Ja Amei e não fui Amada
Quem é incapaz de governar seus desejos e resistir às tentações já é escravo, não de homens, mas de paixões que devoram corpo e espírito. A verdadeira liberdade começa no governo interior.
Às vezes, a alma parece chegar ao mundo já cansada, como se trouxesse nos silêncios o peso de despedidas que o tempo apagou e a eternidade não conseguiu curar.
O pior arrependimento é aquele que já não nos permite corrigir o que foi feito, ou deixamos de fazer.
A vida parecia bem mais simples, quando todas as categorias já estavam bem definidas. Deus era o mocinho, o Estado a ordem; e eu o vilão.
Aprender é como abrir as janelas da alma e deixar que a luz revele aquilo que, silenciosamente, já vivia dentro de nós. É descobrir que o conhecimento não se limita ao que os olhos veem, mas floresce também naquilo que o coração sente e a consciência desperta.
Ensinar é tocar outras almas com a delicadeza de quem acende uma vela sem apagar a própria luz. É despertar perguntas, semear possibilidades e ajudar cada pessoa a reconhecer as riquezas que carrega dentro de si.
Porque ensinar não é preencher vazios, mas revelar tesouros. Não é impor caminhos, mas oferecer luz para que cada um descubra o seu. E aprender não é apenas acumular respostas, mas ter a humildade de continuar perguntando, mesmo quando acreditamos saber.
O verdadeiro mestre não é aquele que se coloca acima de quem aprende, mas aquele que caminha ao lado, compreendendo que também tem muito a descobrir. Afinal, há ensinamentos que vêm dos livros, outros nascem dos encontros, e alguns só a vida é capaz de escrever na alma.
Porque o verdadeiro milagre do conhecimento acontece quando aquilo que aprendemos se transforma em luz para iluminar outros caminhos. Ensinar é deixar sementes que talvez floresçam muito depois da nossa passagem; aprender é permitir que essas sementes também transformem o jardim que existe dentro de nós.
No fim, o maior legado de quem ensina não está na quantidade de coisas que transmite, mas nas vidas que inspira a florescer. Porque o conhecimento pode abrir portas, mas é a sabedoria compartilhada que transforma destinos. E há algo de eterno em quem desperta a luz de outra pessoa: mesmo quando a sua presença se vai, aquilo que ajudou a florescer continua iluminando o mundo.
Você já parou para pensar que existe uma realidade muito maior do que nossos olhos conseguem enxergar? Como a própria tecnologia da ciência moderna tem revelado, o mundo invisível é maior e mais atuante do que imaginamos.
O “milagre” das ondas do rádio, da televisão e das transmissões por satélite encurtando as distâncias na comunicação nos faz imaginar quantas coisas ainda estão para serem descobertas neste maravilhoso universo em que vivemos.
Estamos mergulhados num oceano de energias regidas por leis naturais, que nos sugerem a existência de uma inteligência superior.
Ela nos criou e, com sabedoria, manifesta seu propósito por meio de leis que, apesar de invisíveis, agem em prol do progresso. Está na hora de superarmos o preconceito e buscarmos entender qual o propósito que esse ser superior – Deus, Jeová, seja qual for o nome que você lhe der – tem e para o qual estamos sendo conduzidos pela vida.
Você é única, eu também. Não existe duas pessoas iguais. Qual o objetivo dessa diversidade? Limitados em nossos cinco sentidos, como poderemos descobrir o que estamos fazendo aqui, de onde viemos e para onde vamos? Tais perguntas, que têm sido feitas desde que o homem começou a pensar, precisam ser respondidas. É chegado o momento em que a vida está revelando seus segredos. Mas, segundo dizia Jesus, só “para quem tem olhos de ver e ouvidos de ouvir.”
Desde o começo da nossa Era, os espíritos desencarnados se manifestam, interferindo na vida das pessoas. A Bíblia – o livro mais antigo e vendido do mundo – é uma coleção dessas manifestações; relata tanto as comunicações dos espíritos elevados como dos mais ignorantes.
Os espíritos superiores nos falam que fomos criados à semelhança de Deus e somos espíritos eternos. Nascemos ignorantes, mas com um potencial imenso dentro de nós, a fim de que tenhamos o mérito de conquistar a sabedoria ao desenvolver nossa consciência.
