Isso Ja Nao me Pertence mais
Tudo em pratos limpos.
Por tudo aquilo que já vi … não vi nada de mais. Curiosamente, lembro que quando alguém, tem raiva da gente, tudo o que nós possamos dizer tem sempre uma carga negativa. Se nós dizemos coração a eles soa-lhe aflição. Se a gente quer dizer amor, quem nos tem raiva, só ouve miséria e dor (de onde veio essa raiva? Só Deus sabe) Não é tanto o que se diz, mas como se ouve. Não é tanto o que se faz, mas como se entende ...e quem haveria de pensar que há tantos analfabetos funcionais?
E quando nos encontrarmos novamente, já distanciados pelas desilusões da vida, não veremos mais o futuro em conjunto; os nossos filhos estarão perdidos no horizonte ao qual apontavámos felicidade, unidade, amor... seremos faces de moedas diferentes, histórias contadas em livros distintos... seremos, então, estranhos mais uma vez.
Uma lembrança esquecida é como uma borboleta que já não é mais lagarta. Liberta do casulo, ela voa entre as flores e nesse instante é para sempre borboleta, pois o presente é inexorável e, se há sol, a chuva é esquecida, como girassóis que não se lembram da semente. A vida acontece no agora e o arco-íris não permanece no céu.
Há em nossas mentes uma cidade que só existe quando ninguém pensa nela. Nessa cidade mora o passado esquecido e todas as pessoas que passaram como vertigem ignorada. Aquela velha preocupação já esquecida mostra que o tempo passa e não há bem ou mal que dure, como um rio que corre para o mar e ignora a margem transitória que o delimita. A cidade dos temores esquecidos e das alegrias peremptória. Restam dois olhos que observam, na agudeza da retina subjetiva, como o espaço que a câmera enquadra.
O universo está de tão forma organizado que se um objeto decide abandonar sua função, um efeito cascata acontece. Digamos que o relógio já não marca as horas, todo o mundo entra em desordem, pois nem sempre há o sol para marcar o tempo universal. Se um tanque de guerra passasse a lançar flores, não haveria cheiro de morte, nem corações pretos de luto.
O som pede desculpas com o silêncio. Antes de haver som havia o silêncio. O som é sempre uma quebra na ordem cósmica, um ruído que reverbera como uma flauta desafinada, que incomoda os ouvidos. Apenas a música como obra de arte vale mais que o silêncio, mas não é possível viver de aplausos. O silêncio é a resposta da natureza quando uma semente brota sem anúncio.
Eu me encontro em mim mesma em vários momentos do dia. Sou aquela que escolheu a direita e a esquerda e estive no céu e no inferno. E o inferno era a própria terra tomada pela ganância e seus horrores. No céu não havia nuvens, havia paz. E a paz é o silêncio primordial que organiza o caos em melodia. Não há inferno que ofusque a grandeza do paraíso. E então minha alma repousa e adorme em meio à natureza harmônica.
Imenso amor.
Confesso que te amo;
amo tanto que já não é mais possível
camuflar este sentimento
que incendeia o meu ser
e assim, como um camaleão,
almejo revelar
as cores desta paixão.
Deixa vai?
Eu gritar para o mundo ouvir,
o quanto te desejo!
Não se preocupe com o que vão dizer,
pois a chama desse amor
derreterá qualquer barreira.
Deixa vai?
Eu percorrer os caminhos do seu corpo,
mas com carta-branca
para alcançar o teu coração.
Deixa vai?
Meus dedos embrenharem-se
em teus cabelos encaracolados,
em desalinhos e carícias,
Prometo mexer ainda mais
com as tuas emoções.
Deixa vai?
Eu me perder nas profundezas
dos teus lindos olhos negros
e em seguida poder me encontrar,
no calor dos teus braços.
Deixa vai?
Eu mergulhar em teus lábios fartos
e de imediato, colorir
o céu da tua boca com o meu sabor.
Deixa vai?
Eu soprar bem no pé do seu ouvido,
palavras doce feito mel,
mas com o poder de um furacão
que irá ti provocar
um misto de sensações.
Deixa vai?
Eu caminhar do teu lado
rumo à felicidade
Não quero apenas uma aventura,
mas sim, para toda a nossa eternidade.
Em vista disto, pintaremos
as páginas do livro da vida
com todas as cores do arco-íris.
E se eventualmente, a tempestade chegar
não se aflija,
porque certamente nos agarraremos
no alicerce da confiança
e nos abrigaremos
na fortaleza deste imenso amor!
Não existe mais romantismo nas palavras, né?
Já não se usa vírgula para respirar... nem ponto final para encerrar. Nem exclamação para vibrar! Nem interrogação para questionar o coração.
O amor perdeu as pausas delicadas, a emoção pulsante, o cuidado sutil e até o sentido profundo.
Português: zero. 😅
Pode me chamar de sem coração já que eu não sinto mais nada, ou melhor me chame de alguém que aprendeu voar sem ter asas!
O homem de hoje corre tanto para não se perder no mundo, que já nem percebeu que o mais longe que foi acabou sendo de si mesmo.
Você foi o adeus mais difícil que eu já
precisei dizer.
Não porque faltaram palavras, mas porque sobrou sentimento.
