Insuportável

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Se cobre na medida do essencial, para não viver carregando um peso insuportável de bagagem desnecessária.

ACRÓSTICO PARA ELA

Loira linda que do nada apareceu em minha vida;
Insuportável a minha vontade de te ver chegar;
Luz que não ofusca e me deixa enxerga-la distraída;
Insuportável a minha vontade de te aconchegar;
A vida me trouxe uma pérola para não ser esquecida;
Nunca mais o meu coração vai se assossegar.

Você não precisa cobrar nada de mim, eu já me cobro o suficiente pra se tornar insuportável.

O desespero beira o insuportável. A cada dia, o sofrimento – físico ou emocional – fica mais intenso e viver torna-se um fardo pesado e angustiante. Sua dor parece incomunicável; por mais que você tente expressar a tristeza que sente, ninguém parece escutá-lo ou compreendê-lo. A vida perde o sentido. O mundo ao seu redor fica insosso. Você sonha com a possibilidade de fechar os olhos e acordar num mundo totalmente diferente, no qual suas necessidades sejam saciadas e você se sinta outro. Será que a morte é o passaporte para essa nova vida?

⁠Não me deixe.. porque viver no mundo mundo você é insuportável...

⁠O peso só é insuportável quando você carrega sozinho,quando é compartilhado,ele se torna leve.

⁠O universo é um lugar inóspito infinito.
Em alguns lugares, uma radiação insuportável.
Em outros uma pressão que nos transformaria em folhas de papel.

Há lugares com nuvens de gases venenosos,
outros onde chovem ácido
ou onde existem furacões e tormentas magnéticas
que não nos dariam a menor chance de vida.

Alguns lugares são frios demais,
outros quentes demais.

Em nenhum destes lugares encontramos vida.

E os seremos humanos ainda sonham em viver no paraíso.
Já vivemos no paraíso.
Sejamos mais gratos por isso.

⁠Quando o barulho do mundo exterior estiver insuportável, volte-se para o seu silêncio interior. Em um mundo que não quer parar de falar, esse silêncio é fonte de sabedoria e serenidade.

É insuportável que a traição, a quebra de combinado, respeito, confiança, zelo, cuidado, continua sendo normalizada. Um erro pontual. Só quem já foi traída sabe da dor que se sente, a dor que se acarreta e desencadeia o que eles chamam de erro pontual. Da autoestima destruída, da dúvida, da insegurança que algo assim causa. A traição faz você se invalidar, faz você se sentir idiota, burra, palhaça, trouxa. É uma dor impossível de explicar. É uma quebra da confiança no próximo. É o medo de acreditar nas pessoas. É um sonho destruído. É toda a sua entrega, todo o seu zelo, cuidado, amor, jogado fora. Intensa demais? Intenso demais é alguém que larga tudo o que prometeu, se propôs, construiu a dois, por um momento num banheiro sujo de um bar.

De resto, é só amor. Paixão, admiração, respeito, entrega. Quando você é traída, até se questiona da sua capacidade de discernimento por ter acreditado e caído na mentira que ainda geralmente vem não só antes, como depois da traição. Como se a traição já não bastasse. Nos colocam como loucas, dão risada da nossa intuição, literalmente falam que a realidade é um detalhe pra você. Invalidando tudo o que a gente pensa, acredita, vê, tudo que é real. Nos atacam sem parar, como se não fôssemos nada. Mentem olhando no olho como se fôssemos uma ameba que cai em qualquer coisa que eles possam dizer. A verdade é que eles acreditam em tudo isso. Eles acreditam que somos burras, frágeis, fáceis de convencer, de manipular, que o mundo é deles e eles podem tudo. Que nada é grave. Que sabe como é, o homem é assim. Meu amor, infelizmente, você mexeu com a mulher errada.

