Instante
Se o destino por um segundo nos desse a chance de sermos nós, faria desse instante eterno e nunca mais seriamos só, eu e você !
Mas sentimentos são água de um instante. Em breve – como a mesma água já é outra quando o sol a deixa muito leve, e já outra quando se enerva tentando morder uma pedra, e outra ainda no pé que mergulha.
Ame como se só lhe restasse um instante.
Não se torture por seus erros, eles não voltam atrás,
mas decida-se a ser diferente a partir deles.
Nunca esqueça de demonstrar,
nem que seja no último instante,
quando não restam mais chances,
o que você sente.
Não é preciso que se alcance o que se quer,
para que tenha valido a pena.
Mas ame, em silêncio, no gritar.
Tenha sempre em mente que o dia pode terminar,
a qualquer instante e,
nesse momento o que vai importar não é o quanto você conseguiu
mas a atitude derradeira que você tomou.
Não se surpreenda se perder a fala por um instante... Se eu apenas falar com os olhos... Pode acontecer de ficar quieto com a boca... e contar uma história com os olhos...
Todo dia
É uma
Bênção de Deus
Aproveite
E viva cada instante
Que se passa
Diante dos seus
Olhos.
Pois nunca
Saberemos quando viveremos
Tudo outra
Vez!
Quem não tem guardado, lá no fundo da alma, a lembrança de um instante mágico e sublime, que, ao menos por um segundo, fez a vida parecer um sonho...
São tão raros os momentos de verdadeira felicidade, que, pudéssemos extinguir de nossa existência os dias de tédio e desalento, talvez nossa vida toda se resumisse a não mais que algumas horas. E é estranho notar que um momento assim especial passa quase sempre sem alarde, e só lá adiante se revela como pedra preciosa, perdida entre milhões de vulgares grãos de areia.
E eu agradeço a Deus todo instante o privilégio de te conhecer. Te conheço tão pouco e tão muito! Não preciso, nem quero explicar.
Estamos cansados!
Cansados dessa vida que nos espremem todo instante.
Cansados da mesma rotina que engole nossos dias, um após o outro, como um abismo sem fim.
Cansados de tentar e sempre dar errado. De lutar contra algo que não sabemos o que é, mas que está sempre ali.
Cansados demais pra entender o mundo em que estamos, mas conscientes de que nunca entenderemos.
Cansados estamos.
Estamos com um vazio por dentro que nos consome, um vazio que não se preenche com nada.
Tentamos de tudo.
Viramos consumistas por prazer, gastando o que não temos para comprar o que não precisamos.
Chefes por ego, ditadores de nossa própria miséria.
Famosos por poder, mas vazios por dentro.
Estamos perdidos, sim, mas preferimos fingir que sabemos onde estamos indo.
Viemos do nada e iremos para lugar nenhum.
E tudo isso, esse peso, essa consciência, nos corrói.
O que será de nós se presenciarmos a verdade sobre a vida?
Que vazio teríamos?
Quem seríamos?
O que faríamos?
E o pior...
Quem nos tornaríamos ao contemplar a verdadeira forma de existência?
Vazios estamos por dentro.
Memórias Imortalizadas
A fotografia é um portal silencioso, onde o tempo se dobra e o instante é retido. Como um eco suave, ela resiste às marés da existência, conservando fragmentos do que fomos e do que ainda somos. Cada imagem capturada é uma memória que não se perde, um testemunho de uma realidade que se recusa a desaparecer.
Ela é a ponte entre o presente e o passado, permitindo que o olhar viaje para um tempo distante, onde as emoções, os cheiros e as cores ainda vibram. Ao revisitar essas imagens, somos transportados para um lugar onde a realidade se mistura com a lembrança, e o tempo parece parar, deixando-nos imersos em cada detalhe.
Mas é no eco da fotografia que encontramos sua verdadeira força. O tempo pode passar, as paisagens podem mudar, mas aquele momento, aquele olhar, jamais será esquecido. A fotografia carrega consigo a resistência de um eco que se repete, como uma melodia atemporal, lembrando-nos do que foi e do que sempre será parte de nós.
Em cada clique, a memória se eterniza. Não importa o quanto o mundo mude, os fragmentos do passado permanecem imortais, prontos para serem revisitados sempre que necessário, como um refúgio onde o tempo não ousa entrar.