Dói perceber, ao acordar,
que a realidade não vai se desfazer.
Dói aceitar que não existe um “mais tarde”.
Que algumas histórias terminam sem retorno,
sem curva,
sem segunda chance.
Uma parte de mim compreende.
Compreende o tempo, os limites,
aquilo que já não se sustentava.
Mas existe outra parte.
Essa não quer compreender nada.
Ela apenas sente.
Sente a falta do som da sua voz.
Do jeito único de sorrir.
Da presença que acalmava.
Do abraço que parecia abrigo.
E talvez o mais duro do adeus
não seja a ausência do outro,
mas a tarefa diária de conviver
com o espaço que ele deixa dentro da gente.
Às vezes, tudo o que eu queria
era te alcançar agora.
Sem defesas.
Sem explicações.
Sem revisitar o passado.
Só um abraço.
Como quem tenta segurar, por instantes,
aquilo que a vida levou sem pedir permissão.
Existem despedidas que a razão aceita.
Mas o coração…
o coração permanece onde você ficou,
esperando algo que talvez nunca volte.
Ela vem.
Mais cedo ou mais tarde,
já não importa —
ela vem.
Obscuridade,
vazio existencial,
abismo além do bem e do mal.
Nos tornamos parte
daquilo que tememos,
acolhidos por um frágil mecanismo de fuga,
despertados como nunca antes.
Vida — eu vi a sua face.
Quando percebi o seu olhar voltando-se para mim,
eu sofri.
Eu desejei voltar,
não ao coma,
mas ao nada,
bem além da morte.
Nem sei mais o que fazer, já estou tanto no limite que, praticamente, a minha mente não consegue mais raciocinar o que eu devo fazer, parece que um buraco negro de passado está me engolindo, e eu não tenho outra alternativa a não ser enfrentá-lo.
A esperança de um homem perdido é a última arma de quem já não tem mais nada a perder.
Carlos Alberto Blanc
Eu amei você
Mas me amei de menos
Aquele pedestal que te
coloquei, já não era mais amor
Era dependência
Eu dependia de você
E você dependia de tempo pra mim
Grande enrascada
Na verdade tu só era ser humano
Como eu
Eu era e já fui como você também
Dois iguais extremamente opostos
Quem disse que os opostos se
atraem não conhece o que vivemos
Ou o que deveríamos ter vivido
Deveríamos?
Não sei te dizer
Porque cortei nossa raiz antes
Precisava de mim
Precisava de tempo pra mim
Tu dependia de mim
Mas eu dependia de um tempo pra mim
E aí então o jogo virou
Nossas dores sendo expostas
em música
Nossa história sendo jogada
fora, por quem menos queria
Por mim
Você estava cansado e eu cansada
Nossas bocas secas, nossos
olhos cheios de lágrimas
Diversas dores do presente e do
passado e uma certeza
Não dávamos mais certo
Queria ter lhe dito
Lhe contado o que planejava
Mas o contato havia de tornado escasso
Ora, não era você que precisava
de um tempo para si
Mesmo que não tenha me dito
O fez
Tinha me cansado da espera
Tinha me tratado como miséria
Eu era tão infeliz assim
Dependia de tão pouco para
alcançar a paz
Talvez sim
Talvez não
Você era muito
Ou eu que não o via?
Jamais saberemos
Porque não nos convencemos no mesmo dia
- Falta 09 dias para o seu aniversário
"Tantas vezes já acordei me sentindo um livro aberto e alterado, onde as sinopses não mais se encaixavam. Hoje sei que a cada piscar de olhos, toque, cheiro eu escrevo mais uma página no meu livro da vida. Deus me concede a cada segundo a chance de mudar, o que escrevo ou quem coloco nela só vai depender de mim."
-Aline Lopes
Encontrei-me em uma situação complicada
Já não conseguia ver mais nada
Procurei em todo canto
O culpado que sem encanto
Bagunçou o meu futuro morto
Perdido no meu caminho
Não consigo sentir nada
Não o acho em lugar algum
Esse coitado que sem um rumo
do meu passado tirou até o sumo
Sem saber para aonde eu irei
devo aprender a ter tato?
ir procurar em outros matos?
aquele que calado foi embora
e o presente ele irá estragar
Voltar ao inicio
Estou preso em uma espiral
não precisaria mais procurar
ㅤㅤ,esse eu já achei
,sou eu quem fez isso.
Preferem duvidar, apontar, se calar quando mais preciso.
Mas o que eles não sabem… é que eu já vi o futuro.
Já imaginei a virada, o momento em que tudo muda.
Cada conquista, cada passo firme, cada vitória que ainda vai chegar.
Eu não faço isso pra provar nada.
Não preciso convencer quem nunca esteve comigo.
Eu faço isso pra calar.
Calar as vozes que disseram “você não vai conseguir”.
Calar os olhares que subestimaram.
Calar o passado que tentou me limitar.
Porque quando acontecer e vai acontecer
eles vão assistir em silêncio.
Vão ver tudo o que eu construí.
Vão engolir cada dúvida, cada palavra não dita.
E eu?
Eu vou sorrir.
Não por vingança.
Mas porque eu sempre soube.
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