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Irmaos que Brigam muito

Cerca de 54955 frases e pensamentos: Irmaos que Brigam muito

A verdadeira modéstia consiste não em se reconhecer que sabe pouco, mas que ainda há muito a aprender.

Me entender é muito simples, é fácil, é só se por no meu lugar,

ver com meus olhos, sentir com as minhas mãos, caminhar com as minhas pernas,
amar com o meu coração, sofrer como eu sofri
e lembrar-se dos detalhes importantes
que eu nunca mencionei...

Não planejava sentir alguma coisa por você, mas
aconteceu. Sinto muito por isso.
— P.S. Eu Te Amo

Li muito e aprendi pouco, mas o pouco que aprendi me estimulou a continuar lendo muito.

Muito obrigada!Pelo copo trincado, pelo vento soprado, pelo coração despedaçado!
Obrigada por tentar colar os cacos que você quebrou, por tentar esquecer os medos que você plantou e diminuir o sofrimento que você causou!
Obrigada por esta força invisível que você libera dos teus olhos quase que sinceros, pelo cheiro quase que verdadeiro, pela fé, quase que solúvel!
Obrigada, muito obrigado, por minuciosamente planejar a maneira mais eficaz de destruir meu coração, pela inteligência em não deixar caminhos ou saídas de emergência, por não me deixar escolha, obrigado!
Por me tornar mais humana, mais fria e calculista, por fazer de mim esta mulher hoje sem sentidos ou sentimentos tolos, por me lembrar todos os dias olhando estas cicatrizes que somente os fracos se preocupam, os tolos se questionam.
Obrigada por fazer de mim esta constante dúvida, este eterno ceticismo!
Muito obrigada, pela coragem de me torturar silenciosamente, pela audácia com que hoje se arrepende e a facilidade com que consegues deitar na cama e dormir!
Agradeço profundamente por me mostrar que sonhos são só bobagens, que não existem verdades boas, que tudo dura somente o tempo necessário para partir e te deixar vazio...
Que esta chama coberta de valores podres que exala do seu corpo e te mantém vivo permaneça nesta casca, te faça perceber que a maior maldade é aquela arremessada ao vento, tornando-se pó nos olhos alheios.

⁠Beija-me

Beija-me como quem chega em casa depois de muito tempo.
Como quem reconhece o sabor da alma no toque da boca.
Sem pressa. Sem ensaio.
Mas com aquela vontade que carrega o tempo todo.

Beija-me com os olhos também.
Com os dedos. Com o pensamento.
Beija as minhas dúvidas até que elas se rendam,
e os meus silêncios até que virem som.

Beija-me pra além da pele.
Entre as palavras não ditas,
nas pausas da respiração,
no espaço entre um suspiro e outro.

Quero um beijo que acolha, mas acenda.
Que abrace, mas incendeie.
Que não peça licença,
mas saiba o momento exato de invadir.

Beija-me como quem sabe que estou faminta,
mas que minha fome é de algo que só se encontra quando a alma também se abre.
Beija-me como se cada toque fosse um recomeço,
e cada fim, apenas uma promessa de mais.

E se for pra ser beijo,
que seja inteiro.
Que me cale.
Que me entregue.
Que me eleve.

Beija-me como quem entende
que a boca é só a porta —
e o desejo,
é tudo o que vem depois.

Ser brotinho não é viver em um píncaro azulado: é muito mais! Ser brotinho é sorrir bastante dos homens e rir interminavelmente das mulheres, rir como se o ridículo, visível ou invisível, provocasse uma tosse de riso irresistível.

Ser brotinho é não usar pintura alguma, às vezes, e ficar de cara lambida, os cabelos desarrumados como se ventasse forte, o corpo todo apagado dentro de um vestido tão de propósito sem graça, mas lançando fogo pelos olhos. Ser brotinho é lançar fogo pelos olhos.

É viver a tarde inteira, em uma atitude esquemática, a contemplar o teto, só para poder contar depois que ficou a tarde inteira olhando para cima, sem pensar em nada. É passar um dia todo descalça no apartamento da amiga comendo comida de lata e cortar o dedo. Ser brotinho é ainda possuir vitrola própria e perambular pelas ruas do bairro com um ar sonso-vagaroso, abraçada a uma porção de elepês coloridos. É dizer a palavra feia precisamente no instante em que essa palavra se faz imprescindível e tão inteligente e natural. É também falar legal e bárbaro com um timbre tão por cima das vãs agitações humanas, uma inflexão tão certa de que tudo neste mundo passa depressa e não tem a menor importância.

