Isso Ja Nao me Pertence mais
Caso amanhã eu não esteja mais aqui, eu quero que você se lembre do dia em que eu consegui fazer você sorrir e que isso te faça lembrar de um pedacinho da minha eternidade no tempo em que estive perto de você. Porque, caso amanhã eu não esteja mais aqui, quero que o tempo não apague o que eu realmente senti por você. Porque, caso amanhã eu não esteja mais aqui, quero que saiba que você foi a certeza em um mundo que me apresentou dúvidas. Porque, caso amanhã eu não esteja mais aqui, saiba que meu espírito seguirá te protegendo e te guardando. Porque, caso amanhã eu não esteja mais aqui, quero que saiba que cada "não" que te disse era a minha maneira de demonstrar o quanto me importava com você. Caso amanhã eu já não esteja mais aqui, quero que saiba que cada estrela no céu guarda os sonhos e alegrias que desejo para você; basta olhar para o alto. E, caso amanhã eu não esteja mais aqui, ainda assim você estará em mim para todo o sempre.
Dê graças a Deus que você não faz mais parte desse sistema! É libertador deixar de ser apenas mais um "Maria vai com as outras" em um meio onde a opinião própria é vista como rebeldia. O cenário atual mostra um exército de pessoas que abdicaram da própria inteligência para viver apenas do que o pastor dita no altar, transformando a fé em uma coleira invisível.
Essa ausência de pensamento crítico transborda para a vida pública. É nítido como muitos entregam sua consciência política nas mãos de lideranças, votando cegamente em quem o pastor manda, como se a urna fosse uma extensão do dízimo. Além disso, chega um ponto em que a lógica grita mais alto: é difícil levar a sério, em pleno século XXI, um livro que narra serpentes falantes enquanto se ignora a realidade científica e social à nossa volta.
A hipocrisia nesse meio não é apenas um detalhe, é a base da estrutura, e ela se manifesta de formas cruéis:
O "Amor" Condicional: Pregam um amor ao próximo que tem prazo de validade. Na prática, destilam ódio e intolerância contra qualquer um que fuja dos seus padrões rígidos, seja por orientação sexual, escolhas de vida ou por professar uma fé diferente.
O Jejum de Coerência: Possuem olhos de águia para condenar os pecados alheios, mas tornam-se cegos e "passam o pano" quando seus pastores são flagrados em esquemas de corrupção, lavagem de dinheiro ou escândalos morais.
A Exploração da Fé: Através da Teologia da Prosperidade, vendem Deus como se fosse um corretor de investimentos. Tiram o pouco de quem nada tem para sustentar o luxo faraônico de líderes que vivem como reis, sob o pretexto de uma "bênção" que nunca chega para o fiel.
A Bíblia como Conveniência: Usam o livro sagrado como um cardápio. Escolhem leis levíticas arcaicas para julgar e excluir o próximo, mas ignoram solenemente os pilares da humildade, da partilha e do "não julgueis" que deveriam, em teoria, ser a base de sua crença.
Sair desse ciclo não é perder a fé, é ganhar a própria liberdade de pensar.
Arrisque mais agora, para não ter de corrigir depois; não aguarde convites, produza o acontecimento.
Uma fã me disse,
que as moças preferem os mais velhos, não soube explicar,
só soube se declarar,
não sabe ela,
que meu coração,
não pode ser dela!
Não confunda respeito com compaixão. o que mais deprime um idoso ou qualquer pessoa com mobilidade reduzida é ser tratado com compaixão, muitas vezes a compaixão aproxima-se da falta de respeito.
Mulheres amadurecem mais cedo e não costumam trocar o curso universitário que escolhem. No entanto, ao contrário dos homens, que já devem ser estabilizados aos 30 anos, a estabilidade feminina ocorre por volta dos 40 anos de idade, pelo fato da maioria das mulheres não se alistarem em serviço militares.
Quem valoriza o trabalho não remunerado também irá valorizar o trabalho remunerado por mais simples que seja.
As pessoas mais fortes não são aquelas que vivem em meio às multidões buscando a aceitação de todos. São as que aprendem a conviver com a solidão e a viajar e mergulhar para dentro de suas próprias almas.