Nosso destino é, na medida que tomamos conhecimento da realidade, trabalharmos a favor da vida, contribuindo para a melhoria das pessoas e da sociedade como um todo, nos tornando úteis e nos integrando aos propósitos divinos. Dessa forma é que alcançaremos uma vida melhor e poderemos desfrutar de todo o bem que Deus nos destinou.
Portanto, está na hora de você se esforçar para sair do negativismo e da inversão dos valores em que nossa sociedade vive. Ela plantou em sua cabeça convicções que não são verdadeiras e limitam seu desempenho – afinal, é de acordo com elas que você age.
Melhore seu senso de realidade, sentindo o que vai em seu mundo interior. Ele lhe revelará sua verdadeira vocação, posicionando-a no seu verdadeiro lugar. Confie no que sente. Não confunda as emoções, que refletem as falsas crenças aprendidas, com seus verdadeiros sentimentos. Com treino e firmeza, logo saberá diferenciar uma coisa da outra.
Lembre-se de que é um espírito eterno e que dentro de você há um grande potencial (que é de sua responsabilidade desenvolver) que representa o preço para a conquista da sua paz e da sua felicidade.
Informe-se sobre as modernas descobertas da ciência, busque o autoconhecimento, trabalhe a favor da vida, aprecie a beleza em todas as suas formas. Dê a si mesma todo o bem que puder e sempre valorize o bem alheio, pois é nele que atraímos todas as coisas boas que desejamos, conquistar. Experimente e verá!
Zíbia Gasparetto
Você já parou para pensar que a cada dia encontramos pessoas novas em nossos caminhos?
Se sim, como se sente sobre essas pessoas, você geralmente gosta delas ou sente que a maioria é indiferente, como um complemento do caminho que está seguindo?
Pode ser fácil seguirmos nossas vidas no piloto automático e nos acostumarmos com uma realidade em que tudo é aleatório, sem um significado especial. Dessa maneira, acreditamos que a vida simplesmente acontece e que estamos a todo momento esbarrando uns nos outros.
No entanto, se fizermos uma reflexão consciente de nossas vidas, poderemos perceber que todas as pessoas que encontramos em nossas vidas tem um propósito em nossas jornadas.
Nenhum encontro é realmente aleatório ou sem significado especial.
Algumas pessoas têm a função de resgatar velhos hábitos que abandonamos, outras de ensinar verdades essenciais para nossas jornadas, e outras de despertar memórias que precisamos saber para seguirmos em frente com sabedoria e consciência. Algumas pessoas também podem ter a função de apenas nos atrapalhar ou dificultar nosso caminho.
Apesar disso, a mesma força divina dirige as vidas de todos nós. Nós nos movemos juntos a cada passo e confiamos uns nos outros no decorrer de nossos caminhos. Quando nos alienamos e perdemos a essência de que somos parte de um total, nos tornamos pessoas frustradas e sem sincronia. Porém, quando identificamos e aceitamos nossa conectividade, a vida começa a fluir com mais facilidade e luz para nós.
Como agora eu já reconheço que não existem meras coincidências, invisto minhas energias em apreciar a imperfeição do cotidiano, aceitando que tudo está acontecendo por um determinado motivo.
Uma coisa que eu observo através dessa visão da vida é que quanto mais entendo que todos ao meu redor estão lá por um motivo, mas fácil é eu me comunicar e com essas pessoas e seguir o fluxo da vida.
Se você deseja se tornar mais conectado com sua vida, interaja com as pessoas com a sabedoria de que elas não chegaram ali por obra do acaso.
Elas existem para cumprir um papel definido, quer você enxergue ou não.
Quanto mais nós reconhecemos a função e importância de todas as pessoas em nossas vidas, mais nos interessamos e passamos a apreciar aqueles que estão ao nosso redor!
O dia está só começando e eu já estou aqui para te dizer que boas notícias estão chegando.
A vida sempre no oferece uma oportunidade. Ela se chama hoje!
Política é como nuvem: você olha e ela está de um jeito; olha de novo e ela já mudou.
No Brasil, porém, parece que o céu político ficou permanentemente dividido entre dois extremos: de um lado, o PT; do outro, os bolsonaristas. No meio dessa tempestade de polarização, discursos radicais e uma crescente influência da extrema direita, surge um psiquiatra chamado Augusto Cury.
Será apenas coincidência?
Ou, diante de tanta confusão, o país finalmente está precisando de uma boa dose de reflexão?
