Irmaos que Brigam muito

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Jamais Desista de Quem Deus Colocou na Sua Vida, pois é muito trabalho de nossos ancestrais, para que isso se torna-se realidade .

Precisamos muito do modal dutoviário, por isto temos variadas funções tipológicas nessa área técnica;


Aeroduto: Para Ventos
Aqueduto: Para Ondas e Marés
Carboduto: Para Carvões
Conduto: Para Marés e Ondas
Gasoduto: Para Gases e Gasolinas
Mineroduto: Para Pedras e Metais
Oleoduto: Para Lubrificantes
Poliduto: Para Bebidas
Viaduto: Para Condutores e Pedrestres

Meu amor, um dia gostei demais que doeu. Sentia muito carinho e admiração e agora toda essa consideração tem que ser esquecida. A vida tem dessas, de amar errado... é doloroso e agoniante, pois estes sentimentos intensos e confusos te deixam vulnerável e ansioso, mexe demais com o coração. Mas ou escolho sofrer ao lado deste que traz estes sentimentos ou escolho ser feliz e saudável sozinha. ( que foi o que fiz, ser

Vou esperar você, na quinta dimensão, não demora muito, é frio sem você, nunca completo.

A gente se importa muito com o que os outros vão pensar, o que vão achar, o que eu Vou achar? ( já que somos alto julgadores de si mesmo)
Desliguem o julgamento, interno e externo.
Permita sua consciência de viver o presente divino, que é lembrar que você nem se quer é humano, só está usando este corpo, e que os outros que nos ensinaram a se auto julgar e nos julgam, nem existem, nada é real, a única coisa real aqui é você, na sua realidade paralela, então por que os outros tem tanto poder sobre ti? Sobre suas vontades, seus pensamentos, suas doutrinas e regras? Se os outros fossem tão bons a ponto de merecerem esse poder, você não ia optar por Estar longe de todos. Tire o poder de tudo a sua volta e recupere o seu verdadeiro poder.

Você é muito importante pra mim, seu coração é pureza, e eu amo isso em você 💜 sei que você é você!

Me desculpe, me cegaram, eu demorei muito para enxergar a verdadeira realidade, ver que você estava esperando por mim, estava pedindo por mim todos esses anos e eu não conseguia ver, para mim eu so via sua indiferença, sua falta de vontade, sua felicidade longe de mim, e curiosamente, somos espelhos, você viu o mesmo, no fundo, só estávamos os dois esperando algum dos dois assumir as rédeas, puxar o controle de volta e fazer acontecer, eu cansado de ser o polo ativo, esperei que você fosse, e você, acostumada comigo sendo, esperou que eu fosse, dois bananas de pijamas perdidos em meio ao caos, mas e agora? Que eu estou aqui com o polo ativo ligado, dançarei sozinho? é tarde demais para o amor vencer? É tarde demais para nossa dança? a barreira do teu ego é maior do que a aliança de nossas almas? O sistema finalmente conseguiu vencer eros e psyque?

"Vai, e se der medo vai com medo mesmo. Seja do tamanho que é o seu sonho, seja muito mais."

"Não há sentido em viver apenas por viver, pois a vida é muito mais do que o simples fato de existir — não obstante o entendimento do filósofo René Descartes: 'Penso, logo existo'. Penso que o existir está além do pensar; o existir habita no sentir, e o sentir está muito além do pensamento."

"A excessiva preocupação com o futuro traz muito sofrimento. Lembre-se: a felicidade depende de muito pouco; basta viver uma vida voltada para o que é essencial. Afinal, tudo é um sopro, e a ilusão da estabilidade é uma utopia."

"Nem todo mundo tem olhos preparados para ver o valor do que recebe. A ingratidão diz muito sobre quem recebe, e nada sobre quem dá."

Hoje chorei. Como havia muito tempo não chorava. Não havia razões claras. Apenas chorei. Talvez por razões passadas, histórias ancoradas no porto do meu ser, ali onde a dor não se ossificou, não se fez concreta, não mostrou a face, mas pairou soberana e silenciosa.
Talvez por razão nenhuma. Nem sempre a dor tem razão. Dói por doer, por não ser outra coisa, por ser dor apenas.

⁠A ação da testesterona e muito grande,porém a da sabedoria e maior ainda.

⁠"Viva o momento, curta o agora, pois o amanhã tá muito distante de nossos dedos."

Não estamos indo muito rápido, estamos caminhando juntos para o nosso futuro.

Passei muito tempo viajando em mim mesma para poder então,encontrar a paz.

Meu Deus eu escrevo muito mal. Novamente estou aqui compartilhando meus pensamentos e relendo coisas antigas, estou ficando velho, porém, apesar de ter adquirido mais sabedoria eu ainda serei mais burro q o porta de amanhã, vi que possuo um grande vício em repetir palavras, sofrer por mulheres que não querem me assumir publicamente e pilotar na chuva. O ano mal começou mas passei por bastante situações e situações que apesar de serem vergonhosas e decepcionantes foram elas que me fizeram me aproximar da minha mãe.
Estou tentando me afastar de pessoas que ja não me sinto bem perto e tentando crescer na vida, creio que esse ano será um bom ano, me relacionei com uma pessoa legal de verdade, eu casaria hoje mesmo com ela mas nós dois sabemos que estamos em fases diferentes e o que nos resta é apenas sermos amigos.
Estou ansioso pra ver o que o futuro reserva pois nunca achei q chegaria tão longe

“A Tirania do Ausente”



Sofremos muito com o pouco que nos falta e gozamos pouco o muito que temos. Esta sentença é diagnóstico impiedoso de uma humanidade doente de ingratidão e cega para a própria abundância.

