Irmao Nao Va embora
Não se complica,
não se prende a conflitos:
prefere o silêncio,
a resposta interior,
a força e o respeito próprio.
Não tenho medo dos barulhentos; tenho medo dos silenciosos, pois é no silêncio que enxergamos nossos dragões.
O silêncio é um grito interno que podemos sentir: dores, força, fraqueza.
Quem silencia tem a bênção e a maldição de perceber tudo com intensidade.
Que a memória sobre nós
não fale de números ou conquistas frias,
mas de vidas tocadas pela nossa presença,
pela fé, pela bondade, pela alegria.
Precisamente, ao nos convencermos de que a mulher amada não é como acreditávamos, mas só uma imagem generosa que havíamos feito, produz-se em nós a catástrofe da desilusão.
Bom dia!
Não esqueçamos que muitos não gostam de Jesus Cristo. Muita gente o odeia e diz coisas horríveis sobre ele. Como é que vamos querer que todos gostem de nós?. Bom final de semana ✨️ 🌹
Ery santanna
Promete que veremos logo,
Promete que isso não vai ficar assim,
E que toda essa distância
Não vai roubar você de mim
Ainda que a vida lhe cause dor, não abandone seu sorriso, pois ele é a marca da superação e o caminho para o recomeço.
Passei a maior parte da vida protegendo meu coração. Protegi tão bem que me comportava como se não tivesse um. Mesmo agora, é uma coisa mequetrefe, comida de traças e escabrosa. Mas é seu.
Todos os caminhos nascem da escolha, até o instante em que você para e percebe: não escolher também é um caminho.
"Se não conhece, não julgue. Erros e variações na informação do falso testemunho, deriva ao bullying da língua no pecado da fofoca.
A retalhação da alma débil."
Às vezes o telefone soa na madrugada
Mas não são as madrugadas de sonhos
Que se perderam noutras madrugadas
Este deserto é um camelo perdido em mim mesmo
Um dromedário que não entende
De cartas astrológicas ou astrolábios
O telefone toca; eu sei mas ninguém mais sabe
Ninguém mais ouve é tudo um deserto galopando
Na insensatez quadrúpede
Que não me deixa sonhar.
Ainda suspira, inda soluça, sussurra uma esperança
O deserto empoeirado cala a madrugada
E eu não ouço o poema,
Eu não ouço as promessas, as juras
O telefone toca, eu sei que toca, mas só eu sei
O deserto continua seu galope,
O silencio é tão intenso que este buraco negro
é amnésia desse pretérito mais que Perfeito
então às vezes, só às vezes soa o telefone na madrugada
Meu Eu Que Sobrou.
A minha mente fala comigo,
mas já não sei se é comigo que ela fala.
Ela diz que há um Eu…
um que sobreviveu ao naufrágio,
que não se afogou com os outros eus
que criei pra não doer tanto.
Já fui tanta coisa que não era,
pra caber em lugares onde ninguém me queria por inteiro.
Me desfiz em pedaços pequenos,
só pra alguém me aceitar
e me perdi de mim.
A verdade?
Nem sei mais se esse Eu verdadeiro ainda existe,
ou se é só mais uma ilusão
tentando me manter de pé.
Minha mente está cansada…
cansada de lutar contra o vazio que ela mesma criou.
Cansada de prometer que vai passar,
quando tudo só se repete — mais frio, mais fundo,
mais só.
Se esse Eu que sobrou ainda vive,
ele não grita.
Ele chora baixo.
Ele sente tudo calado,
como quem sabe
que nem o próprio coração
escuta mais.
O tempo cura as dores e as queixas, porque nós nos modificamos, não somos sempre a mesma pessoa. Nem o ofensor, nem o ofendido, são os mesmos.
