Irmao Nao Va embora
Não há jeito mais belo e charmoso de romantizar um relacionamento que respeitar a Liberdade — inclusive a da Mulher poder sair dele.
Os que se vestem com o Manto da Consciência não se descuidam, nem ousam negociar a Sagrada Liberdade de Pensar por conta própria.
Há uma só verdade: enquanto muitos não compram a Bravura que os Arrogantes e Covardes tentam vender, muitos ainda se recusam a pensar com a própria cabeça.
Não há sussurro mais bonito e charmoso que o da Sabedoria entre os berros dos Cheios de Certezas tentando silenciar os Cheios de Dúvidas.
Talvez não haja forma mais nojenta — e covarde — de se lançar numa guerra do que se calar a pretexto de pacificação.
Quem não se curva aos Caprichos dos Apaixonados — não precisa Mendigar Respeito de quem confunde Arrogância com Bravura, Autoritarismo com Autoridade e Bajulação com Admiração.
Não há um livre sequer, pois ninguém é tão livre ao ponto de não querer estar preso àquele que o libertou.
Se não tivéssemos esperado a instrumentalização das redes sociais e da igreja para nos interessarmos por política — talvez não tivéssemos tropeçado tão feio no golpe medonho da polarização.
Se não tivéssemos tropeçado na desgraça da espera pela instrumentalização das redes sociais e das igrejas, para nos interessarmos por política — talvez os influencers não a tivessem transformado nesse medonho reality show.
Dia dos Pais!
Perguntas?
Muito mais que respostas!?!
E definitivamente, não dá para fugir das responsabilidades cobradas pela paternidade.
Embora, infeliz e descaradamente, muitos o fazem!
Sem modéstia e sem medo, me atrevo a dizer que a criança que eu era — e que, graças a Deus, ainda vive em mim — gostaria de ter o pai que sempre tentei ser.
Mas tem uma pergunta que deve ser para os que oportunizam a Graça da paternidade — os Filhos.
O Pai de vocês tem ajudado ou dificultado às pessoas que vocês estão se tornando?
Você não é mais importante do que eu, assim como não sou mais importante que você.
Perante Deus ou o Acaso, temos a mesma relevância.
