Irmao Nao Va embora
"Não deixe que as frustrações o impeçam de amar, pois isto fará com que adoeça, e a verdadeira cura só encontrarás no amor."
"A perfeição não é dos humanos, pois fomos feitos para a imperfeição; por isso que desesperadamente a procuramos e talvez se a encontrássemos passaríamos a renegá-la.”
"A força da maioria sobre as minorias não é democracia, que ao invés de liberdade, pratica a opressão."
"Quem vive procurando elogios desesperadamente, é porque a satisfação consigo mesmo não está plena."
“Não podemos sentir comiseração pelo perverso, pois do contrário estaremos sendo injustos com suas vítimas.”
“Compreendi que nada compreendo; este é o meu destino. Sou perito na arte de não entender a completude das coisas.”
“Não machuque as flores do caminho, já que seus sapatos lhe protegem dos espinhos semeados pelo inimigo.”
“Não são os lábios vermelhos, nem a fenda que mostra as coxas, nem o decote que realça os seios que lhe dão sensualidade; o que a torna atraente é sua expressão de felicidade.”
"O bajulador exerce seu ofício onde não existe liberdade de expressão e muito menos o direito de criticar."
Podem desesperar-se os filósofos a construir filosofias de desespero, mas tal não impedirá que ela prossiga em sua marcha, confiante no inesperado, no imprevisto, que poderá modificar toda a feição dos fatos. Nisso consiste, nessa luta sem desfalecimentos, toda a dignidade do filósofo.
Não consegue o materialismo fugir ao religioso. É uma religião da matéria, a qual passa a ter todos os atributos divinos, menos o de ter consciência de si mesma, o que só vai verificar nos seres superiores, e a consciência de sua consciência, no homem.
O gênio não vence por si, mas apenas sobra ou sobrevive da derrota total. Esse é o aspecto trágico da genialidade. Por isso, não se podem acusar as multidões de não compreenderem os gênios. Eles têm que ser incompreendidos (...) Só uma humanidade de gênios poderia entender os seus gênios.
Em todas as doutrinas, mesmo quando erradas, há algo de verdadeiro, não, porém, suficiente para refutá-las in totum, embora in partem.
Se o que vem a ser não é, o vir-a-ser prometeico viria do nada, e, nesse caso, o nada teria aptidão de ser, o que já lhe daria uma eficacidade e deixaria de ser nada para ser Ser. (...) Neste caso, tudo quanto se dá no Devir já é, e o Devir é o apontar do que é; é o apontar do Ser, símbolo do Ser.
Assim como o homem tente para o supremo bem, tende para o supremo verdadeiro, porque não lhe satisfazem as verdades próximas que encontra, pois quer alcançar a verdade final, a verdade perfeitíssima, a verdade suprema.