Uma vez namorei um escritor a quem, certa manhã, comuniquei os desejos mais profundos: quero não ser. Sem entender, disfarçou, riu e fitou a atenção para outro assunto. Escritor de araque! Se fosse escritor mesmo, saberia exatamente onde é esse não-lugar em que não se é! Onde não se vai para não ser! Saberia exatamente que caminho trilhar, pois, para ter desejo de escritor, deve-se não ser.
E, ao não ser, saberás da existência do vazio, do real. Saberás que ali, onde não se é, é que é a vida. Conhecerás os mundos profanos que teus leitores esperam — se o autor espera apenas leitores, espera em vão. Pode ler-me, mas será capaz de decifrar-me?
Afinal, de que servem as palavras senão para esconder aquilo que, de dia, se expressa no brilho ofuscante, no branco ríspido que reflete o sol nas superfícies dos átomos terrestres: a pura natureza divina? E, à noite, na vasta imensidão cósmica, a alma, em sincronia com o mar de energia, que viaja em busca de sentido e significado?
Se crês que, com esta viagem, desfrutarás apenas daquilo a que se chegou, és um homem enganado, que desperdiçou seu bilhete único simplesmente por não olhar pelas janelas do vagão.
O EGO ESPIRITUAL: A MÁSCARA MAIS BONITA DA VAIDADE.
A mais sofisticada das vaidades talvez não seja aquela que deseja ser admirada pela aparência, pelo dinheiro, pelo poder ou pelo conhecimento. Há uma vaidade ainda mais difícil de reconhecer: aquela que se veste de humildade, fala em amor, utiliza palavras de paz e acredita já ter alcançado uma consciência superior.
É o ego espiritual.
O ego não desaparece simplesmente porque alguém começa a buscar a espiritualidade. Ele pode apenas mudar de linguagem, de vestimenta e de objeto. Aquilo que antes desejava possuir pode passar a desejar compreender. Aquilo que antes queria exibir como riqueza pode querer exibir como sabedoria. E a antiga necessidade de superioridade pode reaparecer sob uma aparência aparentemente mais nobre.
Por isso, o autoconhecimento verdadeiro exige uma vigilância que não se limita àquilo que fazemos de errado. É preciso observar também aquilo que fazemos de certo e, sobretudo, o sentimento que nasce dentro de nós quando percebemos que fazemos alguma coisa considerada boa.
ELE NÃO MORRE: MUITAS VEZES, APENAS TROCA DE ROUPA.
O ego pode abandonar a necessidade de ser o mais rico, o mais bonito, o mais desejado ou o mais poderoso e começar a desejar ser o mais consciente, o mais desperto, o mais evoluído, o mais puro ou o mais espiritualizado.
A estrutura permanece.
Antes, queria estar acima dos outros pelas posses. Agora, quer estar acima deles pela suposta evolução espiritual.
Antes, buscava reconhecimento pelo que possuía. Agora, pode buscá-lo pelo que acredita ter compreendido.
A mudança verdadeira não está em trocar o objeto da vaidade, mas em transformar a necessidade íntima de superioridade.
A espiritualidade não deveria constituir um novo degrau para o orgulho. Deveria justamente revelar ao Espírito a necessidade de descer do pedestal em que ele próprio se colocou.
QUANDO A ESPIRITUALIDADE PRECISA DE PLATEIA.
Existe uma diferença profunda entre compartilhar uma experiência espiritual e necessitar que os outros reconheçam nossa espiritualidade.
Quando a vivência interior depende constantemente de aprovação, elogios, reconhecimento ou admiração, talvez ainda estejamos mais preocupados com a imagem que construímos de nós mesmos do que com a transformação que precisamos realizar.
A verdadeira renovação moral não necessita de testemunhas permanentes.
Quem realmente procura melhorar não precisa anunciar a cada instante que está melhorando.
Há virtudes que amadurecem justamente no anonimato: a paciência que ninguém percebe, o perdão que não é publicado, a renúncia que não recebe aplausos, a caridade que não precisa de fotografia e a luta íntima contra um defeito que somente a própria consciência conhece.
É nesse território silencioso que a espiritualidade começa a deixar de ser discurso para tornar-se experiência.
QUANDO UM DOGMA É TROCADO POR OUTRO.
Também existe o risco de abandonar uma estrutura religiosa apenas para construir outra dentro de nós.
Mudam-se os símbolos, os hábitos, as palavras e as referências, mas permanece a necessidade de determinar quem está certo e quem está errado; quem despertou e quem ainda dorme; quem conhece a verdade e quem permanece na ignorância.
