Isso Ja Nao me Pertence mais

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O nosso pensamento é um fermento que gera o que acreditamos. Quanto mais força você coliga em algo, este é que se tornará parte da sua realidade.
A consciência cósmica é como uma nuvem que a todos permeia, você a capta e a transforma em pensamentos, e nessa transformação o que se tornará, a sua realidade, é o seu sistema de crenças: o que você acredita no fundo da sua consciência. Você pode até pensar que o que te acontece não é o que você está desejando, mas inconscientemente, a sua realidade está sendo moldada pelas suas crenças, valores, caráter e o que você verdadeiramente é: sem a máscara que usa para tentar ser um ser social e o que você realmente não é. Vamos ser honestos conosco mesmo e veremos um mundo se transformar diante de nossos olhos para o bem e para a felicidade de todos:
Mudando o foco para uma nova direção e para uma nova sociedade.

O nosso sistema nervoso é mais poderoso do que as nossas palavras e pensamentos

Porque ele é energia pura e pemite manifestar as frequências que está em nosso íntimo...

O Campo quântico entra em ressonância e materializa essa vibração que está em nossa mente.

Você é mais do que você pensar


Fique sem pensar


E respire o infinito


Dentro do teu ser!
Paz no 💓

Por colonização do Brasil logo após o descobrimento, que foi na verdade, pelos portugueses mais um tipo sórdido de ocupação e exploração, por que não se descobre nada que já existe, e com uma gigantesca nação indígena e uma rica e diversificada cultura dos povos originários, seguiu se a evangelização em "terras brasilis" e por conseguinte as primeiras escolas erigidas pelos sacerdotes. Sendo assim, nunca houve no inicio uma escola que não tenha nascido a sombra de uma Igreja e com uma pedagogia estritamente católica. Por conta disto, não existe a menor possibilidade de estudar historia no Brasil sem uma compreensão ampla e clara da própria historia litúrgica católica.

O momento mais difícil da minha vida serviu para moldar um caráter inabalável e inquebrável, ganhando resiliência e propósito através da dor.

O ser humano inventou redes para nunca mais estar sozinho e descobriu que uma rede também pode ser uma arquitetura sofisticada de isolamento.

Se superar até o último dia sempre será um sopro a mais a sua dignidade em qualquer situação.

o dom de me apaixonar por você outra vez.

O mais estranho é que eu nunca terminei de me apaixonar por você.

Eu apenas fui mudando o jeito.

No começo, bastava pouco.

Um olhar demorava um segundo a mais e alguma coisa dentro de mim já encontrava morada. Uma conversa se estendia pela noite e eu descobria que gostava da maneira como você ocupava o tempo. Gostava do seu jeito, da sua presença, das pequenas coisas que, naquele momento, pareciam pequenas demais para saber que um dia seriam enormes.

Depois veio outra versão sua.

E eu me apaixonei de novo.

Não pela lembrança do que você tinha sido, mas por aquilo que você estava se tornando diante dos meus olhos. Algumas coisas mudaram. Outras permaneceram exatamente onde estavam. E eu descobri que também sabia amar suas mudanças.

Me apaixonei pela mulher que você se tornou.

Pelas novas manias.
Pelas novas palavras.
Pelos novos silêncios.
Pelo jeito diferente de olhar para determinadas coisas.

Me apaixonei pelo que aprendi sobre você e, principalmente, pelo que ainda não sabia.

Depois me apaixonei outra vez.

E outra.

E outra.

É quase engraçado pensar que eu poderia conhecer alguém tão profundamente e, ainda assim, continuar encontrando lugares desconhecidos.

Como se você tivesse sido escrita em capítulos que o tempo insiste em reescrever.

Eu volto para a mesma pessoa e encontro outra paisagem.

O mesmo sorriso, mas com outra história por trás.

Os mesmos olhos, mas carregando coisas que antes não carregavam.

A mesma voz, dizendo coisas que eu nunca tinha escutado daquele jeito.

E eu me apaixono.

De novo.

Não porque esqueci o que senti antes.

Justamente porque lembro.

Lembro de cada versão de você que passou por mim e percebo que nenhuma delas precisou morrer para dar espaço à próxima.

Elas ficaram.

Ficaram em mim.

E talvez seja por isso que o meu amor nunca pareceu uma linha reta. Ele se parece mais com uma espiral volta ao mesmo ponto, mas nunca exatamente na mesma altura.

Eu volto para você e sinto coisas que não sentia antes.

Presto atenção em detalhes que antes passavam despercebidos.

Entendo gestos que um dia não compreendia.

Encontro beleza em coisas que antes sequer sabia observar.

E penso que me apaixonar por você novamente não significa repetir o que já vivi.

