumo rápido.
por uma geração onde as pessoas deixem claras as suas intenções. já não tenho mais tempo pra amores confusos. tem hora pra tudo, e tem momentos q cansa, será que simplesmente falar o que sente é tão difícil assim? qual a graça em brincar, iludir e atrasar o futuro dos outros? chega a ser impressionante como existem pessoas na sociedade e no mundo, que achem graça em fazer esses tipos de atitudes. o amor é tão bom quando se é de verdade, algo simples onde o pouco agrada, onde sem nem falar, tudo vira palavra, o vento se torna canção, e a companhia vira paz.
ontem eu te vi, só não posso afirmar que foi pessoalmente, ou físicamente, já que eu poderia ter tocado em seu corpo,
mas infelizmente não foi dessa vez, não dessa vez.
talvez o problema seja meu, e claro, ele é.
por que quem insiste em ligar, em pensar, e olhar as fotos sou eu.
o passado condena, ele fere, machuca, e tira a paz.
eu poderia ter deixado você ir, de uma só vez, mas talvez, eu poderia ter deixado.
quem sabe, amado, ficado, esperado, mas infelizmente você só está ali, do outro lado.
e nem sabe quem sou, talvez, eu seja seu amor.
seu amante, amante amado.
Êxodo para o Desconhecido
O Sistema Solar já não pertencia mais à lógica dos homens ou dos deuses caídos. Tornara-se um santuário selvagem, um novo mundo biológico onde os dinossauros de energia rompiam a casca da Lua, os besouros-peixes pastavam na matéria escura e os vermes policéfalos governavam os céus de Saturno. O universo antigo havia morrido para dar lugar a uma ecologia cósmica indomável.
Para os últimos remanescentes da raça humana, a única chance de sobrevivência não estava em lutar, mas em fugir.
Subindo aos céus a partir das ruínas desertas de Nova Atacama, os sobreviventes embarcaram nas colossais naves arcas deixadas pelos invasores alienígenas extintos. Utilizando a engenharia reversa daquela tecnologia biomecânica, os engenheiros humanos ligaram os motores de dobra hiperdimensional das naves e traçaram uma rota desesperada.
Pelas janelas de quartzo das embarcações, a humanidade olhou para trás uma última vez.
Eles viram o Sol ser cercado pelo balé radioativo dos navegantes dos ventos solares. Viram as sombras massivas das Baleias Planetárias emergirem dos asteroides, abrindo fendas no tecido da realidade ao redor da estrela para retornar ao seu lar primordial, o Objeto 13 Atlas.
Seguindo o rastro gravitacional dessas mesmas baleias, as naves humanas mergulharam na fenda transdimensional. O chiado ensurdecedor nos radiotelescópios — o bater de asas das gaivotas invisíveis — cessou abruptamente. O silêncio finalmente reinou.
Atrás, ficava um Sistema Solar transformado em uma selva de energia viva, silício e plasma. À frente, cruzando o portal cósmico, a humanidade avançava em direção a um universo completamente novo, intocado e vazio, carregando nas costas o peso de ser a última herança do carbono no infinito.
Temporal
Se viajamos no limite do espaço e do tempo relativos, a diferença em casa já não existiria. Talvez as crianças — que outrora estudavam a origem da vida e os frutos da alienação — seriam agora apenas pontos ancorados na sua própria mente. Uma mente que se manteria em uma forma constante, pois o coma o reteve exatamente ali: no último e eterno instante de consciência.
— Por Celso Roberto Nadilo
“Divirta-se, mas nunca deixe de levar a vida a sério, para que, quando você já tiver certa idade, a vida não venha brincar com você.”
— Anderson Silva
E foi quando eu percebi que já era amor .. e eu ja não podia mais lutar contra ... então resolvi me entregar e deixar acontecer..deixar fluir .. se Deus te der asas ..voe ...
