Isso Ja Nao me Pertence mais
Estar COESP
Estar Coordenadora da Educação Especial de Aracaju é mais que função,é cuidar com amor, é ter missão.
É ver em cada olhar um universo inteiro, é ser ponte, caminho verdadeiro.
É ouvir silêncios que ninguém escuta, é lutar por cada direito, por cada luta. É incluir com afeto, com firmeza e razão, é abraçar com coragem cada inclusão.
Estar Coordenadora da Educação Especial de Aracaju-Se, é tocar vidas com gesto essencial, é acreditar no potencial escondido, é fazer do invisível um ser bem-vindo.
Mas também é ser mal vista, por pensar no coletivo,
por enxergar além do caso específico.
É ser firme na ética, no bem comum, mesmo quando esperam que pense só em um, é descentralizar questões que segregam.
É lutar para derrubar as barreiras atitudinais, essas que gritam na maioria, cruéis e desiguais.
Tentam calar minha voz, sufocar meu olhar, mas sigo erguida, não deixo de lutar.
É semear acessos, podar exclusão, é fazer da escola um lugar de coração.
Em Aracaju, é farol que guia a missão, estar Coordenadora da Educação Especial de Aracaju-Se é : resistência, vivência, afeto e ação.
Ser professor é mais do que ensinar conteúdos; é estar em constante evolução, adaptando práticas para atender às necessidades de todos os alunos. A atualização profissional não é apenas uma escolha, mas uma responsabilidade que reflete o compromisso com a educação inclusiva e equitativa.
Vivemos em uma sociedade onde as leis de inclusão e as diretrizes pedagógicas nos lembram, constantemente, da importância de garantir que cada estudante tenha acesso a uma educação de qualidade, independentemente de suas condições ou desafios. Mas isso vai além de cumprir normas legais; trata-se de construir um ambiente de aprendizagem onde a diversidade é valorizada e todos têm a oportunidade de prosperar.
Equidade não significa tratar todos de forma idêntica, mas sim reconhecer as diferenças e oferecer o suporte necessário para que cada aluno possa atingir seu pleno potencial. Para isso, precisamos revisar continuamente nossas práticas, aprender novas abordagens e estar abertos às mudanças.
Ao nos atualizarmos e incorporarmos práticas inclusivas, transformamos nossas salas de aula em espaços verdadeiramente acolhedores e justos. Isso não apenas atende às exigências legais, mas, principalmente, honra o direito de cada criança e jovem a uma educação que respeite sua individualidade e lhe ofereça as mesmas chances de sucesso.
A educação é um rio em constante movimento, e como mestres, devemos fluir com suas correntes, aprendendo e crescendo junto com nossos alunos, para que nossa prática pedagógica se torne um jardim onde floresçam a inclusão, a equidade e a justiça em cada coração.
"Na verdade, que morte poderá ser mais horrorosa do que a vida que se acha separada de Jesus Cristo? Mormente quando se tenha gozado a felicidade de viver n'Ele e por Ele!"
“Cuidado com as pessoas que falam para você sobre suas necessidades físicas mais do que sobre suas necessidades espirituais”
"Nos serviços mais simples que, por obediência vos são dados pelo vosso superior, trabalhai com todas as vossas forças, servindo-se bem da graça que Deus vos dá para vencer todas as tentações que o inimigo vos traz para que não vos agradar em tal oficio, dando-vos a entender que servirias melhor em outro."
MAIS AVISADO É O QUE MUITO PONDERA E POUCO PROMETE!
Era uma vez um rei chamado Iadava. Um jovem chamado Sessa levou-lhe um jogo constituído por um grande tabuleiro quadrado, dividido em sessenta e quatro quadradinhos, ou casas, iguais; possuIa 32 peças, dezesseis brancas e dezesseis pretas. Este era o jogo de xadrez. Maravilhado, o Rei resolveu recompensar o jovem pelo presente e solicitou-lhe que fizesse o seu pedido de forma a recompensá-lo. O jovem respondeu-lhe: Rei poderoso! Não desejo, pelo presente que hoje vos trouxe, outra recompensa além da satisfação que pude proporcionar ao senhor. Após o inconformismo com a falta de ambição do jovem e a insistência do Rei, para que ele pedisse o que fosse, um Palácio, ouro, etc, Sessa por cortesia faz o pedido ao Rei: dar me-ei um grão de trigo pela primeira casa do tabuleiro; dois pela segunda, quatro pela terceira e assim sucessivamente até a sexagésima quarta e última casa. Feito isto, o Rei chama seus matemáticos para calcularem o total de grãos necessários para cumprir a promessa. Assim feito, os calculistas após algumas horas, trouxeram-lhe a conta: era impagável. Correspondia ao número 2 elevado a 64, e do resultado tirado 1, o que é igual a 18446744073709551615. Este número de grãos era enorme e equivalia a uma montanha maior que o Everest. O Rei pela primeira vez ficava diante da impossibilidade de cumprir a palavra dada. Sessa, como bom súdito não quis deixar aflito o seu soberano. Depois de declarar publicamente que abriria mão do pedido que fizera, dirigiu-se respeitosamente ao Rei e falou:
"Meditai, ó Rei, sobre a grande verdade que os brâmanes prudentes tantas vezes repetem: os homens mais avisados iludem-se, não só diante da aparência enganadora dos números, mas também com a falsa modéstia dos ambiciosos. Infeliz daquele que toma sobre os ombros o compromisso de uma dívida cuja grandeza não pode avaliar com a tábua de cálculo de sua própria argúcia. Mais avisado é o que muito pondera e pouco promete!
(Malba Tahan - O Homem que Calculava)
Uma dolorosa observação surpreende o pensador no ocaso da vida. Resulta, também mais pungente, das impressões sentidas em seu giro pelo espaço. Reconhece ele então que, se o ensino ministrado pelas instituições humanas, em geral - religiões, escolas universidades -, nos faz conhecer muitas coisas supérfluas, em compensação quase nada ensina do que mais precisamos conhecer para encaminhamento da existência terrestre e preparação para o Além. (...)
(Léon Denis no livro 'O Problema do Ser, do Destino e da Dor')
“Conheço muita gente que desistiu de seus objetivos, apenas por planejar de mais com a razão e esquecer-se que o fundamental é ser feliz em tudo que faz.”
“As pessoas revelam seu estado da alma, menos por suas explicações e muito mais por suas indagações.”
“Os sonhos sempre me perseguiram. Nunca me deixaram só. Sempre alimentaram meu espírito com o mais puro amor e carinhosamente curaram minhas feridas.”
“Quem é mais nocivo? O mentiroso ou o ingrato? Os dois fabricam incertezas e suas fraquezas são perigo permanente.”
Há quem diga até que o otimismo é uma atitude de filosofia barata. Mas há algo mais barato que o pessimismo? Olhem para o mundo. Quantos os que se queixam, quantos os que se angustiam, açulados pela imaginação doentia; quantos proclamam angústias (as famosas angústias físicas e metafísicas de tantos intelectuais!). Quantos procuram mágoas para explorá-las? Há coisa mais barata por este mundo?
Nada provoca mais dano do que a hipocrisia. O mal oculto sob a aparência do bem é muito mais eficiente.
Pare de definir as coisas olhe mais de perto, há pérolas espalhadas em pessoas e lugares sua mente definiu como já conhecidos.
Calma, olhe novamente!
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