Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Ă sĂł que aquele rapaz negro, lindo, alegre, um garoto, quase 10 anos mais jovem que eu, que conheci no meu primeiro dia de aula e que de longe soube que amaria e que me ensinaria alguma coisa, vive uma histĂłria linda que as pessoas precisam conhecer, as pessoas precisam se permitir conhecer histĂłrias lindas, porque como jĂĄ disse, coisas que sĂŁo pequenas para muitos casais heterossexuais, pra eles sĂŁo muito grandes, sĂŁo grandes porque tem muita gente que nĂŁo entende de amor, porque tem muita gente que precisa entender de amor.
Eu lembro que nĂłs fazĂamos de conta, vocĂȘ me olhava torto e eu entendia as suas neuroses, vocĂȘ me aconselhava e eu corria as minhas carnes, o meu corpo doĂa e a sua alma sempre machucada por conta de alguma cena que eu escrevia pra vocĂȘ viver. E vocĂȘ tentava me dizer o que fazer ĂĄs vezes. Como eu julgava o fato de vocĂȘ nĂŁo perceber o mundo que eu queria compor e mesmo assim precisar de mim! Os tijolos da sua casa pareciam frios e o meu espelho velho me dizia nada. Era difĂcil ser eu, e ĂĄs vezes eu tinha a impressĂŁo que sĂł vocĂȘ entendia isso, porque ser vocĂȘ tambĂ©m era muito difĂcil. VocĂȘ ĂĄs vezes cuidava de mim, Ă s vezes enchia o saco e caia fora, depois ligava e os seus telefonemas me entrertiam e me consumiam, era difĂcil qualquer um nos entender, era fĂĄcil a gente se entender.
Deixar tudo por alguĂ©m... Ă© ficar dependente desse afecto, Ă© abandonar-nos, Ă© correr o risco de perdermo-nos. Deixem o que quiserem, mas nunca se deixem a vĂłs prĂłprios. Em toda a relação hĂĄ uma individualidade de seu nome "amor prĂłprio" que nĂŁo deve ser esquecida e/ou derrubada. Amem-se e valorizem-se. Lutem por vĂłs, tracem o vosso caminho perto dos vossos objetivos e o resto, para resultar, terĂĄ de vir em conformidade com isso. Se estĂŁo Ă espera que alguĂ©m vos salve, que alguĂ©m resolva os vossos problemas e decida por vĂłs, arriscam-se a ficar imĂłveis no tempo enquanto a vida vos passa ao lado. O amor Ă© lindo sim mas nĂŁo causa dependĂȘncia... isso Ă© outra coisa: carĂȘncia!
Se quando vocĂȘ ama
NĂŁo sabe que ama ou porque ama
Talvez eu te ame
Sem nem conseguir explicar.
Ăs vezes
Sinto raiva
Ăs vezes
Lembrar das antigas conversas me acalma.
Posso estar enganada
Mas se nĂŁo for amor
Eu nĂŁo sei o que Ă©.
Como pode eu
Amar alguém que tanto me fez mal?
Isso Ă© amor? Ă mais uma ilusĂŁo?
Que feitiço jogou contra mim
Para que eu nunca perdesse tamanha consideração?
NĂŁo sinto ciĂșmes
Nem nos imagino juntos
SĂł gosto de admirar, proteger
Mesmo depois de tudo.
Viajo em meio a tantos sentimentos
Tentando procurar explicação
NĂŁo encontro
Então continuarei te amando, mesmo que não seja amor, sem explicação.
NĂŁo Deus", mas CRIAĂĂO:
"A criação Ă© o SER E O NĂO SER da vida.
Ă a mais imensa massa de Energia Espiritual no Universo. Ă o ESPĂRITO na FORMA mais PURA e IncompreensĂvel em SUA SABEDORIA, no SEU CONHECIMENTO, no SEU AMOR e na SUA HARMONIA e VERDADE.
A CRIAĂĂO Ă© algo DinĂąmico Espiritual, para uma InteligĂȘncia de InteligĂȘncia PURA ESPIRITUAL InconcebĂvel Humana que Governa TUDO, UM sempre ATIVO, CRIATIVO, em CONSTANTE Desenvolvimento, UMA SABEDORIA e UM AMOR TODOS juntos. "
O verdadeiro significado da vida estĂĄ relacionado com a EVOLUĂĂO da CONSCIĂNCIA. Portanto, Ă© atravĂ©s do estudo do espiritual que se pode aprender a evoluir a sua consciĂȘncia, e tambĂ©m aprender como viver no verdadeiro amor, na verdadeira paz, na verdadeira liberdade e em harmonia.
VerĂŁo no Claridge
(Victor Bhering Drummond)
Caminhando Ă beira dâĂĄgua
Percebi que minha imagem
Era apenas um mero e efĂȘmero reflexo
Preciso sim, olhar mais para dentro de mim
Para viajar rumo Ă descobertas menos superficiais;
E do lado de fora havia tanto a me fazer bem;
O azul do céu,
O próprio verde da ågua que não era um espelho, mas um poço de relaxamento
As histĂłrias dos edifĂcios
E as estĂłrias que meus passos deixarĂŁo
Com a alegria do meu samba e o drama do meu tango.
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#samba #victordrummond #drummond #marketingdigital
As religiĂ”es, os cultos, as seitas, e os templos iniciĂĄticos sĂŁo baseados em rituais religiosos tradicionais enganosos e em mentiras religiosas/esotĂ©ricas/ocultistas falaciosas. Mas a Verdadeira Espiritualidade se baseia apenas e unicamente na LĂłgica, na Verdade Verdadeira das Leis e RecomendaçÔes FĂ©rreas da CRIAĂĂO. CRIAĂĂO que Ă a ĂNICA e Verdadeira VERDADE ABSOLUTA.
