Isso Ja Nao me Pertence mais

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Não consigo te tirar da minha cabeça, é complicado, quanto mais te vejo, mais sinto tua falta!!!!

Queria sentir seu abraço só mais uma vez!!! Me abraça por favor mas não me solta nunca mais...

Inserida por EraUmaVezNos

Te ver de novo? Aiaiiaia... Não aguento mais sabia... Queria tirar todo esse sentimento de dentro do meu peito... E poder te ver e não sentir absolutamente nada!!!! Será que. Dia consigo???

Inserida por EraUmaVezNos

Por que aquela sensação nunca falha? Poxa, queria tanto não senti-la mais... E só andar na rua e o coração apertar que... Pronto, lá vejo você!!!!
Por que você me olha? Não sei o que seria pior... Porque se me ignorasse eu ia cair no choro...
Aiaiaiiiii...

Inserida por EraUmaVezNos

Você me encara, eu encaro de volta, cansei de fugir... Agora vai ser assim... Não vou desviar mais olhar não, se não quiser ser olhado não me olha...

Inserida por EraUmaVezNos

As vezes aqueles que mais se dizem desapegados sao os mais apegados... Você disse que não era de se apegar fácil, mas bastou eu dizer que era melhor deixarmos essa história de lado, para você correr atrás, agora a toda hora você me procura... Desculpe estragar essa amizade, não devia ter dado cores a ela, agora fica difícil deixa-la preto e branco novamente!

Inserida por EraUmaVezNos

⁠Estou indo. não há mais espera, não há mais dor. Se você me quisesse, poderia ter me tido, mas não o fez. Você desperdiçou sua chance

Inserida por Lehmox

Quem nunca está só já não conhece mais a si mesmo. E quem não conhece a si mesmo passa a temer o vazio.

Eu já nem sei mais para onde ir nem o que fazer, se ao menos você me amasse um pouco, não estaria aqui e agora, (...) longe de você e de mim.

Perdi alguma coisa que me era essencial, que já não me é mais. Não me é necessária, assim como se eu tivesse perdido uma terceira perna que até então me impossibilitava de andar, mas que fazia de mim um tripé estável.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Eu estava agora tão maior que já não me via mais. Tão grande como uma paisagem ao longe. (...) como poderei dizer senão timidamente assim: a vida se me é. A vida se me é, e eu não entendo o que digo. E então adoro.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Não gosto de ser chamado de Elvis Pelvis. É uma das expressões mais infantis que já ouvi vinda da boca de um adulto. Mas se quiserem me chamar assim não posso fazer nada, sou obrigado a aceitar.

Elvis Presley
Jerry Osborne, Elvis - Word for Word: What He Said, Exactly As He Said It, Jerry Osborne Enterprises, 1999
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Inserida por everlypresley

Seria bonito, e as coisas bonitas já não acontecem mais.

Inserida por mnrodrigues

Sim, repetiu outra vez, e já não doía, nada mais doía.

Inserida por alines2

E quando já não sei mais o que sentir por você, eu respiro fundo perto da sua nuca, e começo a querer coisas que eu nem sabia que existiam. Eu preciso disfarçar que não paro mais de rir, mas aí olho pra você e você também está sempre rindo.

Inserida por dayona

Entre nós é vergonhoso reconhecer a própria pobreza; mas pior do que isso é não esforçar-se para escapar dela.

E eu disse-lhe: o melhor da vida é o seu impossível. E ela disse-me: isso não tem sentido nenhum. E eu dei-lhe razão, mas não sabia porquê. Ou seja, pela melhor razão que podia ter.

Vergílio Ferreira
FERREIRA, V., Pensar, Bertrand, 1992

De sexos, conheço apenas dois: um que se diz racional, outro que nos prova que isso não é verdade.

Isso de estar vivo não vai acabar bem.

Não adoro o passado
não sou três vezes mestre
não combinei nada com as furnas
não é para isso que eu cá ando
decerto vi Osíris porém chamava-se ele nessa altura Luiz
decerto fui com Isis mas disse-lhe eu que me chamava João
nenhuma nenhuma palavra está completa
nem mesmo em alemão que as tem tão grandes
assim também eu nunca te direi o que sei
a não ser pelo arco em flecha negro e azul do vento

Não digo como o outro: sei que não sei nada
sei muito bem que soube sempre umas coisas
que isso pesa
que lanço os turbilhões e vejo o arco íris
acreditando ser ele o agente supremo
do coração do mundo
vaso de liberdade expurgada do menstruo
rosa viva diante dos nossos olhos
Ainda longe longe essa cidade futura
onde «a poesia não mais ritmará a acção
porque caminhará adiante dela»
Os pregadores de morte vão acabar?
Os segadores do amor vão acabar?
A tortura dos olhos vai acabar?
Passa-me então aquele canivete
porque há imenso que começar a podar
passa não me olhas como se olha um bruxo
detentor do milagre da verdade
a machadada e o propósito de não sacrificar-se não construirão ao sol coisa nenhuma
nada está escrito afinal