Intelecto
O intelecto assusta as pessoas e afasta as mesmas daqueles que amam o saber. Tenha prudência e cautela, ponderando para que sua bagagem sábia não se volte contra você. Acredite, em algumas situações, aquele que sabe muito, é aquele que nada sabe.
Não é o intelecto que faz o entendimento, mas o conhecimento é que organiza o intelecto - estou mostrando que a energia faz o entendimento que é a vida intelectual. Podemos afirmar que cada tipo de vibração constrói na mente um sentimento e uma ideia, que depois colocamos em palavras - e como a vibração existe em todo o universo, quanto mais o unidivíduo for universal mais sentimento e conhecimentos terá.
"A derrota em uma aposta interna contra si mesmo revela a luta entre o intelecto e os desejos mais íntimos, evidenciando a dualidade humana na busca pelo equilíbrio e harmonia entre razão e emoção."
O tempo vai passando, as ideias de vivência e o nosso intelecto vai melhorando, o entendimento de mundo vai se modelando, mais claro, tudo vai ficando... É um ponto de vista evolutivo, é a nossa alma evoluindo, mas ao contrário deste fato belíssimo, o nosso corpo vai se diluindo, nossas pernas vão se enfraquecendo e os nossos cabelos vão caindo, nossos olhos vão se escurecendo, é um processo lento, mas são os sinais de nosso corpo envelhecendo... É triste esta constatação, mas alegre ela se torna quando aliada a emoção, quando junto a estes fatos, se obtêm a fé, pois com ela teremos a certeza de um seguimento, isto após o envelhecimento... A fraqueza do corpo significa o Espírito em fortalecimento, que segue para um novo renascimento...
A única maneira de se atingir a plenitude é pela ampliação do intelecto e pelo refinamento dos sentimentos e emoções para que só a partir daí possamos ter consciência do real significado da vida.
Intelecto e independência filosófica…
Aquele que se eleva na soberania do pensamento livre e na altivez do intelecto emancipado incita um temor mais profundo do que qualquer arsenal bélico, pois sua essência insurgente e imune ao determinismo desconcerta as bases das certezas estabelecidas. Alheio às amarras de credos, partidos ou dogmas religiosos, sua existência, despida de vínculos que exigem obediência, dissolve a ilusão de que o espírito humano necessita de tutela para florescer. Este ser, ao ousar raciocinar na solidão de sua consciência, converte-se em uma ameaça silenciosa, porém devastadora, para os alicerces de poder que se sustentam na submissão acrítica e na uniformidade do pensamento.
Insensível ao apelo fácil da conveniência e à repetição das fórmulas ideológicas que tranquilizam os medíocres, ele não se curva diante de autoridades que mascaram o controle sob o véu de uma moralidade utilitária e simulada. Portador de uma lucidez que trespassa os véus da inércia coletiva, seu discernimento singular transcende a força gravitacional da conformidade e, na sua recusa em ser conduzido, torna-se uma fissura nas muralhas que guardam as estruturas estabelecidas. Seu espírito, alicerçado na análise rigorosa e na indagação constante, não se deixa contaminar pela complacência da maioria nem pela reverência às figuras que se erigem como guias infalíveis.
Sua autonomia, alimentada pela introspecção e pela rejeição das verdades prontas, faz dele um agente de perturbação para os sistemas que prosperam na servidão do espírito. Ele não busca seguidores, pois sua liberdade não anseia por validação externa; tampouco necessita de aplausos ou reconhecimento, já que sua força reside na clareza interna que transcende a necessidade de aprovação. Sua presença, silenciosa mas contundente, desmascara a fragilidade de uma ordem que só se sustenta mediante o abafamento da dúvida e a imposição de certezas.
Este indivíduo não dobra os joelhos perante líderes que transformam a política em espetáculo, nem se deixa seduzir por sacerdotes que trafegam na manipulação da fé alheia. Ele não necessita de instituições que carimbem sua autenticidade, pois sua existência repousa na plenitude de uma verdade que não requer intermediários. Sua recusa em ser cooptado é, para os que detêm o poder, uma afronta insuportável, pois ele encarna o princípio de que a independência do pensamento é uma força capaz de desestabilizar qualquer domínio.
E, assim, a liberdade intelectual, mais devastadora que qualquer força armada, opera como um clarão que dissolve as sombras da certeza dogmática, instaurando a dúvida onde antes reinava a obediência. Para aqueles que se alimentam da submissão alheia, essa dúvida é o veneno mais letal, pois rompe os grilhões invisíveis que prendem o espírito à servidão. E, na inquietude que provoca, este ser livre reafirma que a verdadeira força não reside na imposição de controle, mas na recusa de ser controlado.
Ora, o intelecto considera esta determinação como absoluta e definitiva, encerra-a na relação ao que ela quer, à realidade em geral, como aplicação a uma matéria dada que não pertenceria à essência da mesma liberdade. Assim se limita o intelecto ao que há de abstrato na liberdade sem alcançar a sua ideia e a sua verdade.
A moralidade é uma construção do intelecto que resulta da evolução social e cultural do ser humano!
Os homens bem sucedidos acham que o intelecto
É só para homens de sucesso, mas esquecem
Que os demais homens têm caráter;
Eu estou encantado com a força do seu sorriso
Mulher de muito intelecto, o seu jeito é charmoso de sentimentos afetivos...
Eu desejo ser sincero e gostaria de matar a curiosidade
O que tens por debaixo de seus caracóis, seus cabelos são de verdades?
Acho que és um anjo disfarçado
Um anjo que roubou o meu coração
Qual seria a sua divindade, será que é de amor e paixão?
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