Apontava para as estrelas do céu como quem rogasse: por favor, uma verruga! E, num sinal de vacùncia cognitiva (ou não), sentia um desejo libertino de fugir do mundo num casco de uma tartaruga. Escrevia compulsivamente como quem escreve um testamento e deseja legar uma memória ao Amor. Não se aquietava enquanto dormia. Entre sonambulismos e desvarios era: ele mesmo, a moeda de uma face, o capim da caatinga. E, tampouco era tão pouco, por ironia semùntica. Fez-se poeta, pela simples liberdade que hå em poder versificar(se).
; é como se, diante disso tudo, eu visse (sozinho) a aguinha do córrego marejar debaixo de uma ponte velha. Lembro-me sempre daquele belo quadro da copa de minha avó a figurar pieguices de camponesas, pobres camponesas. O lustre não suportou tamanho calor: frangalhos. Onde ficou meus suores, meus pelos despetalados, os beiços cintilantes? Sei lå.
... sĂł ficou a poesia. O restante na estante, o mar levou. Subverto sinais grĂĄficos, afronto a lĂngua, blasfemo as compilaçÔes e sintaxes. Deus habita nas ruas vazias de minha alma, naquele solzinho gostoso que, vez em quando, pĂ”e a vista barquinhos fagueiros.
? Onde estĂĄ vocĂȘ. Pois seja cada linha dessas nĂŁo-ditas nas entrelinhas: inevitĂĄvel e inconscientemente: saudade:
SENTIMENTO DO NADA
Inspiração exige transpiração
Abba! Enojei-me nesta viagem
A musa abriu suas pernas, vi o Parnaso desmoronar dentro de seu
Ătero. Fiz poesia sem ser poeta. Comi a musa
[Ou ela me comeu?
Pouco Importa!
Temos filhos agora:
Crise existencial de Sousa
SolidĂŁo da Silva Encarnada
Maria das Dores
ZĂ© Pelintra Nosso de Cada Dia.
Por hora (sou) pouco importa: uma poeira descolada
O tempo fez-me Europa!
Por hora (fui) isto importa: uma gotĂcula no mar
A gaivota nĂŁo tem misericĂłrdia!
Modelaram-me num tipo humano
Faz graça
Estou imberbe: nĂŁo fumo, nĂŁo bebo, nĂŁo mato.
Reproduzo o existir: como, defeco, amo.
Minhas amantes envelheceram
O cupim devorou minha biblioteca, devorou minha planta, minhas pupilas, minhas
RaĂzes. Viver alĂ©m da conta
HĂĄ morte aqui
HĂĄ morte debaixo do meu travesseiro
Em minhas pupilas mulatas - hĂĄ morte.
E eis que vivo: posto morto
JĂĄ nĂŁo questiono o Universo
Sinto!
(Italo Samuel Wyatt, A Janela do Ăden)
Nasci entre as flores
Pemaneci entre o vento
Na alma ou no coração
Enfim permaneci na saudade
Que vive dentro de mim.
đ·đ 2018
POR CAUSA DE VOCĂ
solteiro
sĂł inteiro
interior sĂł
out sĂł
s'outeiro
sol
soltei
roei
orei
ter sol
ir
iro
ei! ei! ei!
Musa-meu-mundo,
As fragatas de nossa baĂa frustraram os comĂ©rcios e especiarias do alĂ©m-Continente.
Frustraram em nĂłdoas e marolas de uma Copacabana desnudada pelos ventos e coices de cavalos-marinhos. Frustraram os escafandristas que esperavam excrementos e outras drogas.
Talvez um batom.
Não se esqueça das maquiagens e dos perfumes.
Nosso divĂŁ e nossos porta-retratos.
Os Coqueiros de Itaparica cintilaram um luar mais fecundo, mais absinto, mudo.
Nossos sóis cansados, os frutos aos pés do pé, um poema em verbo transitivo direto na areia molhada. Meu bem, aquela ilha remota e ignota perdeu-se: mar findo.
Risque meu nome do mapa. Peço-lhe sem sabores. Sem ardores. Outrora, bem outrora, além dos advérbios temporais, por cima das larvas, por baixo do colchão: desejei-te alfa e Îmega.
Perdestes a beleza. Perdestes o encanto.
Musa-meu-mundo,
jĂĄ nĂŁo sei se te amo.
Pois digo sem pensar, sem refrear, em caudalosos verbos-croniquetas:
Até longo,
Ă prĂłxima primavera que nĂŁo mais cantarei.
Quando digo que te amo, isto nĂŁo depende de vocĂȘ, estĂĄ em minha Alma, Coração e Mente, estĂĄ onde depende de mim, que sente. Ă minha escolha com todas as consequĂȘncias que ela possa acarretar. E se eu escolhi amar quando descobri o quanto posso, nĂŁo foi por acaso e nem por motivos aparentes, e sim porque jĂĄ estava em mim, latente, apenas para ser aceito por mim mesma. E compreendido. Uma Alma Antiga carrega consigo todas as vidas e todas as memĂłrias e nem sempre elas afloram. E quando se lembram a Ășnica coisa sensata a se fazer Ă© agradecer pela oportunidade de poderem dizer que o Amor estava ali desde o sempre e se tornar este Amor.
O Amor reside em uma janela da Eternidade.
Amo todas as estrelas, mas apenas uma delas brilha dentro do meu coração. à o meu Sol, a Estrela mais brilhante.
