Irmao Nao Va embora
A gente sofre porquê queria muito aquela rota
Mas o caminho ter mudado não significa que tudo deu errado.
"A diplomacia tem limites; a honra, não. Nem tudo no mundo se resolve com palavras macias, e é justamente por isso que até os anjos portam espadas. A bondade sem força é presa fácil, mas a justiça acompanhada de firmeza é inabalável."
— Ginho Peralta
As almas mais tristes não temem a morte; apenas se acostumam a cancelar o amanhã antes que ele aconteça
Como não bebo petróleo, me preocuparei se um dia faltar álcool!
Vou começar a plantar cana, só para garantir!
O amor nunca conjuga o próprio passado
À paixão não se tem limitação
O sentimento é intangível em sua forma
Mas sempre é possível guardar no coração;
Não exija de quem não tem a oferecer.
Lembre-se: cobrar qualidade de algo feito sem critério,
é apenas desperdiçar o seu próprio tempo.
O que não tem base não pode gerar valor,
e insistir nisso é só jogar o seu esforço fora.
Nas guerras só há perdas, não há ganhos! Perdem-se vidas e ganha-se morte! Ganha-se destruição e perde-se elevação!
O Facebook diz não sugerir meu perfil! É mentira! Não sugere a esquerdistas e humanistas! Para fascistas e asnos, libera geral!
Devemos guiar nossas ações pelo ‘quando’ e não pelo ‘se’, optando por sim ou não, anulando as dúvidas e obtendo certezas!
Neymar, com um inchaço na pata, não pode jogar para se poupar para a Copa! O trabalhador perde a perna e não consegue se encostar!
O poema “O Momento que Não Foi” fala sobre o luto por uma experiência que existiu primeiro na imaginação, mas que não pôde ser vivida da maneira esperada.
O eu lírico havia guardado um instante especial: não apenas um acontecimento, mas um começo carregado de significado. Ele já imaginava o primeiro toque, o olhar, a sensação de entrar naquele espaço. Essa expectativa não vinha de ansiedade ou posse, mas de cuidado e envolvimento emocional.
Quando diz:
“Quando eu cheguei,
o momento já tinha passado por ali”
o poema revela que outra pessoa ou outra circunstância viveu antes aquilo que o eu lírico desejava experimentar como algo inaugural. Por isso, mesmo que externamente tudo continuasse disponível, internamente algo havia mudado. O lugar, o encontro ou a situação ainda existiam, mas já não possuíam o mesmo significado.
A frase “Não é sobre quem esteve, nunca foi” é fundamental. Ela afasta a ideia de ciúme ou competição. A dor não está propriamente na presença de outra pessoa, mas na perda do simbolismo: o desejo de participar daquele primeiro momento, de construir uma memória única e compartilhada.
O “vazio manso” representa uma tristeza silenciosa. Não é uma dor explosiva, que provoca brigas ou acusações. É uma ausência que permanece, porque não há como voltar no tempo e reconstruir exatamente o começo imaginado.
No final, o poema chega à aceitação:
“Porque nem todo começo
a gente consegue viver…”
Há maturidade nessa conclusão. O eu lírico reconhece que algumas experiências não acontecem como sonhamos e que certos momentos perdidos não podem ser substituídos. Mesmo assim, o sentimento que existia era verdadeiro e continua tendo valor.
Em essência, o poema fala sobre a perda de uma expectativa afetiva, sobre chegar tarde demais para viver um começo e sobre aprender a seguir sem negar o significado daquilo que se sentiu. Não é o luto por uma pessoa, necessariamente, mas pelo instante simbólico que poderia ter sido — e não foi.