Significa viver de outro jeito aquilo que ainda continua sendo você.

Eu me apaixono pela sua força.

Depois pela sua delicadeza.

Pelo que você mostra.

Depois pelo que guarda.

Pela sua presença.

Depois pela falta dela.

Pelo que você foi comigo.

Pelo que é agora.

Pelo que ainda está aprendendo a ser.

E continuo descobrindo maneiras.

Essa é a parte que mais me impressiona.

Eu poderia passar anos tentando explicar o que sinto e, ainda assim, bastaria você mudar uma pequena coisa no jeito de existir para eu encontrar uma palavra nova.

Um sentimento novo.

Uma forma nova de ficar.

Meu amor por você não precisou ser recuperado porque nunca foi embora.

Ele só ficou quieto em alguns lugares.

Esperou outras fases.

Aprendeu outras formas de respirar.

E quando você apareceu de novo, ele não precisou ser chamado.

Reconheceu você.

Como se soubesse exatamente onde estava.

E foi assim que aconteceu mais uma vez.

Eu me apaixonei.

Sem precisar esquecer das vezes anteriores.

Sem precisar escolher qual versão sua amar.

Amei a que chegou.

Amei a que mudou.

Amei a que permaneceu.

Amei a que eu conheci por acaso em pequenos detalhes.

E sigo amando a que ainda estou descobrindo.

Porque o que sinto por você não parece ter sido feito para caber numa única experiência.

Ele se repete sem ser repetitivo.

Volta sem ser o mesmo.

Recomeça sem ter acabado.

E toda vez que penso que finalmente entendi como é amar você, alguma coisa acontece.

E talvez não, com certeza, eu esteja muito ocupado sendo seu para me apaixonar por outra pessoa*

Você sorri de um jeito diferente.

Diz alguma coisa que eu nunca tinha ouvido.

Me olha por alguns segundos a mais.

E pronto.

Lá estou eu outra vez.

Me apaixonando por você.

Pela mesma pessoa.

Pelo mesmo amor.

Por uma versão que eu ainda não conhecia.

Assim mesmo, redundante como sou, e mesmo sendo.

E, pela primeira vez, não quero descobrir onde isso termina.

Quero descobrir quantas vezes ainda vou conseguir me apaixonar por você antes de perceber que, no fundo, nunca parei.

Tenho visto em mim mais das pessoas que por aqui passaram, me pergunto se o passado me prende por maldade ou por medo e vaidade de me esquecer completamente do estrago, que por mas vezes vivi e que também me causaram!

O compasso hoje desafinou de um jeito mais quieto, tipo quem finalmente entende que o relógio de verdade não é o meu.

Bom dia!
O bom é encarar a vida com sabedoria, sem aborrecimentos, com mais tranquilidade ter compromisso de felicidade é não permitir trocar sua paz pessoal por tolices passageiras. Feliz terça-feira e bem vindo Setembro 🌻🌹🌧🌞

Um lutador deve ser o Homem mais respeitado do Mundo, pois ele realmente morrerá, se for preciso, pelo que acredita.

“Lealdade vale mais que palavras bonitas.”

“Quando se veem novos horizontes, nunca mais se é o mesmo.”

Proteger a nossa dignidade e o bem-estar do próximo é o ato mais livre que alguém pode praticar, recusando-se a compactuar com a depravação.

O que é a liberdade?
​Num contexto mais profundo, buscamos sentido nas amarras do trabalho e da vida que supomos ter. Acreditamos ser livres e detentores do livre-arbítrio, mas o trabalho, o estudo e até o amor são apenas escolhas manipuladas dentro de um menu de alternativas pré-fabricadas pelo sistema. Saberíamos, de fato, o que fazer com a verdadeira liberdade?
​Um deus político, um patrão, pai, mãe e irmãos... Tudo parte de um caminho de condicionamentos e escolhas. Até mesmo a saúde mental, física e moral deriva dessa teia. Aquilo que você julga conhecer sobre si mesmo é moldado por diagnósticos médicos ou pela alienação de seguir um político corrupto e mentiroso. A verdade esmagadora é que o tempo que nos resta nos condena ou nos glorifica em um abismo emocional.
​Quando a percepção cotidiana torna a vida mais fácil — ou nos envelhece —, isso se revela como evidência do despertar ou do desequilíbrio. Ao olharmos para o quadro da existência, vemos um silêncio sufocado por narrativas que iludem e alienam. Ainda assim, contemplamos essa imensidão visual, mesmo sabendo que o abismo dentro de nós é infinitamente mais profundo do que supomos.
​Na teia das sensações, a sensatez conectiva torna-se um fenômeno raro e de difícil compreensão. Ao contrário das relações humanas triviais, a dissociação da realidade ambígua se revela de dentro para fora, num vazio eterno e coletivo. Vendemos sensações e escolhas porque a narrativa do tempo nos oferece uma versão da realidade que seja minimamente aceitável.
​Nas relações mais profundas, a solidão social se escancara: somos seres medrosos e alienados em busca de aceitação. Buscamos o conforto de ser algo absorvível por uma realidade suportável. Afinal, "a colher não existe" — apenas nos entorpecemos olhando para ela.
​A percepção desse paradoxo eleva a dimensão metafórica do ser. Beber vinho faz de alguém um alcoólatra? A rotulação congela a condição do indivíduo em sua própria realidade. A depressão dentro da opressão surge das ironias impostas pela própria ilustração do aspecto moral. Aceitar essa ambiguidade é compreender o manto que nos cobre as costas, enquanto o medo de viver se transforma em tempo perdido e permanente.
​Assumimos múltiplas facetas para que haja um entendimento alienatório da existência — uma tentativa de sobreviver na mesma realidade ao lado de uma horda de pensamentos divergentes. Preso em si mesmo, o ser revela a realidade rasgada, enquanto a mente se redesenha a cada momento irônico em que busca uma identidade própria dentro dessa teia social. Afinal, quanto tempo realmente temos diante do medo de existir?