A prisão pode mudar de aparência sem deixar de ser prisão.
O problema não está necessariamente no ritual, na alimentação, na roupa, na prática espiritual ou em qualquer escolha pessoal. O problema surge quando essas coisas deixam de ser instrumentos e passam a funcionar como critérios para medir o valor espiritual das pessoas.
A forma não pode ocupar o lugar da essência.
O Espírito não se torna moralmente superior porque adotou determinado comportamento externo. A transformação espiritual precisa alcançar a consciência.
A SUPERIORIDADE DISFARÇADA DE COMPAIXÃO.
Talvez uma das máscaras mais delicadas do ego espiritual seja aquela que se apresenta como compaixão.
É possível olhar para alguém e pensar: “Ele ainda não despertou.”
Pode-se dizer que determinada pessoa está “adormecida”, “inconsciente” ou “em uma vibração inferior” e, sem perceber, transformar uma ideia espiritual em instrumento de superioridade.
A compaixão verdadeira não contempla o outro de cima para baixo.
Ela reconhece que cada Espírito possui seu próprio caminho, suas próprias lutas, suas limitações e suas possibilidades de crescimento.
Aquele que compreende alguma coisa não se torna proprietário da verdade. Torna-se, antes, responsável pelo modo como utiliza aquilo que compreendeu.
Quanto maior o conhecimento, maior deveria ser a responsabilidade.
Quanto maior a percepção das próprias imperfeições, menor deveria ser a necessidade de julgar as imperfeições alheias.
QUANDO A ESTÉTICA OCUPA O LUGAR DA ÉTICA.
Há uma espiritualidade que pode ser reconhecida pelos objetos que utiliza, pelas palavras que pronuncia e pelas imagens que produz.
Mas a verdadeira espiritualidade precisa ser reconhecida principalmente pela maneira como alguém trata as pessoas quando não está sendo observado.
Incensos, livros, símbolos, pedras, orações, meditações, roupas, ambientes silenciosos e paisagens contemplativas podem acompanhar uma busca interior. Nenhum desses elementos, porém, substitui a transformação moral.
É relativamente fácil falar sobre paz.
Mais difícil é permanecer pacífico diante de uma provocação.
É fácil falar sobre perdão.
Mais difícil é não alimentar ressentimento quando somos feridos.
É fácil defender o amor.
Mais difícil é praticá-lo quando o outro pensa diferente de nós.
É fácil contemplar uma paisagem em silêncio.
Mais revelador é lavar a louça sem reclamar, ouvir alguém sem interromper, admitir um erro sem criar justificativas e fazer o bem quando ninguém saberá que fomos nós.
A espiritualidade verdadeira não precisa de cenário extraordinário.
Ela precisa de consciência.
O PERIGO DE TRANSFORMAR O AUTOCONHECIMENTO EM AUTOADORAÇÃO.
O autoconhecimento pode tornar-se outra forma de narcisismo quando a pessoa passa a observar a si mesma não para corrigir-se, mas para admirar a própria suposta profundidade.
É possível conhecer os próprios mecanismos psicológicos e continuar escravo deles.
É possível falar incessantemente sobre consciência e permanecer inconsciente diante das próprias atitudes.
É possível estudar espiritualidade durante anos e ainda não ter aprendido a pedir desculpas.
O conhecimento de si somente se converte em crescimento quando produz consequência moral.
Não basta descobrir quem somos.
É necessário perguntar o que estamos fazendo com aquilo que descobrimos.
A ESPIRITUALIDADE QUE DEVOLVE O SER AO MUNDO.
A espiritualidade autêntica não nos retira da realidade para criar uma identidade superior. Ela nos devolve à realidade com maior responsabilidade.
Depois da oração, ainda existe a família.
Depois da meditação, ainda existem os conflitos.
Depois do estudo, ainda precisamos conviver.
Depois de uma experiência profunda, ainda precisamos trabalhar, cumprir compromissos, enfrentar limitações, cuidar dos outros e lidar com nossas próprias imperfeições.
É justamente aí que a espiritualidade demonstra sua autenticidade.
Não naquilo que conseguimos sentir durante alguns minutos de elevação, mas naquilo que conseguimos modificar quando a vida volta a nos contrariar.
A prova da transformação espiritual não está somente na experiência extraordinária.
Está no cotidiano.
