Ja Chorei de tanto Rir
enquanto houver razões
Eu acho engraçado como a gente passa tanto tempo tentando descobrir o que faria alguém ficar, como se existisse uma combinação perfeita de coisas capaz de impedir uma pessoa de ir embora. A gente pensa em promessas, em momentos bons, em tudo aquilo que foi construído, como se no fim das contas fosse possível colocar o amor numa balança e descobrir se ele pesa o suficiente para compensar o resto. Só que talvez não funcione assim. Talvez existam pessoas que fazem você parar de pensar nisso.
Porque quando eu penso em você, eu não penso em quanto tempo vai durar, nem em quantas coisas poderiam acontecer no caminho, nem em quantas vezes a vida pode mudar completamente de direção. Eu penso em uma coisa muito mais simples. Eu penso no que acontece toda vez que eu olho nos seus olhos e percebo que, por alguns segundos, eu não estou procurando mais nada.
E isso é estranho, porque eu sempre fui muito bom em procurar alguma coisa. Uma resposta, uma saída, alguma certeza que me dissesse que eu estava fazendo a coisa certa. Só que com você não parece existir essa necessidade. É como se eu pudesse simplesmente estar ali. Sem precisar entender. Sem precisar saber onde aquilo vai chegar. Sem precisar transformar tudo em alguma coisa maior do que realmente é.
Talvez seja por isso que aquela ideia de que reinos podem cair faça tanto sentido. Porque reino, no fim, é só uma maneira bonita de falar de tudo aquilo que a gente acha que precisa permanecer de pé para continuar acreditando em alguma coisa. E eu já vi muita coisa cair. Já vi planos mudarem, pessoas mudarem, sentimentos mudarem. Já tive certeza de coisas que depois deixaram de fazer qualquer sentido. Então eu sei que nada é tão permanente quanto parece.
Mas existe uma diferença quando eu penso em você.
Se tudo aquilo que eu construí um dia deixasse de existir, eu provavelmente ficaria perdido por um tempo. Se o mundo mudasse completamente, eu teria que aprender a viver nele de novo. Se aparecessem mil motivos para eu pegar minhas coisas e seguir outro caminho, eu conseguiria fazer isso. Eu sei que conseguiria. Só que nenhuma dessas coisas mudaria uma coisa muito específica: eu ainda procuraria você.
E talvez seja isso que eu nunca soube explicar direito.
Não é que você seja a única coisa que existe. É que, no meio de tudo que existe, você é a coisa que faz sentido.
Tem uma diferença enorme nisso.
Eu não preciso imaginar uma vida onde tudo dá certo para querer você nela. Na verdade, talvez seja justamente o contrário. Porque qualquer pessoa consegue permanecer quando tudo está bonito, quando as coisas estão leves, quando ninguém precisa escolher nada difícil. O que me faz pensar em você é justamente a ideia de que, mesmo quando as coisas não fossem perfeitas, mesmo quando o mundo estivesse fazendo o possível para colocar distância entre nós, ainda existiria alguma parte de mim olhando para você e pensando que não vale a pena ir embora.
Reinos podem cair. Anjos podem chamar. A vida pode oferecer outros caminhos, outras pessoas, outras versões de tudo aquilo que eu achei que queria. E ainda assim existe uma possibilidade muito simples que continua sendo mais forte do que todas as outras: eu olhar para você e reconhecer alguma coisa que eu não encontro em nenhum outro lugar.
Talvez seja isso que eu veja nos seus olhos.
Não uma promessa de que você vai ficar para sempre.
Não uma garantia de que nada vai mudar.
Só você.
E, de algum jeito, isso já parece suficiente.
Porque quando eu olho para você, eu não sinto que encontrei alguém que vai resolver tudo. Eu sinto que encontrei alguém com quem eu não me importaria de enfrentar o que vier.
E talvez essa seja a forma mais honesta que eu encontrei de dizer.
Eu poderia perder muita coisa.
Poderia deixar muita coisa para trás.
Poderia até aprender a viver em outro lugar, com outra rotina, com outras pessoas e uma vida completamente diferente.
Mas se, no meio de tudo isso, eu ainda pudesse olhar para os seus olhos e reconhecer aquele mesmo lugar que reconheço hoje, eu acho que entenderia exatamente por que algumas pessoas simplesmente não vão embora.
Não importa o que caia.
Não importa quem chame.
Não importa quantas vezes a vida tente convencer a gente de que existe outro caminho.
Porque, às vezes, depois de procurar por tanto tempo, você finalmente encontra aquilo que estava procurando sem nem perceber.
E quando encontra, o resto deixa de ser uma questão de necessidade.
Vira escolha.
E eu escolheria você.
Passei tanto tempo tentando descobrir quem eu sou que só percebi uma verdade: aquilo que sinto quando amo também revela quem eu me torno. No amor, conhecemos o outro, mas também encontramos partes de nós mesmos.
-Jouberth Toffoli
Nem toda batalha merece uma resposta. Às vezes, o maior sinal de força é crescer tanto que quem tentou te diminuir passa a observar sua evolução em silêncio.
-Jouberth Toffoli
Maria, Maria … não é domesticável, nasceu para ser livre!!
Maria buscou tanto pelo mundo a fora e descobriu que não precisava ter ido tão longe, bastou olhar pra dentro de si!
E quando isso aconteceu, encontrou a leveza que precisava, a paz inabalável, a felicidade incondicional, o amor puro!
Por isso continuarei “mariando”!