O futuro do país tá cada vez mais comprometido,
Na eleição, promessas, depois tudo é esquecido.
O povo sofre, paga a conta da inflação,
Enquanto escândalos estampam a televisão.
O futuro do país tá cada vez mais comprometido,
Na eleição, promessas, depois tudo é esquecido.
O povo sofre, paga a conta da inflação,
Enquanto escândalos estampam a televisão.
Helaine machado

​A Poesia que Conta Histórias e Protege
​O cordel é uma das expressões culturais mais tradicionais do Brasil. Nascido nas feiras populares da Região Nordeste, ele pulsa forte em estados como Sergipe, Bahia e em toda a região, onde poetas e cordelistas vendiam seus livrinhos coloridos pendurados em cordões de barbante.
​Antigamente, esses folhetos funcionavam como o "jornal do povo": através de versos rimados, eles contavam histórias fantásticas, notícias do dia a dia e os acontecimentos das comunidades.
​Mas o cordel não serve apenas para contar causos antigos. Ele também é uma ferramenta poderosa para falar da nossa vida em sociedade, dos nossos direitos e da importância de cuidar uns dos outros.
​Leia a seguir o cordel "João e Anita", que nos convida a pensar sobre o papel da escola, da comunidade e das leis na proteção das crianças.


JOÃO E ANITA: QUANDO O OLHAR PROTEGE
Um cordel das Gotinhas de Amor


Chegou na creche um menino
Com o olhar meio ferido
O corpo todo marcado
E o coração escondido


A irmã mais velha, Anita
Cuidava dele o dia inteiro
Esquecia de ser criança
Pra ser mãe do irmão pequeno


Mas a professora viu
E com carinho escutou
Deu colo, deu atenção
E a verdade apareceu


A escola não se calou
Chamou a rede pra ajudar
Hoje João fala e brinca
E Anita pôde sonhar


Porque quando alguém observa
E não vira as costas não
Uma gotinha de cuidado
Muda toda uma nação!

Peço desculpas por te procurar mais uma vez, mas eu precisava te dizer algo: amar alguém de verdade significa desejar a sua felicidade, mesmo longe. Às vezes, achamos que o amor é posse ou a obrigação de ficarmos juntos para sempre, mas não é. O amor puro aceita o fim e deixa o outro seguir em frente. Um sentimento assim nunca morre, o tempo não apaga e as memórias boas ficam guardadas para sempre no coração. Ninguém esquece um grande amor.Sei que você se lembra daquela música que é a nossa cara. Toda vez que ela toca no rádio, penso em nós dois. Este trecho resume tudo:"O tempo passou, só que nada mudouO mesmo vazio de antesSua voz eu ouvi, nosso mundo eu sentiE a mente vem recordarDo mesmo perfume, do mesmo olharUm beijo que o tempo guardouInvade a razão, toma o coraçãoE a saudade me faz lembrar"Para ser sincero, evitei te procurar por muito tempo por medo de me machucar ainda mais. Aprendi que, às vezes, é mais saudável sofrer por um grande amor em silêncio. Não tenho vergonha de admitir isso: você sempre será o grande amor da minha vida.Desculpe pelo incômodo, mas guardar tudo isso me corroía por dentro. São palavras presas há anos. Se tenho um grande arrependimento na vida, foi ter viajado para Petrolina. Sei que não existe volta para nós, mas de uma coisa tenho certeza: você nunca poderá dizer que eu não te amei.

Ir a igreja é importante, mas ser igreja é muito mais.