Entre Olhares e Palavras
Há um instante, entre o piscar dos olhos e o sussurro do pensamento, onde a vida se revela em sua forma mais pura. Um tempo suspenso entre o que sinto e o que expresso, entre a fotografia e a palavra, entre a imagem que congelo e a emoção que deixo fluir.
Sou feita de silêncios que gritam e de gestos que falam. Meu olhar recua no tempo, buscando histórias que resistem ao esquecimento, vestígios de quem fomos, ecos de quem ainda somos. Escrevo para dar voz ao que se cala, para traduzir a dança invisível entre o que se vê e o que se sente.
Meu caminho é feito de entrega – a mim mesma, ao instante, ao que me atravessa. Carrego a suavidade de quem sente fundo e a força de quem transforma dor em criação. Cada palavra que escolho, cada imagem que capto, é um convite para enxergar além do óbvio, para sentir além do esperado.
E assim sigo, costurando tempo e memória, conectando passado e presente, trazendo para perto aqueles que se permitem ver – e, quem sabe, se reconhecer.
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A Última Oportunidade
Se este fosse o último instante, se esta fosse a última oportunidade, que ninguém duvidasse do que sinto. Que cada olhar meu carregasse a verdade do que quero deixar. Que cada palavra dita fosse uma certeza de afeto, um pedaço de mim eternizado em quem me escutou.
O amanhã pertence a Deus. O depois é um mistério que não posso tocar. Mas o hoje... O hoje é meu. É aqui que me entrego, que me espalho em fragmentos de amor, que faço questão de ser presença inteira. É agora que eu amo, sem reservas, sem medo, sem medidas.
Porque nada mais importa além desse instante. Nada pesa mais do que o afeto que ofereço, do que a companhia que sou, do que o amor que espalho. E se há algo que quero deixar, é essa certeza: fui inteira para quem me encontrou no caminho.
Se amanhã eu não estiver, que me guardem assim—eterna, doce, companheira, delicada, presente. Porque amar agora é a única forma que tenho de ser para sempre.
Adoro quando morde suavemente os lábios e fecha os olhos por alguns instante.
A leveza das tuas mãos forte quando me acaricia. A doçura em tua voz quando me diz que sou sua menina. A serenidade no olhar quando me fala das coisas da vida. Adoro tudo em ti, e o quanto me faz sentir grande e forte, ao mesmo tempo cabendo em suas mãos.
Noite fria no silêncio do meu quarto de frente ao espelho, a mente pensante se aquieta um instante mais a alma da seu grito. Não reconheço a imagem refletida este não sou eu. Tempo me diga logo por favor o que você fez comigo que estou tão diferente eu não tinha essa aparência esses cabelos brancos também não são os meus,Com um sussurro suave ele me respondeu rostos são apenas rosto e espelho não podem refletir o seu interior que continua do jeito que você conhece. Tenha uma boa noite.
A fotografia é mais do que o instante congelado — é um pedaço de alma revelado em luz.
Ela não guarda apenas cenários, mas imprime sentimentos, desperta memórias e conecta olhares.
Quem vê além da imagem percebe: cada detalhe carrega histórias, silêncios e emoções que pedem para ser sentidas.
É nesse espaço entre a visão e a sensibilidade que a fotografia se torna poesia para a alma.
E você, o que sente quando olha através desses olhos?
Unidade
Minh’alma estava naquele instante
Fora de mim longe muito longe
Chegaste
E desde logo foi Verão
O Verão com as suas palmas
os seus mormaços
os seus ventos de sôfrega mocidade
Debalde os teus afagos insinuavam quebranto e molície
O instinto de penetração já despertado
Era como uma seta de fogo
Foi então que min’alma veio vindo
Veio vindo de muito longe
Veio vindo
Para de súbito entrar-me violenta e sacudir-me todo
No momento fugaz da
unidade.
O instante
Onde estarão os séculos, o sonho
de espadas, o que os tártaros sonharam,
onde os sólidos muros que aplanaram,
onde a árvore de Adão e o outro Lenho?
O presente está só. Mas a memória
erige o tempo. Sucessão e engano,
esta é a rotina do relógio. O ano
jamais é menos vão que a vã história.
Entre a alba e a noite há um abismo
de agonias, de luzes, de cuidados;
o rosto que se vê nos desgastados
e noturnos espelhos não é o mesmo.
O hoje fugaz é tênue e é eterno;
nem outro Céu nem outro Inferno esperes.
Pois a sua ira só dura um instante, mas o seu favor dura a vida toda; o choro pode persistir uma noite, mas de manhã irrompe a alegria.
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