É realmente fascinante ver gente gastando tanto tempo e energia odiando uma cor de pele, enquanto o alvo do preconceito segue brilhando, vencendo e ocupando espaços. Um esforço inútil e cansativo para tentar apagar o que é pura luz."
Por que nós gostamos tanto de ouvir música?
Desde pequenos ouvimos músicas, desde quando somos bebês já ouvimos a Galinha Pintadinha, O Mundo Bita e outras músicas, por que as músicas infantis nos ensinam. Depois que crescemos descobrimos nossos próprios gostos musicais, quais músicas gostamos e não gostamos. Às vezes até usamos a música quando sentimos sentimentos muito fortes.
Mas por que a música é tão presente em nossas vidas? Por que ela nos faz ficar mais felizes ou mais tristes? Por que ela é tão importante?
A música sempre foi muito presente na vida de muitos, por que ela ativa a dopamina, o hormônio ligado ao bem-estar, no nosso sistema nervoso. Como nosso sistema sempre busca dopamina - já que seus estímulos nos fazem sentir felizes e satisfeitos – e a música nos traz essa sensação, nós buscamos sempre ouvir mais música.
As músicas também ativam lembranças e sensações pelas quais passamos, por isso ao ouvimos, nós choramos ou sorrimos, por que nós lembramos dessas memórias/sensações, e isso ativa nosso sistema nervoso.
Desde muitos milhares de anos atrás a música tem um papel importante nas nossas vidas: Expressar sentimentos, ideias e unir as pessoas. Antigamente nossos antepassados a usavam para expressar aos deuses sua gratidão ou pedir algo, ou para rituais. Estudos apontam que ela exercita o cérebro e ajuda no raciocínio. Além de músicas calmas poderem diminuir a frequência cardíaca e ansiedade.
As músicas fazem parte do nosso cotidiano, e quando falo musicas me refiro a não só as músicas mas também as melodias e ritmos.
O Domo de Ferro enferrujou! Deve estar todo furado, rasgado ou remendado! É tanto míssil que passou!
Estou com tanto ranço da Globo que, automaticamente, ao ouvir"global", "Globo", globalizado", associo a coisas destrutivas.
Que possamos ser instrumentos de paz e de amor que o mundo tanto precisa, agindo na simplicidade, estendendo a mão ao próximo e transformando a oração em gestos reais de solidariedade.𓂃✍︎
"Senhor, fazei-me um instrumento de Vossa paz."
⋆⭒˚.⋆♡𓍼ོ𓂃
ོ𓂃
Talvez sejamos presunçosos ao pensar tanto no amanhã, como se ele nos pertencesse. O amanhã é apenas uma possibilidade ele só passa a existir de verdade quando abrimos os olhos e o encontramos.
Passamos tanto tempo tentando controlar o que ainda não aconteceu que, às vezes, esquecemos de viver aquilo que já está acontecendo. Planejamos o próximo passo, antecipamos problemas, criamos expectativas… enquanto o presente, silenciosamente, vai se tornando passado.
O amanhã não nos deve nada. Ele não é uma promessa, é uma oportunidade que talvez se apresente.
Por isso, talvez a sabedoria esteja menos em tentar dominar o futuro e mais em honrar o instante que temos nas mãos. Porque, quando o amanhã finalmente chegar, ele também será apenas um agora.
E talvez viver seja justamente isso: não ter certeza de que haverá amanhã, mas fazer do hoje algo que valha a pena ter vivido.
É tanto golpista que falta vítima! Às vezes, vítima e golpista são a mesma pessoa! A situação está tão crítica que alguns estão dando golpes em si mesmos!
DETER GENTE é coisa de fascista!
Por isso o gado Bolsominion está defendendo tanto a YPÊ! Duvidar por quê?
Pés perdidos
É tão difícil ser você mesmo?
Emoções falsas,
tanto esforço despendido em vão...
não, não adianta tentar esconder
o que vai em seu coração.
Seus olhos não mentem,
transparecem o que sentem...
o sorriso na sua boca costurado...
você nem percebeu: costurou errado.
Pés perdidos na direção incerta,
trilha que se esconde em névoa densa,
cada passo ecoa na alma deserta,
busca um rumo, uma luz intensa.
Caminho torto, vento a sussurrar,
segredos velados no chão jogados,
mas o coração insiste em pulsar,
na jornada de um ser obstinado.
Das sombras, um brilho pode surgir,
pés que se perdem, mas nunca cessam,
pois na perda, a força emerge,
e os sonhos na estrada se expressam caminhando em busca de um belo porvir.
Os pés... perdidos.... seguem qualquer destino,
machucados, buscam uma direção...
Quer saber a resposta pra tanta aflição?
É só você... você mesmo ser...
Sim... seja você mesmo, my friend...
se feliz - de verdade - quer ser.
O espirito dos construtores da torre de Babel continua presente em nossos dias. São tanto os que estão trabalhando para construir torres até os céus, buscando um nome, buscando uma posição nas alturas, trabalhando para o seu ministério; em contra partida, são poucos que como Jesus, buscam a cruz, buscam negar-se a si mesmo, buscam a vontade do Abba. A pergunta é: Você está construindo uma torre ou indo para cruz? Babel ou calvário? Para os que estão buscando Babel, o resultado será dispersão e confusão, mais para os que estão indo para o calvário, o resultado será ressurreição e pentecostes.
Não tenho medo que o povo chamado Metodista um dia deixe de existir, tanto na Europa como na América; mas tenho medo que existam somente como uma seita morta, tendo a forma de religião, mas sem poder.