Observe o homem moderno: possui teto, mesa farta, afetos que o cercam, saúde que o sustenta. Mas toda sua atenção está voltada para aquilo que não tem o cargo que não alcançou,

o reconhecimento que não recebeu, o amor que não conquistou, o dinheiro que não acumulou. Caminha sobre tapete de bênçãos sem olhar para baixo, com os olhos fixos no horizonte inalcançável das coisas ausentes.

Schopenhauer tinha razão: somos criaturas da falta perpétua. Não importa quanto possuamos o desejo já está correndo atrás do próximo objeto. Conseguimos o emprego sonhado e imediatamente queremos a promoção. Conquistamos o amor desejado e já olhamos para o que falta nele. Alcançamos a meta e sentimos vazio, porque a meta era apenas desculpa para não apreciar o caminho.

É perversão ontológica: transformamos presença em invisibilidade e ausência em obsessão. O filho saudável que brinca na sala é ignorado enquanto nos torturamos pelo filho que não tivemos.

A comida no prato é engolida sem sabor enquanto invejamos o banquete do vizinho. O presente que temos é desvalorizado pela promessa do futuro que talvez nunca chegue.

E quando finalmente conseguimos aquilo que faltava? Quando o pouco ausente se torna muito presente? Não gozamos. Não celebramos. Apenas deslocamos a falta para outro lugar. Porque não é a coisa que queremos é o querer que viciou nossa alma. Não é a conquista que buscamos é a angústia da busca que nos define.

Epicuro alertou há dois mil anos: aprende a viver com pouco e descobrirás que tens muito. Mas nós, surdos à sabedoria antiga, fazemos o oposto. Temos muito e vivemos como se tivéssemos pouco. Possuímos abundância e sentimos escassez. Somos ricos que vivem na mentalidade da pobreza não de bens, mas de gratidão.

Esta é cobrança que precisa ser feita: você, que reclama do pouco que falta, já agradeceu hoje pelo muito que tens? Você, que sofre pela promoção que não veio, já celebrou o emprego que possui enquanto milhões estão desempregados? Você, que chora pelo amor que terminou, já honrou os que permanecem ao seu lado? Você, que lamenta o que perdeu, já reconheceu o que nunca te foi tirado?

A ingratidão é forma sofisticada de cegueira. Não vemos o que está presente porque nossa visão está intoxicada pelo ausente. É como passar a vida procurando óculos que estão no próprio rosto enquanto procuramos, não enxergamos nada do que está diante de nós.

Marco Aurélio escrevia para si mesmo: “Quando acordares de manhã, pensa no privilégio que tens de estar vivo de respirar, de pensar, de apreciar, de amar.” Mas quantos de nós acordamos pensando nisto? Acordamos já contabilizando faltas, já lamentando ausências, já construindo listas de insatisfações.

Jesus disse: “Não vos inquieteis pelo dia de amanhã.” Mas vivemos perpetuamente inquietos não pelo amanhã apenas, mas por tudo que não temos hoje. Transformamos o presente em sala de espera angustiada pelo futuro. E quando o futuro chega, já estamos olhando para o próximo, numa fuga perpétua do agora.

Existe crueldade nesta escolha porque é escolha. Ninguém nos obriga a sofrer pelo pouco que falta. Escolhemos focar no vazio em vez da plenitude. Escolhemos a ferida pequena em vez da saúde ampla. Escolhemos a sombra fina em vez da luz abundante.

E o mais trágico: este sofrimento autoinfligido não produz nada. Não nos torna melhores. Não melhora nossa situação. Apenas consome a vida que temos enquanto esperamos pela vida que imaginamos merecer. Morremos de sede ao lado do poço, reclamando que não é oceano.

A vida te deu saúde? Agradeça antes de lamentar a beleza que não tens. Te deu família? Celebra antes de chorar pelos que partiram. Te deu trabalho? Honra antes de invejar o trabalho alheio. Te deu hoje? Vive antes de angustiar-te pelo amanhã.

Porque aquilo que tens hoje este corpo que respira, esta mente que pensa, estes olhos que leem estas palavras é exatamente aquilo que alguém que já partiu daria tudo para ter novamente. Tua vida comum é milagre impossível para os que jazem sob a terra.

Então para. Olha ao redor. Conta. Enumera. Lista tudo que tens antes de lamentar o que falta. E descobrirás verdade constrangedora: tens mais do que mereces, mais do que precisas, mais do que percebes.

Sofremos muito com o pouco que nos falta porque escolhemos sofrer. Gozamos pouco o muito que temos porque escolhemos não gozar. E um dia, quando tudo isso que ignoramos hoje nos for tirado, finalmente entenderemos tarde demais que éramos ricos e vivíamos como mendigos.

A cobrança é simples: para de reclamar e começa a agradecer. Para de contar faltas e começa a reconhecer presenças. Para de viver no exílio do que poderia ser e habita a plenitude do que é.

Porque a vida não te deve nada. Mas tu deves à vida o reconhecimento de tudo que ela já te deu.

A ganância do coração humano faz com que o muito seja pouco, enquanto a gratidão e a fé nos ensinam que o pouco pode ser mais que suficiente. Devemos buscar a contentamento na providência de Deus, reconhecendo que a verdadeira riqueza está na fé e no amor, não na abundância material.

Ninguém é feliz sem amor no coração,coração sem amor é muito frio e só causa dor e por ser infeliz fere por não amar,e por não amar oferece o que tem.