Invisível

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Acredito muito em Deus. Só nunca dei um nome a Deus, entende o que eu quero dizer?

Não vou entrar em detalhes sobre tudo, mas vou dizer, que houve dias péssimos.

Mas há momentos em que a gente não precisa de um ombro.E se precisarmos de um abraço,ou uma coisa parecida?Você não pode se limitar a se sentar lá,colocar a vida de todos à sua frente e pensar que o que importa é o amor.Não pode fazer isso.Você tem que fazer as coisas.

Nada no mundo se compara à barriga dolorida pelas razões certas.

Não sei se terei tempo pra mais cartas, pode ser que eu esteje muito ocupado com meus amigos. Se esta for a ultima carta saiba que andei ruim antes de começar o ensino médio, e você me ajudou.
Ainda que não soubesse do que eu falava ou conhecesse alguém que passou por isso fez com que eu não me sentisse só.
Sei que tem gente que diz que essas coisas não acontecem, tem gente que esquece o que é ter 16 anos quando faz 17.
Sei que tudo será história um dia, e que nossas fotos vão se tornar lembranças, e todos nós nos tornaremos mãe e pai.. Mas no momento, esses instantes não são histórias.. Tá acontecendo..Eu tô aqui..E tô olhando pra ela..porque ela é tão linda.. Eu consigo perceber o momento em que você sabe não ser uma história triste, você tá vivo.. Você se levanta e vê as luzes dos prédios e tudo que te faz pensar.. Ouvir aquela música na estrada com as pessoas que você mais ama no mundo..e nesse momento eu juro nós somos INFINITOS."

Estou me sentindo um grande impostor porque deixei toda a minha vida para trás e ninguém sabe disso.

Como eu posso ser feliz e triste?
Essa é minha vida, nem eu me entendo.

Acho que sou muito sentimental.

É por isso que numa folha de papel pardo ele tentou outro poema. E o intitulou de "Absolutamente Nada". Porque era o que estava em toda parte.

E Sam olhou o papel, e olhou para mim.
- Charlie, você já beijou uma garota?
Sacudi minha cabeça em negativa. Tudo estava muito silencioso.
- Nem mesmo quando você era menor?
Sacudi a cabeça novamente. E ela pareceu meio triste.
Ela me falou da primeira vez que beijou. Me contou que foi com um dos amigos do pai dela. Sam tinha sete anos. E ela não contou a ninguém, exceto a Mary Elizabeth e pois Patrick, há um ano. E ela começou a chorar. E disse uma coisa que eu nunca vou esquecer:
- Eu sei que você sabe que eu gosto do Craig. E sei que te disse para não pensar em mim daquele jeito. E sei que podemos ficar juntas assim. Mas quero que você esqueça todas essas coisas por um minuto, tá bom?
- Tá.
- Quero se a primeira pessoa a beijar você. Tudo bem?
- Tudo.

- Ah, meu Deus! - eu disse.
- O que foi, Charlie?
- Amanhã eu tenho aula!
Acho que eu não teria conseguido fazê-los rir mais.

Sinto muito, mas ele sempre está lá. Incógnito, invisível, inviável. In, enfim.

Sabe quando você sente que esta perdendo alguém , que você já não ve mais solução pra nada , você se perde nas aulas por que não para de pensar a quela única pessoa , aquela pessoa é tudo pra você , você não se imagina mas sem ela , você fica facinado por aquela pessoa e você sente vontade de estar com ela a todo momento , mas ela ensiste em cuntinuar brigando com você te esnobando te deixando mal , ela te faz chorar todo os dias , mas chega um dia que nos cansamos e seguimos em frente , por que ninguém aguenta ficar sendo feio de idiota .

Inserida por invisivel123

⁠Como um cúpido suicida eu atirei em meu peito com a flecha que deu início ao nosso amor e minhas assas cortei pois só vou realmente para o céu quando meu lábios tocam os seus, uma tentativa de amor que se tornou um acerto, uma tentativa de ser amado que se tornou mais que um conceito

Inserida por InvisivelS2

Estou no meio da multidão
Ainda me sentindo sozinha
Como se eu fosse invisível
Todos me ignoram
Ou enxergam apenas meus erros
Eu tento dar o melhor de mim
Mas eu nunca fiz nada certo

Estou sem chão
Como se eu voltasse a ser um bebê
Não sei caminhar, apenas chorar
Com medo da escuridão ao redor
Mas eu sei que posso mudar

Me sinto invencível
No alto de um prédio
Minutos antes de sentir o chão
Sei que fui forte até hoje
Mas como uma xícara de chá
Quando está cheia de problemas
Ela começa a transbordar

O diamante sangra
Posso sentir novamente
Quando a lâmina rasga minha pele
Como se todos os meus problemas
Saíssem devagar por aqueles cortes
Como se aquilo me desse ar
Eu pudesse respirar novamente

Eu enxergo agora
Como se em meio a escuridão
Surgisse um espelho
Mostrando esse monstro que sou
Eu vejo que mesmo tentando
Nunca mudarei
Como a falta de esperança fosse um colírio
Para enxergar o que realmente sou

⁠A prisão invisível

Fui uma criança limitada. Sem liberdade, sem escolhas. Criada para ser recatada, para me prender às crenças e ao coração. Cresci dentro dessas grades, e hoje ainda carrego a dificuldade de ressignificar aquilo que não me acrescenta, mas que se tornou uma prisão dentro de mim.