Hoje vocês não vencem. Hoje eu quebro o ciclo pela minha mãe, por minhas tias e por todas as mulheres que eu vi a minha vida inteira sendo traídas e não tinham muitas vezes nem pra onde ir, acabando por ter que ficar com o traidor dentro de casa. Hoje eu me escolho, mesmo que me doa, mesmo que por vezes eu não queira, mesmo ainda te amando. Hoje eu me protejo e não vou te proteger, mesmo que eu queira. Porque você, naquela noite, naquele bar, não me protegeu, mesmo que eu quisesse. Hoje eu te dou um adeus por mim e por todas nós. E, antes de ir, eu quero te responder que: escolher não estar mais com você não é viver o amargor ao invés do amor, como você me disse. Eu vou viver o amor. Só não vai ser com você.

Luísa Sonza

Nota: Dito durante o programa “Mais você”, em 20 de setembro de 2023, ao anunciar o término do namoro com Chico Moedas.

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Viver o evangelho de Cristo, é sobre experimentar todos os dias um amor insuportável.

O inverno em sua vida pode estar sendo insuportável, mas brevemente as flores desabrocharão.

Santo Deus, por que me abandonaste? Que atrocidade é essa, essa tortura insuportável que me arrasta para o abismo? Não temo o inferno, não! Já sou um com ele, já o sinto queimando minhas entranhas, corroendo-me até o último suspiro! A desesperança me devora como um monstro faminto, e a solidão, fria e implacável, me arrasta para o fundo, sem piedade, sem fim.

Lembro-me claramente como era a dor...
A tal insuportável "dor" causada somente por mim a outra pessoa a pessoa que devia ser a única que nunca seria machucada por mim.


Falando assim mesmo ferida~
Ele seguiu sua vida tão fácil porque não poderia fazer o mesmo.


Mais o tempo não permitiu eu teria que passar por aquelas memórias da dor insuportável.

O que se mostra mais insuportável para os que se alimentam do controle sobre todos que os cercam é constatar que já o perderam tanto em relação à situação quanto sobre si mesmos, só lhes restando exercê-lo sobre a raiva que trazem represada dentro de si para não confirmar que alguém mostrou mais inteligência do que a que precisam provar que possuem.

⁠O eco de um pensamento profundo pode, por vezes, tornar-se insuportável. A mente se sobrecarrega, o ânimo enfraquece e, neste cenário, a fuga passa a parecer necessária.
Existem múltiplas formas de fuga, especialmente quando pessoas não conseguem conviver consigo mesmas, buscando refúgio em prazeres efêmeros.

Capítulo — O dia em que eu voltei para mim


Conheci um homem insuportável.
Daqueles que chegam ocupando espaço demais, falando alto demais, confiantes demais. Metido a bom, metido a malandro, metido a conquistador. Um tipo que acredita que o mundo responde quando ele chama.


Um dia, ele me segurou pelo braço. Não forte o bastante para doer, mas firme o suficiente para marcar. Olhou dentro dos meus olhos e disse, como quem anuncia um destino já escrito:
— Eu vou casar contigo.


Eu ri. Ri com desprezo, com ironia, com a segurança de quem ainda se pertence.
— Boa sorte.


Ele insistiu. Meses de insistência. Flores que eu não pedi, chocolates que eu não quis, convites para cervejas que eu sempre recusei. Havia algo nele que me irritava — talvez o reflexo de uma fraqueza que eu ainda não reconhecia em mim.


Até aquela noite. Festa na casa de um amigo em comum. Música alta, copos cheios, corpos soltos. A conversa veio fácil, o riso também. Dançamos. Bebemos. O tempo escorreu entre uma música e outra. E, sem que eu percebesse, ele deixou de ser insuportável. Ou talvez eu tenha ficado cansada de resistir.


No fim da festa, ele me levou para casa. O beijo aconteceu como acontecem os erros importantes: sem alarde, mas com consequência. Algo se abriu em mim. Um lugar que eu não sabia que estava vazio.