Talvez não seja remédio que esteja faltando.
Talvez seja lucidez.
Tudo aquilo que você deseja já existe dentro de você. Acredite na sua força, na sua capacidade e no poder que existe em seus pensamentos e sentimentos. Você conquista aquilo que, de alguma forma, já começou a construir dentro de si.
Por isso, escolha com cuidado a energia que você coloca no mundo. Doe amor, espalhe alegria, cultive boas vibrações e tenha sentimentos verdadeiros e bons pelas pessoas. A vida, de alguma maneira, tende a nos devolver aquilo que oferecemos.
Seja amor. Flua amor. Espalhe paz, alegria, luz e boas energias. Porque aquilo que você emana não transforma apenas o mundo ao seu redor — transforma, прежде de tudo, a pessoa que você é.
Lembre-se: aquilo que você coloca no universo é parte daquilo que você traz de volta para a sua vida.
Acorde feliz, não porque a vida seja perfeita, mas porque o simples fato de despertar já é um presente.
Nem todo amanhecer traz respostas, nem todo caminho será tranquilo.
Mas reclamar não muda as tempestades que passaram.
Agradecer muda o jeito de atravessá-las.
Agradeça pelo que ficou, pelo que partiu, pelo que floresce e até pelo que ainda está por nascer.
Porque quando o coração aprende a agradecer,
até os dias nublados encontram um jeito de iluminar a alma.
Coitado do café...
Já me disseram que café faz mal,
que ataca a gastrite e escurece os dentes.
Mas vou te contar um segredo...
Maldade faz muito mais mal.
Problemas atacam a gastrite.
Preocupação tira o sono.
E tristeza escurece até os sorrisos mais bonitos.
O café?
Ele só acorda a gente para a vida.
Coitado do café...
Tem tanta coisa pior por aí que ninguém pensa em evitar!
Alguns sinais de que a vida tem me ensinado, em silêncio, a ser alguém melhor:
Já não respondo a tudo o que me fere.
Não porque me faltem palavras, mas porque descobri que nem toda reação merece nascer. Há silêncios que não são ausência de argumentos — são presença de sabedoria. Hoje, eu sinto, observo e escolho o que merece sair de mim.
Aprendi também a discordar sem transformar diferenças em batalhas. Nem todo pensamento contrário precisa ser vencido, nem toda opinião precisa ser convencida. Às vezes, basta ouvir, respeitar, compreender o que for possível e seguir o próprio caminho sem deixar atrás de si os rastros de uma guerra que nunca precisou existir.
Estou aprendendo a não guardar dentro de mim dores que o outro sequer soube que causou. Nem tudo precisa de confronto para ser curado. Algumas feridas pedem apenas silêncio, tempo e coragem para serem processadas. Sinto, compreendo, respiro… e deixo ir.
Nos dias difíceis, tenho aprendido a permanecer de pé mesmo quando ninguém vê o peso que carrego. Já não preciso que alguém reconheça a minha dor para que ela seja verdadeira. Existem batalhas que travamos em silêncio, lágrimas que ninguém testemunha e noites em que apenas nós sabemos o quanto foi difícil amanhecer.
E talvez um dos maiores aprendizados seja este: desejar o bem a quem me decepcionou. Não porque não tenha doído, nem porque tenha esquecido. Mas porque descobri que ressentimento é uma corrente invisível que mantém perto justamente quem eu já deveria ter deixado partir.
Perdoar, para mim, deixou de significar permitir que alguém volte a ocupar o mesmo lugar. Às vezes, perdoar é simplesmente fechar a porta sem bater, seguir em frente sem ódio e deixar que cada pessoa continue sua caminhada levando consigo aquilo que lhe pertence.
Hoje, compreendo que amadurecer não é sentir menos.
É sentir profundamente sem permitir que a dor escolha quem vamos nos tornar.
É aprender que algumas pessoas chegam para permanecer, outras chegam para ensinar e algumas precisam apenas passar.
E talvez a verdadeira liberdade esteja justamente nisso: olhar para tudo o que um dia me feriu, agradecer pelo que me ensinou e seguir em frente sem carregar ninguém no coração que já não cabe mais na minha vida.
Porque, no fim, a maior vitória não é provar que eu estava certo.
É chegar ao outro lado daquilo que me feriu ainda sendo capaz de reconhecer a paz quando ela finalmente chega.