Ser brotinho é poder usar óculos como se fosse enfeite, como um adjetivo para o rosto e para o espírito. É esvaziar o sentido das coisas que transbordam de sentido, mas é também dar sentido de repente ao vácuo absoluto. É aguardar com paciência e frieza o momento exato de vingar-se da má amiga. É ter a bolsa cheia de pedacinhos de papel, recados que os anacolutos tornam misteriosos, anotações criptográficas sobre o tributo da natureza feminina, uma cédula de dois cruzeiros com uma sentença hermética escrita a batom, toda uma biografia esparsa que pode ser atirada de súbito ao vento que passa. Ser brotinho é a inclinação do momento.

É telefonar muito, estendida no chão. É querer ser rapaz de vez em quando só para vaguear sozinha de madrugada pelas ruas da cidade. Achar muito bonito um homem muito feio; achar tão simpática uma senhora tão antipática. É fumar quase um maço de cigarros na sacada do apartamento, pensando coisas brancas, pretas, vermelhas, amarelas.

Ser brotinho é comparar o amigo do pai a um pincel de barba, e a gente vai ver está certo: o amigo do pai parece um pincel de barba. É sentir uma vontade doida de tomar banho de mar de noite e sem roupa, completamente. É ficar eufórica à vista de uma cascata. Falar inglês sem saber verbos irregulares. É ter comprado na feira um vestidinho gozado e bacanérrimo.

É ainda ser brotinho chegar em casa ensopada de chuva, úmida camélia, e dizer para a mãe que veio andando devagar para molhar-se mais. É ter saído um dia com uma rosa vermelha na mão, e todo mundo pensou com piedade que ela era uma louca varrida. É ir sempre ao cinema mas com um jeito de quem não espera mais nada desta vida. É ter uma vez bebido dois gins, quatro uísques, cinco taças de champanha e uma de cinzano sem sentir nada, mas ter outra vez bebido só um cálice de vinho do Porto e ter dado um vexame modelo grande. É o dom de falar sobre futebol e política como se o presente fosse passado, e vice-versa.

Ser brotinho é atravessar de ponta a ponta o salão da festa com uma indiferença mortal pelas mulheres presentes e ausentes. Ter estudado ballet e desistido, apesar de tantos telefonemas de Madame Saint-Quentin. Ter trazido para casa um gatinho magro que miava de fome e ter aberto uma lata de salmão para o coitado. Mas o bichinho comeu o salmão e morreu. É ficar pasmada no escuro da varanda sem contar para ninguém a miserável traição. Amanhecer chorando, anoitecer dançando. É manter o ritmo na melodia dissonante. Usar o mais caro perfume de blusa grossa e blue-jeans. Ter horror de gente morta, ladrão dentro de casa, fantasmas e baratas. Ter compaixão de um só mendigo entre todos os outros mendigos da Terra. Permanecer apaixonada a eternidade de um mês por um violinista estrangeiro de quinta ordem. Eventualmente, ser brotinho é como se não fosse, sentindo-se quase a cair do galho, de tão amadurecida em todo o seu ser. É fazer marcação cerrada sobre a presunção incomensurável dos homens. Tomar uma pose, ora de soneto moderno, ora de minueto, sem que se dissipe a unidade essencial. É policiar parentes, amigos, mestres e mestras com um ar songamonga de quem nada vê, nada ouve, nada fala.

Ser brotinho é adorar. Adorar o impossível. Ser brotinho é detestar. Detestar o possível. É acordar ao meio-dia com uma cara horrível, comer somente e lentamente uma fruta meio verde, e ficar de pijama telefonando até a hora do jantar, e não jantar, e ir devorar um sanduíche americano na esquina, tão estranha é a vida sobre a Terra.

Eu e você...
Parece muito estranho
Esta vontade de estar com você abraçados sobre uma cama e do nada olhar teus olhos ver seu lindo sorriso sentido seu corpo ao meu. Sentimento envolvente dúzias de palavras ausente, calada em um toque de um beijo ardente... Vontade louca, de acariciar seu corpo nú... Súbito desejo de te amar, te amar e te amar. Nesta cama, nesta cama ardente de paixão.

