Instinto
Amor sofrimento
Renuncia, transformação
Delírios de posse
Exclusividade
Instinto de propriedade
Contrario do amor que faz vibrar
O amor verdadeiro é a entrega
A renuncia
A felicidade
lluisfe
NOVA AURORA
Desejo explosivo em sonhos contido
O instinto incitando a paixão
Vontade imensa n’alma sedenta de libertação
Extravasa na mente o que é recidivo
Da calma aparente a negação
Do orgulho dos versos ao permissivo
Contido, compõem o perverso e o esquivo
Entre dentes o nome e a composição
Inda preso nos tempos de outrora?
Não percebestes o breu sobre a noite
Que todo o resto, acabou, foi embora?
Não mais lamurias, saudade ou açoite
agora a paz, satisfaz, revigora
ao sol que lá fora, perfaz nova aurora
Instinto
Há uma força
que me impulsiona a seguir,
sem olhar pra onde,
apenas sei que devo ir...
Algumas vezes,
Algo me faz retornar ao passado,
Sem motivo algum
Eu sinto que nada esta acabado...
O futuro me assusta,
Parece que estou caindo num abismo,
Então nem sei quem sou...
Então surge uma voz
Que ecoa na minha mente
E repete sempre...
“Você pode,
Apenas siga em frente...”
A carne é fraca, não sou de lata, o corpo pede, eu vou obedecer.É meu instinto tudo o que sinto,eu vou em busca do que dá prazer...
Pra Sempre Lembrar-te
Seguido a paixão a ordem natural
Ingenuamente, talvez, por instinto
Dediquei-me explicitamente afinco
A discrepância dum amor unilateral
Tão logo o inicio, logo o final
A submissão insana em suplicio
Junto à pena que por ora sinto
Refundi num ato quão surreal
E na perjura do passado esquecer
Fechando os olhos a meu próprio ser
Já cansado de tanto esperar-te
Rabisquei a saudade um tanto amena
E fiz da tua imagem este poema
Para todo sempre lembrar-te
Acho que poucas vezes tive instinto materno
E com certeza não vai ser agora
Que vou dar uma de mãezona
Que vou pegar essas palavras-desavença pra criar
Ainda mais dentro do meu coração
O caráter de cada um se defini e se mede na capacidade de controle sobre o próprio instinto, pois nessa dimensão somos todos animais semelhantes.
Fazemos um jogo duplo de intelecto e instinto, pensamento e emoção; tentamos dividir-nos artificialmente em corpo e alma. Em nossa busca de liberação atingimos o caos biológico.
O Natural instinto dos Humanos para “conquistar”, mesmo que individualmente, e “guerrear”, quando coletivamente, praticado ao longo de toda história de sua existência, está, nos tempos modernos, sendo supridos pelas competições esportivas.
ALCANCE
Alcançar. É o instinto humano básico. O dom, ou defeito, de estar sempre alcançando e batalhando. Alguns humanos, esperam que o destino traga o seu desejo em seu alcance. Outros, corajosos, travam guerras e matam tanto semelhantes quanto conceitos éticos. O alcance é a arma mais perigosa na mão desta, que deveria ser humilde, raça uma humana. Mas até onde o desejo é poderoso a ponto de cegar o seu usuário, como um feitiço trevoso que mostra sua face real? Dom deveria ser o nome, por tornar o homem digno e guerreiro? Defeito deveria ser amaldiçoado, para que a existência transpasse o olhar em sua possível ignorância? Seriamente, como de início, o que é o dom-defeito do alcance, se não fazer do ser humano um animal cego, egoísta e objetivo? A reflexão na morte é a tortura plena, justa. É o que esperamos, mesmo sabendo do valor da corrida mortal. E juntamente com o castigo da mortalidade vem a verdade: sabemos que estamos correndo cegamente para o egoísmo, admitimos no passado, presente e futuro. Alegamos com toda a certeza de que vimos o que perdemos. Só, infelizmente, não tivemos resposta quando a vida nos perguntou o porquê de deixar tudo para trás.
Nosso instinto é a força narrada ao infinito e que nos guia a acontecimentos sem forma, sem cor, sem eixo. Uma abstração efêmera de incertezas vivas, cotidianas, cheia de ferramentas reais transitadas em nosso mundo e em nossos lugares mais ou menos impossíveis.
Sabemos que somos adolescentes quando, deixamos a amizade entre homem e mulher, virar um instinto carnal.
No amor dependemos da compreensão, generosidade, do nosso instinto e tato, principalmente da delicadeza da percepção.
