Isso Ja Nao me Pertence mais

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O sol da praia durante o dia é maravilhoso, mas já sentou na areia da praia em uma noite de lua cheia?

Já caminhei por dentro das minhas próprias sombras e quase me perdi nelas. Mas escolhi renascer. Hoje sou uma mulher de coragem silenciosa, de sorriso leve e alma indomável.


Feita para proteger, amar e enfrentar o que vier.

​"Antes dos seus pés tocarem o chão, a graça já pavimentou o caminho. Respire gratidão: o Arquiteto da sua manhã não comete erros."

"Troquei a pressa de ter tudo pela calma de já ser o suficiente."

"Recusei o convite para o caos alheio; meu banquete de silêncio já estava servido."

“O amor é liberdade compartilhada; quando exige submissão, já começou a abandonar a linguagem do amor.”

Virada de ano novo


As pessoas estão preocupadas com o fim do ano, e já estão se preparando para a virada do fim do ano com seus planos de roupa nova, desejos novos, planos desenhados às pressas. Mas o que adianta você entrar num novo ano com coisas novas, SE VOCÊ NÃO VAI ENTRAR NUM NOVO EU? Você muda de estação, mas a mentalidade continua velha, sem reflexão nenhuma da sua vida, só que nada disso importa se o “eu” que atravessa a meia-noite continua preso aos velhos hábitos errôneos. O calendário muda, mas a vida não acompanha quando a mente permanece estacionada. A verdadeira virada não acontece no relógio; acontece dentro do coração, quando decidimos nos tornar novas criaturas e renovar a própria maneira de ser. A data é só cenário. A mudança real é quando você permite que uma nova versão de si mesmo desperte. É essa virada interna que transforma qualquer ano em um recomeço.

Sabedoria é mudar aquilo que a gente puder mudar pra melhor, pois pra estragar o Mundo já tem gente demais

Os ponteiros da ampulheta mandam avisar
Que a locomotiva que reboca o trem das horas já passou
O gelo derreteu no Pólo Sul
E o Céu azul desta serena tarde
Dentro em pouco, já nem arde
dos primeiros que chegaram,
nada permanece
A grama cresce, o tempo passa, o vento já soprou
toda fumaça que passou pela chaminé
Que ontem foi demolida
O couro da pulseira
do teu luxuoso relógio de ouro
ressecou
Juntamente com todos teus demais tesouros
Se era apenas isto que juntaste em vida
As notícias escritas no rodapé dos calendários
Creio que sejam um tanto ruins
A passagem do tempo não tem retrocesso
O Palácio desaba, havia algo mais, escrito no verso
das páginas que tanto leu, acho que você nem viu
Um dia o tempo acaba
Indiferente ao fato de não ter fim

O amor é a incapacidade de ser um quando já se é dois.

Já fui menino
Andando de braços abertos
Em cima de muros altos
Avesso a qualquer redoma
Incauto e descalço
Um gênio sincero
À espera ingênua
da imensa luz que dissipasse as sombras
E somasse sempre aos sonhos
Desenlaces concretos
Menino inquieto
Que um dia caiu de nuvens
Levantou-se
E sem chorar foi seguindo a vida
Alheio às coisas do mundo
Crédulo e feliz
A cada nova jura
Num tempo que não jura nada
Mas cumpre
A cada ameaça que porventura
Tenha vindo acompanhada de sorrisos
Sou menino perdido ainda
Atrasado na tarefa de crescer
Prefiro morrer assim
Não quero que digam no final
Que eu tenha sido igual a eles.

Edson Ricardo Paiva.

Quando a pergunta é boa, a gente consegue deixar de lado velhas ideias que já estavam fixas na cabeça.
Perguntar sobre quem somos, qual o sentido da vida e o que é real nos ajuda a entender melhor como as pessoas se relacionam com o mundo.

“nada ainda foi degustado, mas tudo já foi bebido na experiência do beber”.


Antes do ato, já existe a memória do ato. Antes do primeiro gole, o corpo já atravessou outros cafés, outras tardes, outras versões de si. O tempo deixa de ser linha reta ou escada a ser vencida, e se torna uma rede cheia de nós, lembranças e retornos. Afinal, o relógio mede o instante, mas não mede o impacto silencioso daquilo que nos transforma por dentro.

"Quantas vezes você já parou hoje de verdade, sem nenhum som, sem nenhuma imagem, e pensou sobre a sua própria vida?"

Encontro com Diabo


Já morri incontáveis vezes
Mas sempre evitei o sono
Avancei desconfiada
No meu trigésimo terceiro outono


Duvidei de outro inferno
E quando o sete peles me veio de terno
Com um manto flambado pra me aquecer
Por rebeldia me recusei descer


Teimando acendi um cigarro
Fitei-o nos olhos profundos
Pigarriei da garganta o catarro
E o reconheci dos meus mais íntimos mundos

“Crie raiz, quando a inveja matar seus galhos fortes, os ventos já espalharam suas sementes.”

"Nunca vi o boi pulando a cerca, mas já vi a vaca pulando a janela."


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"Nunca vi o boi pulando a cerca, mas já vi a vaca pulando a janela."




Wesley D'Amico

"É tudo tão óbvio que a IA já tem a resposta pronta."

"A melhor opinião é de quem já fez."