E, ao olhar para fora, me deparo com novas limitações – agora impostas por uma sociedade que ainda resiste a aceitar mulheres livres. Se sou bonita, meu mérito nunca é meu. Se conquisto algo, dizem que foi por um homem. Se sou casada, atribuem meu sucesso ao marido. Se não sou, sugerem que há alguém me bancando. Nunca basta ser eu.

Mas e as oportunidades que nos são negadas? Quem fala disso? Quem discute as portas fechadas porque uma mulher pode representar ameaça ao ego ou à segurança de alguém? Há um preconceito silencioso contra mulheres bonitas, seguras e independentes. O mercado de trabalho ainda favorece os homens. E entre as próprias mulheres, a insegurança alimenta rivalidades que nem deveriam existir.

A liberdade feminina ainda tem muitas barreiras – algumas impostas de fora, outras que aprendemos a carregar. Mas aos poucos, seguimos quebrando cada uma delas.

O que realmente importa é invisível aos olhos, mas completamente perceptível ao coração.

O Poder Invisível do Perfume


Para mim, os perfumes têm o poder de acolher.
Trazem conforto, paz, bem-estar, boas memórias.
Mas também podem despertar o oposto: aversão, antipatia, desconforto, mal-estar, dor de cabeça.
Tudo isso apenas com a nossa presença — sem que as pessoas consigam, de fato, entender o porquê.
Elas apenas sentem. Reagem.
O perfume aproxima. Ou afasta. Involuntariamente.


E às vezes, tudo começa com a escolha de um perfume.


O perfume tem o poder de abraçar por dentro de um abraço, de nos tornar desejáveis, inesquecíveis.
Tem cheiros que despertam vontade de morder.
Outros que fazem a gente querer ficar ali... no silêncio do afeto, no calor da pele, na paz daquele instante.


Tem perfume que acalma, que traz leveza.
Tem perfume que acende — nos coloca em chamas, em desejo, em urgência.
E sim, tem perfume que desperta euforia, fúria, desprezo, rejeição, ânsia, asco.


Por isso, a escolha do nosso perfume precisa ser cuidadosa.
Porque mais do que um aroma, ele é extensão da alma.
É presença que fica, mesmo quando a gente vai.

⁠O Peso Invisível da Decisão

Não duvide de alguém que já tomou a decisão de tirar a própria vida. Essa pessoa pode buscar ajuda, seguir todos os tratamentos, não faltar a uma única consulta ou sessão de terapia, tomar seus remédios no horário certo e afirmar para todos ao seu redor que está bem. Pode até tentar retornar a uma rotina que, no fundo, já não faz mais sentido.

Mas, por trás desse esforço aparente, há uma determinação silenciosa, fria e invisível: a decisão de partir. É uma decisão que, uma vez tomada, transforma essa pessoa em alguém que vaga entre nós, como uma sombra de si mesma, já distante da vida, mas ainda presente fisicamente.

Essa determinação não é sobre fraqueza ou falta de vontade de lutar. Pelo contrário, muitos lutam até o limite do que podem suportar. Tentam se encaixar, suportar a dor, fazer com que tudo volte a ter sentido. Mas, para alguns, essa batalha já foi perdida internamente.

O que muitos não compreendem é que o sofrimento emocional profundo não é algo que se resolve com simples palavras de incentivo ou com uma rotina ajustada. Ele precisa de algo mais: de presença genuína, de escuta sem julgamentos, de um espaço seguro para existir sem precisar mascarar a dor.

Então, nunca duvide. Preste atenção nos silêncios, nos sorrisos forçados, na aparente normalidade. Porque às vezes, quem já decidiu partir está apenas esperando o momento certo, enquanto perambula invisível entre todos nós, com um coração que já se despediu em silêncio.

Seja essa presença, segure essa mão, e talvez você possa ser o motivo pelo qual alguém decida continuar.

A depressão é o câncer invisível da alma.


Os transtornos emocionais são negligenciados por não serem visíveis —
mas eles são químicos, hormonais, físicos e letais.
Uma guerra travada pela sobrevivência diária.
Uma ferida que não pode ser retirada com cirurgias,
muito menos coberta com curativos,
nem amenizada com anestésicos ou associações até cicatrizar.


Diariamente, vive-se à beira do precipício,
onde cada palavra mal colocada pode nos empurrar definitivamente.
Nunca se sabe qual será o último dia — só torcemos para que não seja hoje.
Existe uma luta, um esforço diário, totalmente desvalorizado.


Há pessoas que, sem querer, reprimem, enfurecem, revoltam.
Tocam na ferida, pisam sobre ela e a fazem sangrar.
Mas essa dor... é invisível.


É mais fácil enxergar alguém passando por uma cirurgia,
por uma quimioterapia, e estar ao lado —
pegar na mão e dizer: “Estou contigo até o fim.”


Mas a depressão...
essa é chamada de frescura, de fraqueza,
de coisa da nossa cabeça.
E, para completar, dizem que é falta de fé.


Não é.


Nosso corpo fala.
Pede socorro.
Mas negligenciam cada sinal.
Infelizmente, ainda julgam pelas aparências —
como se a beleza de alguém pudesse traduzir o que ela carrega por dentro.