Isso Ja Nao me Pertence mais
A minha (impulsividade) já me fez cometer alguns erros.
Mas foi graças a ela!?
Que eu aproveitei a maioria das melhores oportunidades da minha vida!
Quem muito pensa;
Pouco faz.
A gente já se veste de quase.
Quase casados, quase lá…
mas o sentimento é inteiro, há tempos.
O amor já mora aqui: no jeito de olhar, no toque leve,
no silêncio que entende e no riso que sempre volta.
Agora é só esperar o tempo nos alcançar.
Falta um mês.
E quando ele chegar,
vai ser só mais uma forma bonita
de chamar o que a gente já é.
Flor da nova paixão:
Quando você sente o oceano se movimentar
Você sente o cheiro da flor
Já dizia o poeta
O amor tem um manual verdadeiro
A explicação não existia
Mas uma nova paixão está vindo
Um senhor chegou pra mim e falou:
- Não desista meu filho, lute sempre
Significa que essa é a flor da nova paixão
Se abrindo aos meus braços
Suas pétalas são resistentes, não sangraram
Isso mostra que uma nova paixão já está sendo seduzida para o desenvolvimento
Quem acha que já sabe tudo, estagna. Mas quem escolhe aprender sempre, torna-se perigoso — porque carrega consigo o poder de ensinar o mundo a pensar diferente.
Tenho permitido que os desafios do presente me façam esquecer as bênçãos que o Senhor já me concedeu?
Fantasia
Já me senti um anjo
Com meiguice de criança
Já fui pássaro
Criei asas e voei
Fui a esperança.
Fui até sereia
E nesse mar te encantei
Fui tempestade
Arrancaram minhas asas
E não desanimei.
Fui chuva
Só para te molhar
Fui sombra
A te proteger do sol
Fui a força de um girassol.
Fui tanta coisa
Agora sou a serenidade
De uma noite calma
Sonhos flutuantes
Tranquilidade.
Dormir com cheiro de paz
Acordei na hora certa
Coisa boba
Apenas fantasia de poeta
A porta do coração está aberta.
Meu olhar diz:
Já quebrei,
já chorei,
já renasci.
Modo 'forte mas humana' ativado
(e sim, tá dando trabalho)...
Mas olha só:
ainda tô aqui.
TU
Sei que cheguei atrasado...
Tu já tinhas partido...
Vi o mar engolir teu barco...
Sentei,pensei..mas nada mudou...
Te perdi...
Pedi..implorei,não sei a quem ...
Para voltares...
Mas nada aconteceu...
Derrotado ..arrasado,olhei o mar...
Tive uma resposta...
Por vezes partimos,mas estamos sempre...
E cada vez mais presesntes
Na vida de quem amamos...
Minha timidez me impedia de interagir com os colegas da repartição. Parecia que todos já estavam inseridos em grupos ou tinham amizades sólidas formadas. Como eu não sabia me aproximar e quebrar essa barreira, me isolava ficando na praça com um livro como se estivesse em uma leitura envolvente, o que nem sempre era real.
Meus pensamentos me levam a lugares onde já estive, só que agora aquela criança que esteve naquele lugar já não e mas tão criança assim. Alguns dias vou visitar esse lugar em meus pensamentos, um dia mas leve outro dia para refletir ou apenas para admirar a beleza que era aquele lugar.
Já diz, há muito tempo o, antigo ditado, de que "mineiro come quieto"...
E, descobri que ele come sim quieto e que por isso come duas vezes...
Uma, quando come..., e a outra quando descobrem...!
Eu já estou morto.
Ao escrever este poema, sou apenas um cadáver que teima em segurar a caneta.
Não sei o dia, nem a hora de quando eu morri —
talvez na juventude, talvez no primeiro verso, talvez no primeiro amor que não me amou.
E é isso.
Estou morto, e não há mais volta.
Ninguém chorou.
Não houve velório, nem lamentos, nem lápide com meu nome.
Morri e continuei vivo, preso ao corpo como se ele fosse meu.
Sem céu, nem inferno.
Após a morte, só há o hábito de existir,
onde meu cadáver se senta a escrever
como quem cava a própria cova
com uma colher de chá.
Continuei a fazer as coisas de quem vive:
amar sem saber o que é amor, crer sem fé, desejar sem saber por quê.
Morto, mas não suficientemente;
vivo, mas não inteiramente.
Sem saber se invento a vida ou se ela me inventa.
Morri sem testemunhas.
Nenhum mau cheiro, nenhum adeus, nenhum vestígio.
E o pior: nem eu mesmo percebi.
O Mendigo de Si
Tenho um teto — eis a concha,
mas o caracol já partiu.
Quatro paredes me cercam,
mas nenhuma me contém.
Tenho uma cama — é porto,
mas o barco não chega a si.
Meus lençóis envolvem o corpo,
mas a alma foge em segredo.
Tenho amigos — bons, presentes —,
e, ainda assim,
minha solidão fala mais alto
que todas as vozes ao redor.
Tenho família — carinhosa, constante —,
mas algo em mim duvida
do amor que recebo.
Talvez por nunca me sentir digno.
Tenho fé — rezo, creio, suplico —,
mas a esperança é fruto
que apodrece na mesa posta.
Acredito em Deus,
mas duvido de mim.
Não me falta coisa alguma.
Falta-me o ser que as coisas têm.
Até o pão que como
tem o gosto de outro pão —
um que ninguém me dá.
Pergunto-me, sem resposta:
se tudo em mim é empréstimo,
quem sou eu quando não peço?
Sou um mendigo de mim,
perdido no que me sobra.
E, se um dia me acharem,
que me devolvam a alma.
Ah, não é ingratidão,
nem demência, nem soberba.
É possuir tudo —
e, no fundo do peito, descobrir
que nada se tem.
Não me falta o pão,
nem o teto, nem o abraço.
Falta-me o gosto de existir.
Tudo me sobra —
e, mesmo assim, falta-me o nome
do que perdi antes de possuir.
Talvez não exista esse “eu”
que espero reencontrar
como quem acha as chaves
no bolso de um casaco antigo.
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