Irmao Nao Va embora
O silêncio ajuda, mas você não precisa dele para encontrar a calma. Mesmo se houver barulho por perto, você pode perceber a calma por baixo do ruído, do espaço em que surge o ruído. Esse é o espaço interior da percepção pura, da própria consciência.
Você pode se dar conta dessa percepção como um pano de fundo para tudo o que seus sentidos apreendem, para todos os seus pensamentos.Dar-se conta da percepção é o início da calma interior.
Não amanhã, não semana que vem, nem no mês que vem. Você precisa tomar uma decisão hoje de que está pronto para fazer as mudanças necessárias para garantir que será capaz de criar a vida que de fato deseja.
Se não damos valor nem reconhecimento às velhas amizades, com certeza também não o faremos com as novas. Basta acabar a novidade!
Não corro atrás, não adulo e nem faço muitos elogios. Sou prático, às vezes frio e nem sempre rio. Apenas aguente as críticas, os dramas e prepare-se para os arrepios. Não é difícil de lidar. Não é fácil de aprender. Não é impossivelmente desejável. É sexy, vai.
Eu sou o que eu penso, visto, falo, sinto... eu sou o que vivo...
Então não posso dizer concerteza o que sou, pois o que sinto, penso e vivo muda... e com frequência. Terei a certeza de quem sou no dia em que a sociedade parar!
Minha primeira lágrima caiu de dentro dos teus olhos.
Tive medo de a enxugar: para não saberes que havia caído.
Se...
Se todos os planos e projetos, por ventura ou quimera não deram certo, ainda assim valeu a pena acreditar!
Se os sonhos que sonhamos juntos, por capricho do destino, não se realizaram, ainda assim, valeu a pena sonhar!
Se promessas foram feitas, mas por motivos alheios a nossa vontade, não puderam ser cumpridas, ainda assim, valeu a pena ouvi-las!
Se o desejo de partilhar uma vida foi sonhado, mas as vicissitudes da vida não permitiram... ainda assim valeu a pena desejar!
Se o sonho de caminhar de mãos dadas ao entardecer, sem nada falar, apenas sentindo o prazer inenarrável da presença do outro, não foi possível, ainda assim, valeu a pena imaginar!
Se presentes foram prometidos (beijos, abraços, noites de amor, passeios ao entardecer), mas não puderam ser entregues, no dia combinado, ainda assim, valeu a pena esperar!
Se os momentos que passamos juntos, ainda que separados por uma tela fria do computador, não mais se repetirem, ainda assim, valeu a pena cada palavra dita, cada lágrima sentida, cada beijo desejado, cada momento vivido!
Se você, aí, do outro lado, sentiu, por um ínfimo instante, o desejo de me amar, me tocar, me beijar, me abraçar e me proteger, como eu senti por você, mesmo que a realização dos nossos desejos não se concretize...
Valeu a pena viver!
Valeu a pena amar!
O meu “estou bem” significa que estou inteira, estou de pé, estou andando, mas não significa que estou feliz.
Por que ter medo da morte?
Enquanto somos, a morte não existe, e quando ela passa a existir,
nós deixamos de ser.
Não há reciprocidade, o ciúmes é demais, não são parceiros, não são amigos, brigas e chantagem sem motivos, joguinhos psicológicos. Isso não é amor, isso é um relacionamento sanguessuga. Você vai sair dele sem nada, inclusive sem autoestima e amor-próprio.
Se está vivendo isso, fuja.
Por mais que eu queira insistir
Nosso tempo acabou
Eu tenho que admitir
Isso não é mais amor
Tarde da noite você não é mais
A mesma pessoa
Que eu amei acima de tudo
E nada disso foi à toa
ENTRELINHAS
São nas entrelinhas, naquelas finíssimas linhas entre o que existe e o que não existe, que escrevemos a nossa história. São sempre naquelas passagens que pouca gente entende, que pouca gente acredita e que muita gente imagina que nem acontece. Para alguns simples sonhos, para outros apenas impossibilidade. E justamente por ser impossível, por ser simplesmente sonho, por ser inacreditável que vivemos. Porque somos assim... dentro de nós. Acreditando no impossível e escrevendo nossa história. Escrevendo-a sempre... sempre nas entrelinhas; nas finas linhas do real e do imaginário que construímos e criamos os melhores cenários de vida... de verdades, de sonhos e fantasias. Para além de nós... para muito além dos nossos dias.