As aparências enganam. Eu posso até ser frágil ou muito forte, depende de como sou provocada,
pois tenho a alma de uma guerreira dentro de mim…

Traga-me uma boa dose de realidade, pois de ilusão eu já me embriaguei muito nessa vida.

Eu fiz coisas das quais não me orgulho, eu feri pessoas e vou ferir muito mais, é impossível evitar pelo que estou tentando fazer, mas não tenho prazer nisso, na crueldade. Mas essa cidade, ela não é uma lagarta que se faz um casulo e renasce uma borboleta, uma cidade desmorona e some, ela tem que morrer antes de renascer.

Que mesmo depois de muito tempo a gente possa olhar e sorrir, mesmo sem saber porquê.

Destino

Por muito tempo te observei
Com um rápido olhar te olhei
Mas até você nunca cheguei.
A dúvida era minha amiga
A coragem minha inimiga.
Aos poucos eu me aproximei
E o teu perfil eu amei
E de você eu mais que gostei.
Você me ofereceu sua amizade
Isso adorei de verdade.
Quando eu olho para você
Eu me sinto mais forte e mais fraco
Eu me sinto empolgado
E ao mesmo tempo aterrorizado
A verdade é que eu não sei como me sinto,
É como alcançar o inalcançável
Sem estar pronto para isso.
Vejo em tua pessoa
O que espero de alguém.
Ter conhecido você
Foi um presente lindo
É a realidade do destino.
Continue sempre assim,
Interessante, brilhante,
E linda até o fim.

Acredito muito na força de uma amizade. Não importa se eu conheço a pessoa desde a maternidade ou se foi ela quem estendeu as mãos para enxugar as minhas lágrimas. Tempo não justifica amor.

Minha mente é muito perigosa. É incrível o quão é difícil para mim não pensar. Até agora tem sido impossível.

Se ele acha que
ele vai controlar a minha
vida ele tá muito no
equívoco.

Policia, Um Salto Muito Azarado - Cronicas Engraçadas e Textos Engraçados



















O ladrão já estava preso há mais de cinco anos numa penitenciária do interior do Estado de São Paulo e, pela primeira vez, ele havia recebido a oportunidade de ficar em casa por conta do beneficio do indulto de páscoa.


Assim que o criminoso saiu da cadeia, ele resolveu viajar para uma pequena cidade do interior. Alí, não resistindo à tentação, na primeira oportunidade que ele teve roubou a carteira e o celular de uma garota.


Depois do roubo à moça começou a gritar muito alto pedindo socorro. Logo apareceu um policial para ajudá-la. Prontamente, o policial saiu em perseguição ao rapaz. Depois de correr atrás do gatuno por mais de quatro quarteirões o policial ficou muito impressionado com a atitude do esperto ladrão.

O Bandido, correndo em altíssima velocidade , estava fugindo do policial, assim que ele entrou numa rua ele viu um grande muro e, pensando ser a área de uma empresa ou outra propriedade qualquer, ele rapidamente escalou o paredão e saltou para o outro lado.


O policial, ao ver aquilo parou de correr imediatamente. Meio atônito e bastante surpreso com a atitude do picareta. O policial, ainda não acreditando no que estava acontecendo, foi até o portão daquela propriedade onde o marginal havia pulado para ver o que é que estava acontecendo lá dentro.


Ao chegar , a primeira coisa que o policial viu foi que o assaltante já havia sido completamente imobilizado por outro homem, que não por acaso, era outro policial, pois aquele ladrão pra lá de azarado, pra não dizer outra coisa, havia pulado justamente dentro do Batalhão da Policia Militar daquela pequena cidade do interior.

As pessoas dizem que não vamos dar certo porque somos muito diferentes, mais não se completa um quebra-cabeça com peças iguais.

Muito ganha aquele que, quando perde, aprende...

O que me vale é que tenho uma alma muito bem-disposta, todos temos, ela sempre dá um jeito de me fazer encarar as lições. Apronta mestres. Improvisa material didático. Reinventa métodos. Brinca com a minha ilusória fuga. Aguarda-me nas salas de aula porque sabe que, no fim das contas, eu apareço. Aguarda-me porque sabe que tantas vezes preguiçosa por ter tanto pra aprender, tanto pra curar, tanto pra transformar, no fundo, continuo interessadíssima em crescer.