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Isso Ja Nao me Pertence mais

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"Se você quer perdoar, ceder, conceder, eu dou o maior apoio. MAS FAÇA ISSO POR VOCÊ, NÃO PELA OUTRA PESSOA..."

Não é fácil me descrever, por isso sempre digo a todos “me veja, converse comigo, e tire suas próprias conclusões”, não queria começar a falar sobre minha pessoa, com aquelas simples palavras “eu sou”, “eu faço”, “eu tenho” e por aí vai, queria realmente poder acabar com esses verbos tão clichês, mas sabe qual é o problema? Sem eles eu não vou conseguir me descrever, nem pela metade, então vamos ao que interessa.
Não gosto de ser observada, muito menos vigiada, preciso de espaço, e digo isso de todas às maneiras possíveis, não sou intrometida, não sei dar conselhos, minha sinceridade pode entristecer sua vida, vejo o mundo de forma realista, sou radical e teimosa, não existe meio termo, ou se faz direito ou não faz, organizada, perfeccionista, fria e calculista, mentira fria talvez, mas calculista, não mesmo, não falo com quem não me interessa, odeio hipocrisia e cinismo, apesar de me utilizar deste, quando quero ser irônica.
Gosto do incomum, daquilo que não existe, o melhor lugar do mundo? É tão bom que foge de mim, pois ainda não o encontrei, pergunto se você está bem apenas uma vez, sei escutar, sem interromper, não me deixo levar pela aparência, não sou filantropa, só ajudo a quem amo, não sei falar sobre meus sentimentos, ou seja, não peça para me declarar, isso realmente não dará certo, meu silêncio vale mais que uma palavra, meu olhar, não esconde o que gostaria de esconder, se te odeio é porque você não merece que te ame, não me valorizo, sou otimista com amigos, já comigo mesma...
Sou estranha, e adoro isso, não faço questão de ser normal, não me importa com a opinião do próximo, pois já me importei demais com isso, não digo o que penso, porque sei que pode machucar, sou calada, tímida, e tenho vergonha alheia, você já parou para olhar esse mundo hoje? Cara... É de arrepiar, tanta babaquice, não sou patriota, gosto de aprender sempre muito mais sobre os distúrbios mentais, já cheguei a pensar que talvez fosse um projeto de psicopata.

Eu não sou de falar muita coisa, o meu silêncio faz isso por mim.

Isso é escrever. Tira sangue com as unhas. E não importa a forma, não importa a "função social", nem nada, não importa que, a princípio, seja apenas uma espécie de auto-exorcismo. Mas tem que sangrar a-bun-dan-te-men-te. Você não está com medo dessa entrega? Porque dói, dói, dói. É de uma solidão assustadora. A única recompensa é aquilo que Laing diz que é a única coisa que pode nos salvar da loucura, do suicídio, da auto-anulação: um sentimento de glória interior. Essa expressão é fundamental na minha vida.

"O que importa não é o que os outros fazem comigo, porque isso não afeta a mim. E sim, o que eu faço com os outros, porque assim estou me auto-destruindo.

Indireta é isso: uma “não conversa” que só mostra a sua preocupação exacerbada (e inútil) em relação ao fato.

Não acredite em conto de fadas, sempre acabam felizes mas não são reais, por isso não se julgue um príncipe encantado. Viva a vida sempre com os pés nos chão, sonhar é permitido mas se iludir jamais, não prometa o que não pode cumprir, não faça o que não é do seu feitio, não mude seu jeito de ser mas se a mudança lhe for favorável que mal tem ? Aceite conselhos e sugestões, deixe seu orgulho de lado, não tenha medo de pedir perdão, errar é humano e perdoar é sábio.
Não viva a vida como se fosse o último dia pois assim não terá motivos para se viver o amanhã, viva como se fosse o primeiro pois terá motivos, sonhos e desejos a se realizar, amigos a se fazer, coisas a se aprender e conquistas a se realizar. Lembre-se que o seu sonho pode não ser único e o tempo irá cuidar para que encontre a metade que falta em você, e quando encontrar cuide, ame, valorize. Não deixe que acontecimentos banais o atrapalhe, haverá barreiras, a vida lhe ensina a ser forte e você irá conseguir derruba-las. Encontrar a felicidade é consequência de seus atos, o difícil mesmo será mate-la, devemos nos blindar contra dificuldades, não deixe que pequenos momentos de tristeza acabe com uma vida de felicidade, ninguém nasce para viver na tristeza então erga a cabeça sem empinar o nariz e se supere. A vida é feita de escolhas e a sua é você quem faz, atitude é essencial. Não se esqueça dos seus erros assim não esquecerá das lições que aprendeu com eles.