UM ALERTA À CONSCIÊNCIA.
O ego espiritual pode fazer-nos acreditar que sempre falta alguma coisa para nos tornarmos especiais: mais conhecimento, mais iniciações, mais experiências, mais práticas, mais reconhecimento, mais sinais de evolução.
A espiritualidade, porém, não deveria alimentar a necessidade de sermos especiais.
Deveria ensinar-nos a sermos verdadeiros.
Se precisamos provar que somos espirituais, talvez ainda estejamos preocupados demais com a aparência daquilo que desejamos ser.
Se precisamos provar que despertamos, talvez ainda devêssemos perguntar por que precisamos que os outros reconheçam o nosso despertar.
Se precisamos anunciar que somos paz e amor, talvez seja justamente nesse momento que devamos silenciar e observar nossas próprias reações.
O ego também sabe falar mansamente.
Também sabe utilizar palavras bonitas.
Também sabe citar a paz.
Também sabe vestir-se de humildade.
Por isso, a vigilância interior precisa ser mais profunda do que a aparência.
A verdadeira espiritualidade é simples porque não precisa construir um personagem.
É silenciosa porque não depende de aplausos.
É humilde porque não necessita sentir-se superior.
É prática porque não se satisfaz com conceitos.
E é profundamente humana porque não nos afasta do mundo, das pessoas e das responsabilidades.
Ao contrário: quanto mais o Espírito compreende a própria realidade, mais aprende a servir sem ostentação, amar sem posse, perdoar sem humilhar e caminhar sem precisar colocar-se acima de ninguém.
Talvez o sinal mais seguro de uma transformação espiritual não seja a pessoa dizer que encontrou a luz.
Talvez seja simplesmente perceber que ela já não precisa convencer ninguém de que a encontrou.
Imagem ilustrativa: uma pessoa sentada em silêncio diante de um espelho, em um ambiente sereno e iluminado por uma luz suave. No reflexo, a aparência exterior se desfaz gradualmente, revelando uma expressão humilde e consciente. Ao fundo, há elementos discretos de espiritualidade, como uma vela acesa e uma paisagem natural, simbolizando a busca interior sem ostentação.
Marcelo Caetano Monteiro.
#vaidade #ego #Falsidade #doencas #sociedade #euinterior
Faça da sua vida o que bem entender, só você pode responder pelos seus atos, mais ninguém! Não deixe que te digam o que fazer, pois ninguém coloca comida na sua mesa e paga suas contas! Porém preste muita atenção, pois todo mal que fizer ao próximo virá em dobro pra você.
Se temos o poder de colocar pessoas como o Neimar no topo dos mais ricos, por quê não utilizamos os mesmos poderes para colocar os corruptos fora do governo? Eu sinceramente não entendo essa inversão de poderes do ser humano!
Temos cada dia mais a necessidade de mostrarmos aquilo que não somos para pessoas que não amamos, pois quem ama de verdade aceita o outro do jeitinho que ele é.
Estou naquela fase do quer está ótimo, não quer está melhor ainda. Não corro mais atrás, não fico bajulando ou muito menos forçando a barra para que alguém se mantenha na minha vida. Hoje meu rritmo é outro e minha prioridade é preservar o pouco de paz que eu já conquistei. As pessoas que me amam continuarão ao meu lado, compreendendo minhas imperfeições, mas para aquelas que não compreendem, meu tempo se tornou muito precioso para eu ficar dando justificativas.
*Para Mateus e Mariana*
sei que vocês
não cabem mais
em meus braços.
cresceram.
estão pesados de mundo
e de sonhos.
mas no meu abraço,
ah, no meu abraço
vocês se encaixam
perfeitamente.
sempre couberam.
sempre vão caber.
*(Saul Belezza )*
Não tenho mais aquela eloquência ao teu ouvido,
não nos abraçamos mais com carinho,
não nos beijamos mais com desejo.
Nossa conchinha se separou,
ficou um espaço frio no meio da cama,
onde antes cabia o mundo.
Nossas gargalhadas não têm mais graça,
viraram riso sem vontade,
só pra disfarçar o silêncio.
Nosso banho é cada vez mais curto,
antes era demora,
agora é pressa de sair.
E o nosso amor...
esse nosso amor?
onde foi que a gente se perdeu
dentro da própria casa?
A gente ainda se ama,
ou só tem medo de admitir.
*- Saul Beleza*
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