Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
ApĂłs o termino de vĂĄrios relacionamentos, cheguei a pensar que nunca seria capaz de amar novamente. Me enganei. â
Somos selecionadores de nossas própria histórias, consequentemente esquecemos que guardamos até as ruins.
Olha, se vocĂȘ nĂŁo fazer o que gosta sĂł porque muitos â nĂŁo vĂŁo concordar, atĂ© o que serĂĄ certo pra vocĂȘ, vai chegar um momento que alguĂ©m vai dizer que estĂĄ errado.
â JĂĄ passei tanta dificuldades com meus filhos, depois que fui intender que eles foram anjos em minha vida.
Quando eu estiver velho, pretendo fazer as coisas que gosto, mesmo sabendo que algumas delas nĂŁo poderei mais. TambĂ©m nĂŁo vou me importar, terei tantas.â
â Quando eu estiver velho e nĂŁo poder segurar uma caneta, ou teclar, me conceda uma pessoa jovem, pronta para registrar bons concelhos.
â Se pararmos para analisar.. TUDO em nossa volta Ă© uma construção.. seja algo bom ou ruim.. TUDO Ă© construĂdo.
â JĂĄ que preferiu
Me afastarei.
AtrĂĄs de vocĂȘ
Eu nĂŁo correrei.
Pois com sua frieza
Eu me assustei.
O tĂtulo de trouxa
Na minha testa eu estampei,
Nos alertas dos meu amigos
Eu nĂŁo acreditei,
JĂĄ que a mĂŁo no fogo
Por vocĂȘ eu coloquei.
Me queimei.
Pois mais uma vez
Eu me enganei.
â As vezes, nĂłs desperdiçamos as pequenas alegrias. Esquecemos que sĂŁo elas que constroem a felicidade.
Muitos de nĂłs, procuramos o amor lĂĄ fora, e ele as vezes estĂĄ ali, bem ao nosso lado, mas estamos frios demais para reconhecĂȘ-lo.
â Relacionamentos sempre sĂŁo conturbados eu sei,
Mas, logo ela,
Que me dizia que eu nunca soube o que Ă© ter um relacionamento normal, me fazer o tal...
NĂŁo sei,
NĂŁo sei o que esperar da vida,
Rasga,
Feito feridas,
Abertas,
Nunca hå cicatrização,
Nem vitimismo,
Incidem,
Revivem,
Em outras histĂłrias,
Os mesmos lamentos,
Do dia em que te pedi em casamento,
E vocĂȘ nĂŁo aceitou ser amada.
â Somos dois idiotas
Perdidos na linha do tempo
E eu sinto uma raiva
tĂŁo absurda agora
De mim, de vocĂȘ
Eu te bateria, se pudesse
Eu gritaria muito alto
Te chamaria de incoerente
De covarde infernal
Jogaria muitas coisas na
Sua cara
E te pediria
para me deixar em paz
Foi libertador
Saber que eu nĂŁo fui culpada
Saber que o que nos afastou
Foi a sua covardia idiota
Sua mania de ser certinho
Sua vontade de continuar agradando
E que vocĂȘ, muito mais que eu
Vai precisar conviver
Com as consequĂȘncias
Das suas "nĂŁo-escolhas"
â
â Brisa suave de uma primavera longĂnqĂŒa
TĂŁo distante no plano fĂsico
TĂŁo perto no plano emocional
Em mim, coração e alma.
