Ja Chorei de tanto Rir

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Sinto que já vivi tudo que pude viver
Não tenho mais dores para sentir
E não tenho mais esperanças para crer


Tenho memórias para esquecer
Mas elas sempre voltam
Ao anoitecer


Não tenho motivos para ficar aqui
Mesmo que eu procure
Não tem nada aqui que eu possa possuir.

No dia em que seu coração parou, o meu continuou batendo... Mas já não havia mais nada ali, além de saudades.

“E o menino, quando vem?”

Vocês já pararam para pensar que existem mulheres que escolhem não ter filhos?
Outras que não podem.
Há quem tente e não consiga.
Há quem tenha outros sonhos, outros planos, outras prioridades.
Há mulheres que congelam óvulos, que enfrentam limitações de saúde a sós ou no casal, ou que ainda não encontraram um ambiente seguro emocional, financeiro ou afetivo para gestar.

Convivo diariamente com mulheres das mais diversas realidades.

Recentemente, acompanhei simultaneamente três histórias: uma mãe celebrando a chegada prematura do seu filho; outra enfrentando a dor da perda gestacional; e mais uma transbordando felicidade com seu bebê nos braços.

E então me perguntei: será que as perguntas que fazemos são convenientes diante de realidades que desconhecemos?

Nem toda pergunta precisa ser feita, e muitos comentários podem ser evitados.
Às vezes, o silêncio acolhe mais.
Às vezes, um sorriso basta.
E quase sempre, o respeito é a forma mais bonita de cuidado.

Já caminhei pelo vale da escuridão
E o senhor Jesus foi minha salvação.

O PREÇO QUE A CIDADE DE CHIMOIO COBRA

Já estive naquela cidade. Chimoio é uma cidade bonita. Tem uma beleza própria, calma e limpa. As pessoas conversam, riem e seguem com as suas vidas normalmente. Mas, por detrás daquela tranquilidade, existe também muita dor e muita tristeza escondida.

Viver naquela cidade parece ter um preço. E não preciso falar por metáforas para dizer isso. Todos os dias morrem pessoas em Chimoio. A criminalidade aumenta cada vez mais. Quem não morre por causa do crime, pode morrer por outras razões absurdas: por ser diferente, por vestir-se de maneira diferente, por opiniões políticas, por inveja, por discussões pequenas ou até simplesmente por azar.

E os acidentes também já fazem parte da rotina da cidade. Quase todas as semanas há notícias de acidentes nas estradas. Talvez tenha chegado o momento de olhar seriamente para os problemas da cidade: melhorar as ruas, organizar melhor o trânsito, corrigir erros na construção e no planeamento urbano.
Porque muitas destas mortes podiam ser evitadas. Há sofrimentos que uma cidade não devia causar ao seu próprio povo. Mas, infelizmente, continua a acontecer! É o preço.

“Que a poesia continue a ser um meio de libertação.”

“Eu não sei quantas versões de mim já se foram, mas todas deixaram um pedaço de silêncio que ainda ecoa quando a noite me pergunta quem eu realmente sou.”
— Anderson Del Duque

Hoje é o único dia real da tua existência.
O ontem já morreu. O amanhã é apenas uma possibilidade criada pela mente.
Tudo o que existe… pulsa agora.


A centelha da transformação não está fora, em promessas, crenças vazias ou aprovação dos outros. Ela habita dentro da tua consciência, esperando o momento em que decides assumir o próprio poder.


Cada passo que tu adia, fortalece as correntes da estagnação.
Cada medo alimentado mantém viva a prisão invisível da inconsciência.
Mas no instante em que tu ages… mesmo com dúvidas, dor ou insegurança… tua realidade começa a se mover.


Hoje pode ser o melhor dia da tua vida não porque tudo está perfeito, mas porque talvez seja o dia em que finalmente despertes.
O dia em que decides caminhar ao invés de reclamar.
Construir ao invés de lamentar.
Encarar tua sombra ao invés de fugir dela.


Tu tens dentro de ti a capacidade de destruir padrões, renascer da própria dor e criar uma existência alinhada com tua verdade.
O poder sempre esteve em tuas mãos. O mundo apenas te ensinou a esquecê-lo.


Então levanta.
Faz.
Caminha.
Porque a vida responde àqueles que param de esperar e começam a agir.

Já me adaptei tantas vezes que já me esqueci quem eu sou.

⁠Ser comunista na juventude é aceitável, mas depois de adulto, depois que entende, aí já é ser mau caráter.