Depois disso, viramos presença fixa na vida um do outro. Onde eu estava, ele aparecia. Onde ele ia, eu seguia. Não era amor ainda — era fusão. Confundimos intensidade com destino. Ele me contou seus sonhos, seus medos, suas faltas. E eu enxerguei ali uma saída. Um novo lar. Uma direção. Não percebi que estava apenas trocando de jaula.


Casamos quando eu tinha vinte anos. Ele, três a menos. Justo eu, que sempre procurei homens maduros, me entreguei a alguém que ainda não sabia ser. Vivíamos para o trabalho, para o cansaço compartilhado, para o futuro idealizado. Tínhamos um sonho comum: melhorar de vida, vencer, chegar lá. Nunca paramos para perguntar onde era “lá”.


Três meses depois do casamento, veio a notícia. Um bebê. Uma menina.
A alegria veio acompanhada do medo, pesado como pedra no estômago. Éramos jovens demais. Inexperientes demais. E, silenciosamente, sozinha demais.


Ele começou a se afastar antes mesmo do corpo dela crescer dentro de mim. Barzinhos, ausências, desculpas. Eu crescia por dentro e encolhia por fora. As consultas de pré-natal eram minhas. O medo era meu. O futuro, também.


No dia em que minha filha nasceu, eu procurei por ele com os olhos cheios de dor e esperança. Não estava. Só conseguimos achá-lo por telefone, quando já era tarde demais. Minha filha já respirava fora de mim. E eu, ali, entendia pela primeira vez o que era parir sozinha.


Trabalhava das cinco da manhã às sete da noite numa escola integral. Minha sorte era que minha filha ficava na creche da própria escola. Saía empurrando o carrinho, caminhava quilômetros com o corpo exausto e a alma em alerta. Chegava em casa e fazia comida. Marmitas. Banho. Mamadeira. Silêncio. Dormia para sobreviver. Acordava para repetir.


Os anos passaram. Quatro. A vida melhorou financeiramente. Mudamos para mais perto do trabalho. Cem metros. Conforto. Aparência de estabilidade. Mas por dentro eu já sabia: algo estava apodrecendo.


Descobri a traição numa tarde comum. Enquanto eu sustentava a casa, criava nossa filha e me anulava, ele me traía. Não foi o ato que doeu mais. Foi o espelho. Eu tinha me tornado exatamente o que mais temi: uma mulher vivendo a vida que não escolheu.


A ficha caiu com violência.
Minha mãe. A casa. A renúncia. O silêncio.


Arrumei as malas. Só roupas. Minhas e da minha filha. Nada mais importava. Enquanto dobrava tecidos, ele chegou. Olhou, riu, debochou, com a arrogância de quem se acha dono:
— Você me ama demais. Não vai conseguir ir embora. Você não vive sem mim.


Ele trocou de roupa e saiu, certo da minha desistência.


Mas eu fiquei.
Terminei de arrumar tudo. Peguei minha filha no colo. Abri a porta.


E fui.


Nunca mais voltei para ele.
Mas voltei para mim.


Minha alma respirava. Meu corpo tremia. Meu espírito gritava, sem medo, sem culpa, sem volta:
Liberdade.

Ter um cérebro como o meu é insuportável.

Fragmentada…
porque ser inteira
demais seria
insuportável.
Sou feita de sonhos
quepararam no meio
do caminho e ficaram ali,
olhando para mim,
como quem espera
explicação.
Absolutamente intensa.
Sou feita de excessos,
de um sentir que transborda.
E tenho impulsos que me
atravessam e uma lealdade
quase perigosa ao que sinto.


— Jess.

A vida é um presente de Deus, não um fardo insuportável de carregar. Há tanta coisa bela em viver!
Aproveita agora e diga assim: eu sou a pessoa mais sortuda e feliz da vida! Um bom dia de quinta-feira!🍀🌹

Ery santanna

Em toda família existe alguém insuportável.