Não sei o que sinto. É por isso! Por isso não sei como manifestar, não sei o quê manifestar.

Perai,Ta tudo errado,Ta tudo ao contrario..como isso aconteceu?!
isso não era aqui,e aquilo nao poderia estar ali,o que aconteceu?! meu mundo tá ao contrario e eu so fui perceber isto agora?! Que mudanças...repentinas...há de acabarem! Muda denovo,por favor,o tempo todo.

Não sou nada,
Não posso ter nada,
Não quero ter nada,
À parte isso,
Tenho todos os sonhos do mundo.

"Gosto das palavras. E do silêncio. Por isso me chateia quando não nos deixam confiar nelas, quando não dão espaço a ele."

Não empreste sua mente e seus ouvidos para fofocas, isso facilita a entrada de intrigas e desamores na sua vida.

Rock'n'roll é o grito da alma, onde cada um tem a sua; isso vive-se; não importa a maneira, mas a intensidade com que tua alma grita!

Eu não lamento ter te conhecido.
Nem que isso tenha me feito questionar tudo.
Porque foi você quem fez eu me sentir mais vivo.

@cicerolaurindotextos

Não canso de sentir tudo isso por você!

As palavras são como remédios. Anestesiam a dor, mas não curam as feridas. Por isso, escrevo.

Vivo sonhando, em todos os sentidos; só não sei se isso é bom ou ruim.

Os barcos estão seguros se permanecem no porto, mas eles não foram feitos para isso.

Acho bonito quem tem orgulho de ser gente. Porque não é nada fácil, eu sei. Por isso continuo princesa. Continuo guerreira. Continuo na lua. Continuo na luta. No meio do caos que anda o mundo, aceitar é ser feliz.

Ando na fase dos nãos. Talvez eu não quisesse passar por isso, mas ainda não encontrei um atalho, um desvio qualquer que fosse, desse tal destino que nos é entregado sem qualquer opção de escolha. Odeio o destino, odeio não ter controle, odeio não poder escolher os dias sem compromisso, os encontros que poderiam esperar pelo momento certo. Acredito que Deus tenha feito um ótimo trabalho com o mundo, mas e eu? E o mundo com milhões de “eus” e “outros” que carrego dentro do corpo? E os dias em que chove e meu pneu fura a mais de 50km de casa? E os domingos tão pacatos em que não saio e nem ao menos consigo escrever? E os compromissos em que me atraso porque não consegui decidir por uma roupa? Eu penso sobre inúmeras coisas. Penso se da mesma forma que eu olho o céu procurando Deus, será que alguma vez Ele olhou para baixo me procurando? Será que Deus orou para seu Deus por mim? Que fé Deus tem em nós? Por que essa dolorosa fase dos nãos? Do meu não-sentir, não-pedir, não-ir, não-falar, não-acreditar, não-seguir, não-responder, não-suplicar. Não arrisco, porque eu não tenho mais nenhuma crença. Não duvido, porque até o perigoso pensar das dúvidas me incomoda. Não olhar, não retribuir um olhar que me fita com alguma esperança. Não ser recíproca, porque eu tenho tão pouca coisa para dar, para partilhar, embora que o outro tenha tanta miséria também, mas ter um monte de nãos na boca, nos gestos, no falar, não é ainda mais miserável do que qualquer outra coisa? Não ir, não estar pronta para os novos amores e amigos. Não cogitar uma mudança. Não dar a possibilidade de chegarem muito perto. Não dormir, ter medo do escuro. Não acordar, ter receio da luz que pode mostrar as marcas da minha face. Não responder, dizer uma besteira que me faça ainda menor, ainda mais negativa. Não mexer, não limpar, não se desfazer das cinzas que transbordam o cinzeiro, da poeira que se agarra com as unhas nos quadros da sala, da maresia que deixa o vidro da janela encoberto, das frutas que amanhecem por dias seguidos sobre a bacia na mesa, das manchas de café na camisola ou no chão do escritório. Não dizer não ao não. Me acomodar a essa vontade do não mudar, do não orar por qualquer salvação.