Inteligência
Acho que minha sinceridade não é uma questão de inteligência e sim entender a razão de sentir, de está ao meu lado... Querer ou não querer meus sentimentos.
"O problema nunca será a Inteligência Artificial...
O problema sempre foi, é e será o Artificialismo Humano!"
Pastor Germano Vieira de Souza Teixeira
@PastorPraTodos
“Um homem sigma encontra força na própria companhia, mas também tem inteligência para procurar ajuda quando precisa.”
Inteligência conectada é unir a inteligência individual com a inteligência coletiva com a inteligência artificial.
A maior arma da humanidade não é uma bomba, nem um fuzil, nem um tanque; é a sua inteligência; pois se usada para o mal, pode ter consequências irreversíveis.
Inteligência e conhecimento andam de mãos dadas, mas não são a mesma coisa; Inteligência não tem como obter; conhecimento sim!
Inteligência é a capacidade que os seres vivos têm de perceber o meio em que estão inseridos, é a capacidade de observação.
Consciência é a soma de todos os processos cerebrais;
Personalidade é a forma como esses processos acontecem.
Não existem múltiplas inteligências, assim como definiu Gardner, mas claro, tudo depende de como se define a inteligência.
Quanto maior a capacidade de observação de um indivíduo, maior a sua inteligência.
Friedrich Nietzsche já insinuava o descompasso: quanto mais se acumula inteligência, mais rara se torna a sabedoria. A primeira coleciona dados e resolve mecanismos; a segunda interroga o sentido — pergunta se aquilo que se pode fazer realmente deve ser feito. A inteligência constrói meios; a sabedoria examina fins. E assim surge o paradoxo moderno: engenhos capazes de alcançar outros planetas coexistem com vínculos incapazes de atravessar o tempo. Não por falta de capacidade, mas por ausência de direção — porque saber muito não é o mesmo que compreender o essencial.
A verdadeira inteligência emocional não é apenas teoria; ela é colocada à prova no calor dos dias cinzentos. É ser o mestre da calma em meio à pior ventania e encontrar respostas sábias nos momentos difíceis.
Expertise é saber atirar.
Inteligência é saber onde mirar.
Esperteza é perceber a oportunidade do disparo.
Sabedoria é saber quando não atirar.
A capacidade de saber quando de posicionar e como se posicionar uma progressão da ação planejada está intrinsecamente na
capacidade → discernimento → autocontrole.
Sobre negócios
Expertise ensina como fazer. Inteligência revela onde agir. Esperteza encontra a vantagem. Sabedoria decide se devemos agir.
Ser lulista é ter caráter, pensar e agir com inteligência. Exige-se ser humano! Para ser bolsonarista, qualquer burro serve!
Sorte não é esperar que o mundo nos favoreça.
Sorte é ter a inteligência para aprender, a disciplina para se corrigir e a coragem para enfrentar as dificuldades.
O homem que melhora a si mesmo todos os dias não depende da fortuna. Ele transforma cada experiência em conhecimento, cada erro em aprendizado e cada obstáculo em força.
A verdadeira sorte é ter a oportunidade de se tornar, a cada dia, um ser humano melhor.
A Inteligência de Perguntar
Ser inteligente não é ter todas as respostas. Talvez seja justamente o contrário: é compreender que nenhuma resposta consegue encerrar completamente uma pergunta.
Há pessoas que passam a vida procurando certezas. Querem saber onde pisar, o que pensar, em quem acreditar e qual caminho seguir. Outras, porém, aprendem que viver também significa caminhar por territórios onde ainda não existem respostas. E são essas pessoas que descobrem que a dúvida, quando nasce da curiosidade, não é sinal de fraqueza. É sinal de uma mente que continua viva.
A verdadeira inteligência talvez comece quando temos coragem de dizer: “Eu não sei, mas quero entender.”
Porque quem acredita que já sabe tudo fecha as portas do próprio pensamento. Quem pergunta deixa uma janela aberta para aquilo que ainda pode aprender.
E aprender não acontece apenas nos livros, nas escolas ou nas grandes conversas. Existe conhecimento escondido na simplicidade dos dias. Na mesma rua percorrida todas as manhãs. No silêncio de alguém que amamos. Na conversa aparentemente sem importância. Nos nossos erros. Nas escolhas que deram certo e, principalmente, naquelas que nos obrigaram a recomeçar.
O curioso vê profundidade onde muitos enxergam apenas repetição.
Talvez por isso duas pessoas possam atravessar exatamente o mesmo dia e voltar para casa carregando experiências completamente diferentes. Uma apenas cumpriu sua rotina. A outra observou, perguntou, sentiu, comparou, duvidou e descobriu alguma coisa que ainda não sabia sobre o mundo ou sobre si mesma.
Existe uma espécie de envelhecimento que não acontece no corpo. Acontece quando deixamos de ter curiosidade. Quando já não perguntamos “por quê?”, “e se?”, “como seria?”, “o que existe depois daqui?”. Nesse momento, mesmo cercados de novidades, começamos a viver apenas daquilo que já conhecemos.
Por isso, talvez a pergunta mais importante não seja o quanto sabemos, mas o quanto ainda desejamos descobrir.
Porque conhecimento não é acumular respostas como quem coleciona objetos. É permitir que cada resposta nos conduza a uma pergunta maior.
No fim, a inteligência não está naquele que chegou ao último ponto da estrada. Talvez esteja naquele que, depois de caminhar tanto, ainda consegue olhar para o horizonte com os mesmos olhos curiosos de quem está começando.
E então fica uma pergunta dessas que não precisam ser respondidas depressa:
O quanto você tem se permitido descobrir?
Se você possui uma inteligência ou um nível de consciência elevado, precisa compreender que nem todos estão preparados para ouvir o que você enxerga com clareza e que muitos preferirão uma mentira confortável a uma verdade inconveniente.
Inteligencia artificial criada pelo homem uma evolução para sua propria extinção. É preciso evoluir mas com responsabilidade ou todos estaremos a sofrer com essa loucura por modernidade. Imagine um humano absoleto devido a tecnologia haver tomado o seu lugar no mundo, as profissões sendo extinguidas devido a uma desenfreada busca por Inovação. Temos que inovar como pessoas como nos tornar melhores e participativas na vida um do outro sem perder a sensibilidade do ser humano que é compaixão com a dor do próximo, será que queremos nos tornar maquinas sem amor sem sentido. São as pessoas que importam!! É preciso olhar pra o ser humano como um ser insubstituível e que tem sentidos coisa que a máquina não tem e que pode causar perdas irreversíveis.