Tancredo Neves
BERLANZA, Lucas. Neves, o avô. Instituto Liberal, 7 out. 2014.

A Arte da Necrofagia


O homem já não caça.


Habita corredores de luz artificial,
onde cadáveres repousam
sob o brilho estéril das vitrines.


Não há grito.
Não há perseguição.
Não há olhos fitando olhos
antes do fim.


A morte lhe chega limpa.


Lavada em conservantes,
selada a vácuo,
temperada com ervas
para que a consciência
não reconheça o odor da ruína.


E então mastiga.


Mastiga distraído,
enquanto conversa sobre o tempo,
sobre dinheiro,
sobre a próxima manhã.


Como se não houvesse um corpo
silenciosamente desfeito
entre seus dentes.


Há um necrófago refinado
sentado à mesa da civilização.


Usa perfume,
traja linho,
ergue taças em celebração
sobre túmulos invisíveis.


Especializou-se na arte
de consumir a morte
sem precisar contemplá-la.


Porque o homem moderno
não suporta o peso daquilo que devora.


Por isso cobre o cadáver com molhos,
renomeia músculos como iguarias,
transforma vísceras em tradição
e sangue em mercado.


O abutre, ao menos,
desce faminto sobre a carne exposta
e não profana a verdade do apodrecimento.


Mas o homem…
o homem embalsama a própria cegueira
e, com requinte, a serve quente no jantar.

Toda pessoa que já existiu irá sofrer com a perda de amigos e familiares. Todos irão perder tudo que há de mais importante em suas vidas. Por que alguém optaria por ser qualquer coisa além de bom nesse meio-tempo?

Viva como se já estive morto
A vida é e-fe-me-ri-da-de...
Efemeridade...
Esse deveria ser o nome da vida
Vida= efemeridade
Efemeridade= vida
Porque se preocupar
Tudo vai terminar num buraco
ou em fumaça.

Quando um cego retira a pedra do caminho, ahumanidade já não existe mais...

Nenhum inimigo me destruiu, já os que eu amo, me destroem lentamente todos os dias, mesmo que eu esteja sorrindo.

“As Mãos que Tudo Deram… e Nada Tiveram.”


O sol nem nascia…
e ela já era lida pelas frestas da vida.
As mãos, calejadas antes do tempo,
eram barcos de carne enfrentando o vento.


Não conheceu o descanso…
nem o pão de sobra.
Sua história foi escrita
na coragem silenciosa de sobreviver.


Venceu o cansaço…
enganou a fome…
honrou um destino duro,
que o mundo tantas vezes ignorou.


A casa era pouco.
O frio… era muito.
O teto chorava em cada minuto.
Faltou sustento… faltou lugar…
mas nunca faltou o esforço de amar.


Com o passar dos anos,
o brilho dos olhos se apagou devagar.
A tristeza morava em silêncio,
como uma chuva fina dentro da alma.


Mas então…
a porta se abria.


E quando via o rosto dos filhos…
o mundo cruel parava por um instante.


Na risada deles,
a fome passava.
No abraço pequeno…
a dor descansava.


Eles eram seu tesouro.
Seu ouro.
Sua razão de continuar.


Agora… ela dorme em paz.
Sem peso.
Sem sofrimento.
Sem labuta.


Venceu, finalmente,
a maior das lutas.


E mesmo sem ter riquezas,
deixou algo eterno:


amor.


Um amor plantado no peito
de todos que ela tocou.


Porque algumas pessoas…
mesmo quando o mundo tenta apagar…
se tornam eternas.”

O meu dia começou mais cedo, acordei pensando em você. Esse teu jeito meigo e descontraído que eu jamais vou esquecer.


"Complicada e perfeitinha você apareceu ..." surgiu como um feixe de luz numa caverna escura. Irradiante você veio ofuscando os meus olhos, fez meu dia ficar mais lindo.

Quem não consegue falar 'eu errei, mudei de ideia'...
já morreu por dentro.
Só falta enterrar o orgulho.

Van Escher

"Meus bolsos podem ainda não conhecer os trilhões, mas minha mente já caminha com o Dono do ouro e da prata, preparando o terreno para a maior colheita da história."

"Minha conta bancária pode estar em construção, mas minha visão trilionária já está gerando frutos de esperança, projetos e salvação no mundo espiritual."

"Meu coração já é um celeiro trilionário. O que Deus está fazendo em mim hoje é apenas preparando o mundo para a colheita que virá amanhã."